Sara Winter é pega no pulo por possível falsidade ideológica, por Mari Tegon

Ex-feminista afirmou na internet que tinha formação e experiência suficientes para assumir cargo no Ministério da Mulher, sob Damares Alves

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Por Mari Tegon

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Sara Fernanda Giromini, mais conhecida pelo pseudônimo ‘Sara Winter’, informou à ministra Damares Alves, quando foi contratada pelo governo, que tinha ensino superior completo. Mas é mentira. Na polícia, ela assinou termo em que marcou “superior incompleto”.

Quando foi procurada, a “UNINTER”, faculdade em que Sara Winter diz ter realizado a graduação em Relações Internacionais (e mais 3 cursos de extensão- VEJA O CV no fim do texto), a universidade não quis responder e muito menos disponibilizaram o suposto diploma da líder do grupo “300 Pelo Brasil”.

Na sede da Polícia Federal Sara acabou informando e admitindo indiretamente, através do termo de declaração, que havia mentido ao governo, sobre a situação de sua formação acadêmica, ao assinalar a opção de que não possuía ensino superior completo. O que em tese configura crime de falsidade ideológica.

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