Jorge Viana e Tião Viana posicionam-se sobre a segunda lista de Janot

 
Jornal GGN – Incluídos na segunda lista de Janot de pedidos de inquéritos, com base nas delações premiadas da Odebrecht, o senador Jorge Viana (PT-AC) e o governador do Acre, Tião Viana (PT), se posicionaram sobre a citação a possível investigação contra os políticos.
 
Segundo eles, o “Brasil vive a mais grave crise de sua representação política, com nocivas consequências para a vida social e econômica do país. Tal crise atinge a todos os partidos e coligações com tamanha profundidade que, sem exceção, todos os políticos precisam dar explicações à opinião pública”.
 
“Sem ocupar cargo público, fui candidato em 2010 e fiz uma campanha que custou R$ 968,1 mil, dos quais R$ 280 mil foram repassados a outros candidatos. Os recursos foram declarados e minhas contas, aprovadas pela Justiça Eleitoral, de acordo com a legislação vigente”, afirmou o parlamentar.
 
Na nota, também afirmou que seu irmão, o governador do Acre, “é um exemplo de correção no exercício nos mandatos que o povo do Acre lhe confiou. Sempre foi um homem público de imensa capacidade de trabalho e honestidade”. “Não tenho dúvidas que também ele será inocentado, como ocorreu no ano passado, quando foi absolvido pelo Superior Tribunal de Justiça, diante de acusações infundadas”, completou.
 
Para o senador, a crise política vivida no país faz com que todos os políticos de diversos partidos, “como PMDB, PSDB, PT, DEM, PSD, PSB, PRB e PP”, possivelmente envolvidos no escândalo de corrupção da Petrobras, tenham que dar explicações à sociedade.
 
Confiantes de que as investigações comprovem que ambos não estão envolvidos no esquema, o senador lembrou que, neste momento, também é preciso promover “uma reforma política profunda e construir uma nova governança para o dinheiro público, especialmente na relação com a iniciativa privada”.
 
“A hora é de encararmos a crise e darmos satisfação ao povo. O Brasil deve confiar nas instituições, sobretudo no Judiciário, no Ministério Público Federal e na Polícia Federal, sem deixar de lado as preocupações com eventuais ações seletivas e abuso de autoridade”, concluiu.
 
 
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