21 de maio de 2026

STF inicia julgamento sobre o caso Marielle Franco

O crime, ocorrido há oito anos, tornou um dos mais emblemáticos da história criminal brasileira recente.
Marielle Franco - Mídia Ninja - Reprodução

STF inicia julgamento da Ação Penal 2434 contra cinco acusados do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes no RJ.
Acusados incluem ex-políticos e policiais; respondem por duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio.
Julgamento ocorre em 24 e 25/02, com familiares de Marielle presentes, buscando justiça após quase 8 anos do crime.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

Nesta terça-feira, 24 de fevereiro, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deu início ao julgamento da Ação Penal 2434, que analisa a acusação contra cinco pessoas apontadas como mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL, e do motorista Anderson Gomes, mortos no dia 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro. Acompanhe ao vivo, na TV GGN:

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O crime, ocorrido há oito anos, tornou um dos mais emblemáticos da história criminal brasileira recente.

Os acusados no processo são:

  • Domingos Brazão – conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ)
  • João Francisco “Chiquinho” Brazão – ex-deputado federal
  • Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior – delegado e ex-chefe da Polícia Civil do RJ
  • Ronald Paulo Alves Pereira – ex-policial militar
  • Robson Calixto Fonseca (conhecido como “Peixe”) – ex-assessor parlamentar

Eles respondem por duplo homicídio qualificado pelos assassinatos de Marielle e Anderson, além de tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves, a assessora que sobreviveu ao ataque. Também há imputação de organização criminosa para alguns dos réus.

A Constituição determina que crimes dolosos contra a vida sejam julgados pelo Tribunal do Júri. No entanto, como um dos acusados — Chiquinho Brazão — exercia mandato de deputado federal à época dos fatos, o processo tramita no STF por conta da prerrogativa de foro de autoridades.

O julgamento terá sessões na terça-feira (24), com início às 9h e 14h, e pode seguir na quarta-feira (25). A dinâmica prevê a leitura do relatório pelo relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, seguida das sustentações da acusação e das defesas, e, por fim, a votação dos ministros que compõem a Turma.

Familiares de Marielle Franco acompanharão as sessões no STF, em um momento considerado simbólico por representantes da sociedade civil e da própria família, que buscam por justiça após quase uma década desde o crime.

Com informações do STF

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2 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    24 de fevereiro de 2026 7:58 am

    Marielle, você é lindíssima, ao contrário dos seus algozes.

    “Todo o relacionamento mantido entre o acusado e a menor não decorreu de ato de violência, coação, fraude ou constrangimento, mas sim de um vínculo afetivo consensual, com prévia aquiescência dos genitores da vítima e vivenciado aos olhos de todos”. – desembargador Magid Nauef Láuar

    Quer dizer que se uma Filha Menor do Magid doasse o carrão do Papai a um morador de rua, sem que tenha sido coagida a fazer isso, sem fraude ou consentimento, estaria tudo certo? Ele não iria retomar o carro? Duvido.

  2. Rui Ribeiro

    24 de fevereiro de 2026 8:00 am

    Sem fraude ou constrangimento, não consentimento. Vacilei, como sempre. Desculpa, Nassif

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