Jornal GGN – O empresário Paulo Marinho vai pedir ao Ministério Público Federal uma investigação sobre represália que estaria sofrendo após delatar que Flávio Bolsonaro recebeu informações privilegiadas da Polícia Federal no Rio de Janeiro, envolvendo o caso Queiroz.
Segundo a jornalista Mônica Bergamo, desde quarta (20) circula em Brasília a informação de que “alguém poderoso” estaria demandando informações sobre as contas bancárias de Marinho.
A devassa estaria sendo promovida através do sistema do Banco Central, que não quis comentar o caso específico.
Em resposta à jornalista da Folha, a instituição avisou que “por vezes, a Justiça comanda tais pesquisas via BacenJud, um sistema eletrônico automatizado à disposição do Poder Judiciário. Nesses casos, as ordens de pesquisa e as respectivas respostas transitam no sistema sem a interferência ou o conhecimento do BC.”
Marinho revelou à Mônica Bergamo que na eleição de 2018, um delegado do Rio, “simpatizando” da campanha de Jair Bolsonaro, procurou o gabinete de Flávio para informar que a operação Furna da Onça viria a revelar o esquema Queiroz. O delegado recomendou “providências”, como exonerar os assessores envolvidos no esquema da rachadinha.
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Richardson Fox
21 de maio de 2020 5:41 pmLembra a invasão da conta do caseiro no episódio que envolveu Palocci que mobilizou a mídia por meses. E agora ,a disposição e vigor jornalístico são os mesmos?
Rui Ribeiro
21 de maio de 2020 6:01 pmÉ muita coincidência efetuar-se pesquisa patrimonial do delator através do Bacenjud justo no momento da delação
Os Minions em ação
Carlos Elisio
21 de maio de 2020 7:32 pmOs ratos se movimentam…
Marcos Videira
21 de maio de 2020 9:29 pmAnulação das Eleições de 2018 pra presidente. Abundam as provas de crimes. Inclusive a ameaça do general Villas Boas aos ministros do STF e TSE.
ANULAÇÃO JÁ !!!
Vladimir
22 de maio de 2020 9:10 amQue se explodam!