Enviado por Abrão Gente

Uma vida em movimento, de repente congelada – “Foi a coisa mais profundamente lacerante que eu já senti em toda minha vida: o desespero de uma pessoa que não consegue se mexer”.
Assim inicia a materia principal da capa do site do New York Times na noite desta última 4a. feira (13): a nossa Lais Souza em bonita reportagem sobre sua carreira olímpica e sua abrupta interrupção “à frio”.
Nossa mídia local, mais preocupada com seu perfil sexual, fica devendo esta.
Jair Fonseca
15 de maio de 2015 1:59 pmDeu no New York Times.
Agora a mídia local vai tentar imitar a matriz. Mas não vai conseguir, porque jornalistas daqui não escrevem textos longos (e bons) como este sobre a história de Laís Souza, e os jornais brasileiros não têm mais fotos tão boas quanto as dessa matéria. Impressionante aquela da parte de trás do pescoço de Laís, com a tatuagem de estrela partida pela cicatriz. Só esta foto significa e dignifica toda sua história.
Abrão Gente
15 de maio de 2015 6:41 pmUm ou dois portais pegaram a mera tradução da reportagem
O NY Times se deu ao luxo de dispor de um link (embaixo à direita) para a leitura da matéria em português.
Que pelo menos na versão em inglês é até sonorizada.
O que esperar desta nossa míRdia?
evandro condé de lima
15 de maio de 2015 3:07 pmQue seja boa a reportagem
Mas será que mostraram que o Congresso – e acredito que sancionado- deu uma aposentadoria a ela pelo teto enquanto milhares (milhões?) jamais a terão, e sofrendo de agruras iguais e semelhantes.
Mer Dista da Inveja
15 de maio de 2015 6:35 pmR$ 4600 por ter se acidentado treinando p/ representar seu país
A velha mania de nivelar por baixo.
Por isso nunca fui comunista, pois acho que temos que resolver a geração e distribuição de riqueza para os milhões,
E não a pobreza.
evandro condé de lima
15 de maio de 2015 10:20 pmE pensar que um sem número de
E pensar que um sem número de professoras – que vão ajudar a formar o país – não ganham nem ganharão esta quantia.
Maria Carvalho
16 de maio de 2015 1:50 amE é justo
por exemplo, um “magistrado” ou outro servidor de carreira de Estado, afastado “legalmente”, à bem do serviço público, continuar recebendo proventos?
ana s.
15 de maio de 2015 10:00 pmObrigada, Abrão
Por compartilhar. Grande matéria!