Não é apologia à violência. Muito menos discurso feminazi. A realidade é que não se conversa com os pulsos, e se o cidadão começar o papo com o tabefe que receba de volta em surra.
Nunca entendi como mulheres aceitavam a violência contra elas. Isso quando jovem. Pensava eu, no alto de meu empoderamento: não é possível aceitar nada que seja degradante.
Daí amadureci e entendi as diversas lutas travadas por uma mulher vítima de violência, qualquer violência. E comecei a raciocinar que não bastava ser empoderada, era preciso que fosse apoiada, cercada, orientada, encaminhada.
Foi um caminho longo de aprendizado e não, nunca fui estapeada, embora tenha sido abusada. Qual mulher não foi?
E repenso meus caminhos neste março de 2023. Tantas voltas damos para chegar à máxima de que o respeito é o que vale para todos, que ficamos tontas quando isso não chega e temos que brigar. Sem Campari, por favor, quero só realidades.
Vendo o vídeo abaixo não pensei em nada edificante para dizer. Só vi o vídeo e ri no final. Rir pois uma mulher não levou desaforo pra casa. Nem precisava mais. Viva a reação. Veja o vídeo a seguir.
AMBAR
6 de março de 2023 10:21 pmEssa menina é irmã mais velha que teve que tomar conta de irmão moleque. E tome tabefe! Na verdade, os homens só folgam tanto entre eles quanto contra as mulheres, quando não encontram reação.