Vídeo: Movimento negro, candidatura coletiva e feminismo para os 99%, com Paula Nunes

Segundo Paula, o mandato coletivo é uma forma de "romper com a ideia de que a representação política" se dá exclusivamente pelo "modelo messiânico e personalista"

Jornal GGN – A advogada e ativista do movimento negro e feminista Paula Nunes é a entrevistada da edição do Cai na Roda do sábado (31/7).

Formada em Direito pela PUC-SP, Paula contou como sua militância política se acentuou nos tempos de graduação, mas que a necessidade de fazer ressoar as vozes do movimento negro a levaram a buscar a filiação a um partido político. Ela começou no PSTU e depois mudou-se para o PSOL, onde atua desde 2017.

Em novembro de 2020, Paula e outras quatro mulheres – Silvia Ferrano, Carolina Iara (mulher trans e ‘positHIVa’), Dafne Sena e Natália Chaves – tentarão emplacar nas urnas o mandato coletivo da Bancada Feminista do PSOL.

Segundo Paula, o mandato coletivo é uma forma de “romper com a ideia de que a representação política” se dá exclusivamente pelo “modelo messiânico e personalista” que está falindo atualmente.

Paula falou às jornalistas do GGN sobre esta empreitada eleitoral, o programa de segurança que as mulheres constroem para São Paulo, sobre a briga para manter as escolas fechadas na capital paulista durante a pandemia de coronavírus e como a crise sanitária salientou as desigualdades sociais.

Ela também comentou sobre a repercussão do Black Lives Matter no Brasil, sobre a figura referencial de Marielle Franco para as mulheres e movimento negro, a política de base das esquerdas e o que significa feminismo para 99% da sociedade, entre outros temas.

Assista:

Confira os episódios anteriores:

Política, carreira, gestão pública e luta social com Ana Estela Haddad, na estreia do Cai Na Roda

Tata Amaral: Brasil avançava contra desigualdades no audiovisual, mas Bolsonaro abortou incentivos

 

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