
Jornal GGN – Elmar Varjão, presidente da construtora OAS, foi preso durante a Operação Vidas Secas da Polícia Federal. Junto com ele, também foram detidos temporariamente outros três executivos da Coesa Engenharia, Barbosa Melo e Galvão Engenharia.
A Vidas Secas, um desdobramento da Lava Jato, foi deflagrada na última sexta-feira e investiga o superfaturamento em obras da transposição do Rio São Francisco. De acordo com a PF, os empresários usaram empresas de fachada para desviar ao menos R$ 200 mihões. Os investigadores também disseram que as construtoras utilizaram empresas do doleiro Alberto Youssef e de Adir Assad para maquiar os desvios.
Do Valor
PF prende presidente da construtora OAS na Operação Vidas Secas
O presidente da construtora OAS, Elmar Varjão, e outros três executivos da Coesa Engenharia, Barbosa Melo e Galvão Engenharia foram presos temporariamente nesta sexta-feira durante Operação Vidas Secas da Polícia Federal, que investiga superfaturamento em obras da transposição do Rio São Francisco.
Os nomes dos executivos não foram divulgados pela PF, mas a reportagem apurou que Varjão foi detido em São Paulo. A prisão temporária, com prazo de cinco dias que pode ser prorrogado , foi um desdobramento da Operação Lava Jato.
De acordo com investigadores, os empresários utilizaram empresas de fachada para desviar pelo menos R$ 200 milhões. Os contratos investigados, até o momento, são de R$ 680 milhões.
Em entrevista coletiva na sede da PF em Pernambuco, os investigadores confirmaram que as empreiteiras utilizaram as empresas do doleiro Alberto Youssef e do operador Adir Assad para maquiar os desvios. Dentre elas a MO Consultoria, de Youssef, e a Legend Engenheiros, que pertence a Assad. Ambos estão presos em Curitiba. O doleiro relatou os pagamentos de suborno pela OAS em seu acordo de delação premiada.
alexis
14 de dezembro de 2015 12:42 pmPrazos estranhos
Tem gente acusada há anos, rastejando pelos tribunais sem condenação nenhuma.
Não quero librar a cara de corruptos em relação ao projeto de Transposição (se culpados, devem ir presos mesmo), mas, é obrigação e até um ato de mínima inteligencia cívica, chegar com água e concluir o projeto e, AINDA, punir os culpados.
Temos aqui um bom exemplo para verificar o bom senso e até a isenção política da lava-Jato e das ramificações pertinentes. Devemos acompanhar com atenção o caminho que irá seguir. O guardinha tira o carro para o encostamento e faz a ocorrência, ou para o trânsito da rodovia completa, conspirando contra o país.
Aleandro Chavez
14 de dezembro de 2015 1:21 pmQue água?
O Rio São Francisco
Que água?
O Rio São Francisco mal está chegando no mar. Ainda querem tirar água dele?
Esse projeto foi um erro.
alexis
14 de dezembro de 2015 2:35 pmSe informe melhor
O projeto, conceitualmente de segurança hídrica, apenas tira alguma coisa, se sobrar, justamente para não perder no mar.
rosenvald flavio barbosa
14 de dezembro de 2015 3:52 pmtava sumido………….
não estava recebendo o bolsa troll???
tava sumido, mas voltou falando asneiras como sempre.
jasantos
14 de dezembro de 2015 12:43 pmCOMO TEM LADRÃO NESTE PAIS.
Como tem ladrão neste pais.
Será que este executivos, assim como muitos politicos, têm necessidade disso?
Não conquistaram patrimonio suficiente para manter como parasitas 5 gerações?
Será que essas empresas não sabem trabalhar sem meterem as mãos na mais grossa corrupção?
Não sabem contratar ou não querem profissionais idoneos?
Triste Brasil.
Leitor Observador
14 de dezembro de 2015 12:45 pmEm Pernambuco ou no Paraná?
Uai, isso não deveria ser da Justiça Federal em Pernambuco? Não é o mesmo caso da Eletrobrás no Rio de Janeiro, que o STF mandou para outro Estado? Por que esse processo das Vidas Secas fica no Paraná? Não entendi. Fiquei na mesma dúvida em saber o porquê de não investigar a corrupção sistêmica na Petrobrás no período de 1997 a 2002, apesar das denúncias ou delações premiadas de Paulo Francis, Nestor Cerveró e Pedro Barusco, além do suposto envolvimento de Delcídio Amaral naquele tempo. Alguém explica?
Lâmpada de Diógenes
14 de dezembro de 2015 12:48 pmSe tudo o que dizem desse Youssef for verdade..
Se tudo o que dizem desse Youssef for verdade, ele movimenta, desde muito tempo, tanto dinheiro quanto um banco! Por que isso não foi percebido pelas autoridades, anos atrás?
marcos nunes
14 de dezembro de 2015 1:03 pmMais uma demonstração dos interesses da Lava Jato
Superfaturamento de obras públicas é corrente desde as Capitanias Hereditárias. Não há governo em qualquer instância que não pratique ou sofra om isso. Mas a Polícia Federal focaliza obras: se são do Governo federal, pau no burro. Se for de aliados do PSDB, não vem ao caso. Mais uma vez, o que se evidencia é o alcance visado: paralisar ao máximo o país para não permitir um milímetro de avançoi, só retrocesso. Isso dá respaldo ao descontentamento e atiça a fogueira da crise bem como a solução mágica da deposição de Dilma, após a qual nada de bom ocorrerá, mas aí são ouytros quinhentos: de volta ao poder, a velha oligarquia retemperará as ações da Polícia Federal e a abordagem midiática favorável impedirá qualquer crescimento de ações contrárias ao golpe e de seus desdobramentos.
É uma pena que a ação governamental tenha que ser tão “republicana” que se veja obrigada a calar diante dos desmandos da sede da Guantánamo Brasileira, no Paraná, da mesma maneira que tem sido uma pena que os sucessivos governos do PT não estancaram convenientemente a sangria dos superfaturamentos, favorecimentos ilícitos e que tais, p´ráticas correntes há muito e que não foram enfrentadas, a par do poder das instituições financeiras que até impuseram presidentes do Banco Central, bem como ministros da Economia, aos governos do PT, enquanto enriqueceram e cada vez mais enriquecem à custa da saúde das finanças públicas e renda da população.
Alberto Santos Neto
14 de dezembro de 2015 1:31 pmDe volta ao século XVIII
O objetivo, além de acabar com toda e qualquer melhoria na infraestrutura do Brasil, é não deixar chegar água para população que sofre com a seca e, com isso, dizer que o governo federal não consluiu a transposição. Já a roubalheira na Sabesp, nada!
antonio francisco
14 de dezembro de 2015 1:32 pmE a Construtora Delta?
Disseram que a Delta teria se envolvido com esses casos da transposição, e em 2012 a teriam alijado de lá.
Cavendish não foi preso pela PF?
atenir
14 de dezembro de 2015 2:15 pmQual o empresario louco que
Qual o empresario louco que ainda vai investir alguma coisa nesse país, onde um delegado, um procurador e um juiz manda em tudo e faz o que bem entende.
O setor de infra-estrutura desse país vai literalmente desaparecer…e a consequencia não vai ser no salarios desse pessoal, vai ser no bolso de cada de um do povo.
D_P
14 de dezembro de 2015 2:42 pmEstão acabando com a infra
Estão acabando com a infra estrutura brasileira e com qualuqer chance de retomada da mesma.
Isso nas barbas de um Governo fraco e leniente que nada consegue fazer.
Não é a Toa que em sua campanha, Temer esteja acenando com o fim da lava jato…
duetto
14 de dezembro de 2015 2:53 pmNão se publica nem mesmo o
Não se publica nem mesmo o nome de quem foi preso. Parece a prisão de Guantanamo. Não sabemos quem, o motivo. Que ponto chegamos. Nem mesmo na ditadura foi assim.
Frederico69
14 de dezembro de 2015 3:29 pm200 em 680, é quase um terço do dinheiro sumindo!
e o youssef continua numa boa!
aliancaliberal
14 de dezembro de 2015 3:34 pmOs petistas defendendo o
Os petistas defendendo o grande capital, o grande empreiteiro corrupto depois querem que sejam levados a sério.
rosenvald flavio barbosa
14 de dezembro de 2015 3:50 pmOAS – obrigado amigo sogro
aliança……..OAS era conhecido com obrigado amigo sogro.
roubavam desde muito tempo atrás………….
sabe quem era o sogro???
mas naqueles tempos, o presidente não permitia que a PF investigasse e prendesse.
bons tempos aqueles.
naqueles tempos os políticos eram honestos….
não existia empreiteira bandida…..
bons tempos
Athos
14 de dezembro de 2015 3:42 pmVcs tem que aprender
a separar o joio do trigo.
Galvão engenharia é quadrilha! OAS é quadrilha!
Não defendam estas empresas!