Centenas de israelenses tomaram às ruas de Tel Aviv, capital de Israel, na noite desta sexta-feira (16) para reivindicar a libertação imediata dos sequestrados em 7 de outubro, no início da guerra contra o Hamas.
A reação popular ocorreu após as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) informar que suas tropas mataram “por engano” três reféns israelenses que estavam em poder do Hamas.
Yotam Haim, Samer Talalka e Alon Shamriz conseguiram fugir do cativeiro e tentavam chegar a Israel, quando foram mortos, em Shejaiya, bairro da Cidade de Gaza, no norte do território palestino.
“Durante os combates em Shejaiya, uma tropa das Forças de Defesa de Israel identificou erroneamente três reféns israelenses como uma ameaça. Como resultado, a força disparou contra eles e eles foram mortos“, declarou um porta-voz do Exército, por meio de nota.
Em resposta, israelenses foram às ruas com cartazes pedindo “traga-os para casa agora” e “exigimos um acordo”. Com bandeiras de Israel cobertas com tinta vermelha, cartazes com fotos dos três reféns mortos e de pessoas que permanecem desaparecidas, o grupo se reuniu em frente à base militar de Tel Aviv e, depois, marchou pela cidade.
Bandeira branca e preces em hebraico ignoradas por Israel
As vítimas estavam sem camisa e carregavam uma bandeira branca improvisada quando foram assassinados. “Estavam todos sem camisa e com um bastão com um pano branco. O soldado se sentiu ameaçado e abriu fogo. Dois foram mortos imediatamente”, afirmou uma autoridade militar israelense.
O terceiro refém foi ferido, mas consegui fugir para um prédio próximo, onde pediu ajuda em hebraico, Em meio as preses, “um comandante do batalhão emitiu uma ordem de cessar-fogo, mas houve outra explosão de fogo contra a terceira figura e ele também morreu”, disse o responsável.
“Durante os combates em Shejaiya, uma força das Forças de Defesa de Israel identificou erroneamente três reféns israelenses como uma ameaça. Como resultado, a força disparou contra eles e eles foram mortos“, declarou, em comunicado, um porta-voz do Exército.
Os corpos dos três foram levados pelos soldados a território israelense, onde foram identificados.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu desculpas às famílias e disse que aprendeu “lições necessárias“. Contudo, as incursões seguirão em Gaza.
Com informações do The Guardian, Reuters e G1.
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josé Oliveira de Araújo
17 de dezembro de 2023 8:47 amOs nazisionistas que que dirigem o atual estado de Israel, para atingir os seus criminosos objetivos,não se importam nem em poupar a vida de judeus. Se retrocedermos aos tempos bíblicos, encontraremos na narrativa da conquista da terra prometida, nos deparamos com um grande massacre executado pelos levitas a mando de Moisés que resultou na morte de cerca de 23.000 israelenses conforme descrito abaixo.
“Exodo cap. 32, transcrito abaixo:
“E tendo se ajuntado à roda dele todos os filhos de Levi, lhes disse; Eis aqui o que diz o Senhor Deus de Israel: Cada homem meta a sua espada à cinta: passai e tornai a passar, atravessando o campo duma porta a outra ; e cada um mate seu irmão, seu amigo,e que lhe for mais chegado. Fizeram os filhos de Levi o que Moisés tinha ordenado, e foram quase vinte e três mil mil homens que cairam mortos aquele dia. Então lhes disse Moisés: Cada um de vós sonsagrou hoje as suas mãos ao Senhor, matando seu filho e seu irmão, para vos ser dada a bênção.” Exodus capítulo 32 versículos de 25(parte) a 29. Haja Misericórdia!
Se um dirigente do estado de Israel, se inspira em Moisés, imagine do que ele será capaz de fazer para aniquilar milhões de islamitas palestinos, se são capazes de trucidar os seus.