5 de junho de 2026

The New York Times publica especial de Lais Souza

Enviado por Abrão Gente

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Uma vida em movimento, de repente congelada – “Foi a coisa mais profundamente lacerante que eu já senti em toda minha vida: o desespero de uma pessoa que não consegue se mexer”. 

Assim inicia a materia principal da capa do site do New York Times na noite desta última 4a. feira (13): a nossa Lais Souza em bonita reportagem sobre sua carreira olímpica e sua abrupta interrupção “à frio”.

Nossa mídia local, mais preocupada com seu perfil sexual, fica devendo esta.

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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7 Comentários
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  1. Jair Fonseca

    15 de maio de 2015 1:59 pm

    Deu no New York Times.

    Agora a mídia local vai tentar imitar a matriz. Mas não vai conseguir, porque jornalistas daqui não escrevem textos longos (e bons) como este sobre a história de Laís Souza, e os jornais brasileiros não têm mais fotos tão boas quanto as dessa matéria. Impressionante aquela da parte de trás do pescoço de Laís, com a tatuagem de estrela partida pela cicatriz. Só esta foto significa e dignifica toda sua história.

    1. Abrão Gente

      15 de maio de 2015 6:41 pm

      Um ou dois portais pegaram a mera tradução da reportagem

      O NY Times se deu ao luxo de dispor de um link (embaixo à direita) para a leitura da matéria em português.

      Que pelo menos na versão em inglês é até sonorizada.

      O que esperar desta nossa míRdia?

       

  2. evandro condé de lima

    15 de maio de 2015 3:07 pm

    Que seja boa a reportagem

    Mas será que mostraram que o Congresso – e acredito que sancionado- deu uma aposentadoria a ela pelo teto enquanto milhares (milhões?) jamais a terão, e sofrendo de agruras iguais e semelhantes.

    1. Mer Dista da Inveja

      15 de maio de 2015 6:35 pm

      R$ 4600 por ter se acidentado treinando p/ representar seu país

      A velha mania de nivelar por baixo.

      Por isso nunca fui comunista, pois acho que temos que resolver a geração e distribuição de riqueza para os milhões,

      E não a pobreza.

      1. evandro condé de lima

        15 de maio de 2015 10:20 pm

        E pensar que um sem número de

        E pensar que um sem número de professoras – que vão ajudar a formar o país – não ganham nem ganharão esta quantia.

    2. Maria Carvalho

      16 de maio de 2015 1:50 am

      E é justo

      por exemplo, um “magistrado” ou outro servidor de carreira de Estado, afastado “legalmente”, à bem do serviço público, continuar recebendo proventos?

  3. ana s.

    15 de maio de 2015 10:00 pm

    Obrigada, Abrão

    Por compartilhar. Grande matéria!

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