Raio X da balança comercial em 2019: queda de 19,6% no saldo comercial

Nos gráficos que medem tendência de médio prazo, há um sinal claro de queda nas exportações e nos saldos.

A balança comercial, nos 12 meses fechados em dez/2019 registrou exportações de $ 223.998.669.052,  -6,4% em relação ao mesmo período do ano anterior
O saldo comercial ficou em $ 46.657.443.844, -19,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

As maiores exportações foram para CHINA, HONG KONG E MACAU no valor de $ 65.321.539.934. Em seguida vieram UNIAO EUROPEIA – UE com $ 35.652.037.396 e ESTADOS UNIDOS com $ 29.560.580.499
As maiores quedas foram registradas nas exportações para UNIAO EUROPEIA – UE (-$ 6.456.340.507) MERCADO COMUM DO SUL – MERCOSUL (-$ 6.173.893.074) e PAIS NAO DECLARADO/SEM INFORMACAO DE PAIS (-$ 1.824.388.692 )
Os maiores saldos foram de CHINA, HONG KONG E MACAU ($ 29.440.860.748),  ORIENTE MEDIO ( $ 5.686.617.965 ) e ASSOCIACAO DE NACOES DO SUDESTE ASIATICO – ASEAN ($ 4.146.055.100 ).

Tendências

Nos gráficos que medem tendência de médio prazo, há um sinal claro de queda nas exportações e nos saldos. Nos graficos que captam as tendências mais rapidamente (acumulado trimestral spobre mesmo trimestre do período anterior) essa queda é nítida.

Por intensidade tecnológica

Nas divisões por Nível de Intensidade Tenológica, houve queda generalizada em relação ao ano anterior: de 15% para Alta Tecnologia, 23,9% para Baixa Tecnologia, 15% para Média Alta Tecnologia, 15,% para Média Baixa Tecnologia, e 2,8% para produtos sem definição tecnológica.

Repare que, enquanto produtos de Alta Tecnologia representam apenas 3,8% sobre o total das exportações, os N.C.I.T. representam 41,8%.

A cada ano aumenta a proporção de produtos N.C.I.T. e reduz a de produtos com maior intensidade tecnológica

Leia também:  Clipping do dia

Por valor agregado

Esse mesmo movimento é percebido nas estatísticas sobre valor agregado.

 

 

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4 comentários

  1. Nassif, essa estatística não considera o subfaturamento, especialmente nos manufaturados. Considere no mínimo mais 30% nas importações da China. E as exportações para a Europa são superfaturadas para a Suiça, maior “importador” de nossos produtos. Acredita nisso? Ou seja, esses números não expressam a realidade.

  2. O Brasil do golpe é um paraquedista distraído que saltou confiante do avião econômico pilotado pelo alucinado Paulo Guedes, mas se esqueceu de botar o paraquedas. Enquanto o país assim em queda livre se aproxima aceleradamente do solo, onde iremos todos nos esborrachar, a mídia corporativa, controlada pelos oligarcas tupinambás da comunicação, insufla a opinião pública com um retumbante e otimista “AGORA VAI”.

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