4 de junho de 2026

Plano de assassinato de Lula, Alckmin e Moraes tem possível envolvimento de Braga Netto

Plano teria sido discutido na casa do ex-ministro de Bolsonaro; relembre as mensagens que atingem Braga Netto

Após serem divulgados os resultados das eleições presidenciais de 2022, fontes afirmam que um plano com foco na execução de Lula (PT) e Alckmin (PSB) após vencerem Jair Bolsonaro (PL) foi discutido na residência do general Braga Netto, em 12 de novembro daquele mesmo ano. 

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O general Mauro Cid, que também é reconhecido como braço direito do ex-presidente Bolsonaro, confirmou a informação e posteriormente veio a se tornar colaborador da Justiça, e comprovado por materiais apreendidos com o general de brigada Mario Fernandes.

Nesta terça-feira (19), a PF realizou uma operação que resultou na apreensão de Fernandes e outros três militares da elite do Exército – também conhecidos como os kids pretos – além de um policial federal, todos suspeitos de elaborarem o plano, ‘Punhal Verde e Amarelo’, para matar Alckmin e Lula em 15 de dezembro de 2022. O relator das investigações contra Jair Bolsonaro, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, também era um alvo a ser executado.

Braga Netto, além de ter sido um dos principais nomes conhecido entre o governo Bolsonaro, atualmente é considerado como um dos mais envolvidos na tentativa de golpe para a permanência do candidato do PL na presidência. Ele, que foi Ministro da Defesa e ministro-chefe da Casa Civil, continuou fazendo parte da chapa na tentativa de reeleição em 2022.

Relembre o caso:

Na troca de mensagens divulgadas ainda em 2022, especificamente um mês e meio após as eleições, o general Braga Netto reclama com Ailton Barros o fato de que Freire Gomes -até então, comandante do Exército- não ter buscado maneiras de começar uma ação golpista, para que o ex- presidente Jair Bolsonaro continuasse no cargo. 

Toda a conversa entre os dois foi anexada como material de investigação da PF, iniciada na última quinta-feira (8), que tem foco no planejamento de aplicar um golpe militar no país. Braga Netto e Bolsonaro foram investigados pela Polícia Federal, mas não foram presos. Apenas o ex-presidente teve seu passaporte apreendido pela operação.

Como foi a conversa?

Braga Netto encaminhou um texto atribuído a um amigo “FE” [Forças Especiais]”. Nele estava se queixando pela desaprovação do comandante ao golpe.

Ailton o responde insistindo na ideia de que deveriam convencer Freire Gomes do plano, e caso o comandante continuasse se mostrando contrário, deveria ser “entregue aos leões”.

Braga Netto então diz: “Oferece a cabeça dele. Cagão”.

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Milleny Ferreira

Milleny Ferreira é estudante de jornalismo, repórter no Jornal GGN e produtora na TV GGN.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

2 Comentários
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  1. marcio

    19 de novembro de 2024 12:10 pm

    A se Aprofundar, tem o dedo desta Meganha no Assassinato da Marielle……Sem Anistia !!….Milicos Golpistas e Corruptos !!….

  2. emerson57

    19 de novembro de 2024 2:58 pm

    Esse braga neto e o heleno tem o pinto pequeno.
    Os pinto grossos são o echegoien e o villas boas.
    Por ai devem começar as prisões!

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