
Jornal GGN – A Câmara dos Deputados pode votar nesta quarta (5) o Projeto de Lei 4567/16, do Senado, de autoria original de José Serra (PSDB), que retira a obrigatoriedade de a Petrobras ser a operadora de todos os blocos de exploração do pré-sal no regime de partilha de produção. O projeto já está na pauta e o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM), quer dar prioridade à sua aprovação.
Atualmente, a Lei 12.351/10, que institui o regime de partilha, prevê a participação da Petrobras em todos os consórcios de exploração de blocos licitados na área do pré-sal com um mínimo de 30% e na qualidade de operadora. Com o projeto discutido na Câmara, empresas estrangeiras poderão tocar o negócio sem a presença da estatal brasileira.
O projeto é polêmico e não guarda consenso. Para a oposição capitaneada pelo PT, a proposta sinaliza a entrega do petróleo brasileiro a multinacionais. Já deputados da base de Michel Temer argumentam que a Petrobras está endividada e não tem saúde financeira para arcar com os investimentos necessários.
O deputado federal Wadih Damous (PT) sustenta que, se aprovado, o projeto reduzirá o potencial de investimentos em serviços públicos.
Gariel
5 de outubro de 2016 2:29 pme-cidadania
essse é o projeto do zé serra q teve quase 4mil votos contra e só 39 a favor no e-cidadania….. ainda assim aprovado em velocidade recorde. normal pra algo dessa importância, envergadura e impacto(SIC).
tácitamente interesse majoritário da população: população de novos majores da nau – os notáveis (leia-se: cheios da nota).
Jaide
5 de outubro de 2016 4:22 pmEis a verdadeira razão da
Eis a verdadeira razão da troca de governança: esses projetos de “envergadura e impacto”, onde os “notáveis” (gostei do “cheios da nota”) do mundo vão fazer a festa (deles). O resto é conversa fiada, toneladas de papéis com teses diversas, sem utilidade. No âmbito interno, prossegue com sofreguidão a divisão do butim, ou melhor, da raspa do tacho, pq o filet é de quem de fato está no comando.
Caetano.
5 de outubro de 2016 2:30 pmO Projeto de Lei é benéfico à
O Projeto de Lei é benéfico à Petrobras e ao país, porque concede liberdade à empresa de escolher onde quer investir (uma vez que não há recursos para todos os poços) e ao mesmo tempo permite o investimento estrangeiro, aumentando a produção brasileira.
Ta(e)can(h)o
5 de outubro de 2016 4:04 pmO recurso é o petróleo, estúpido, que pode ser usado p/ os 30%
Quem, neste mundo capitalista, quer ter a “liberdade” de perder recursos que já tem?
Comentários currupaqueados à exaustão como este seu tem duas prováveis origens: 1) Tacanhice 2) Interesses comprometidos com o comentário. Normalmente são os dois combinados.
E óbvio que a Petrobrás TEM condições de investir em pelo menos 30% da maior reserva descoberta no planeta, tanto que:
1) Bate recordes de produção no pré-sal ANTES do prazo e ABAIIXO do custo previsto, superando e ganhando prêmios internacionais de produtividade perante as concorrentes.
2) Usou sua “liberdade” para exceder com 40% em Libra, junto com a Shell, Total e 2 chinesas.
3) Caso não houvesse recursos, poderia pagar a sua parte de investimentos (as demias pagariam por 70% deles) com petróleo cedido às parceiras ATÉ pagar os 30% do investimento, além de 70% da RECEITA recebida pelas parceiras para operar os campos e, principalmente CONTROLAR a extração.
4) Ninguém está proibido de explorar o pré-sal, assim como NEM ANTES da desnecessária e traidora quebra do monopólio estava, pois já haviam CONTRATOS DE RISCO disponíveis, e várias estrangeiras o fizeram.
5) A parte de risco do capitalismo (descobrir petróleo) foi feita pela Petrobrás e agora as empresas estrangeiras usarão seu capitaismo de CERTEZA nos campos descobertos e cedivendoados. É só furar e ganhar…
6) Quanto mais se vende ativos da Petrobrás, mais reduzir-se-lhe-á (êpa!) sua capacidade de amortizar e recuperar os investimentos já feitos, não apenas em perfurar,l mas em prospectar.
7) A Petrobrás, uma das maiores petroleiras do mundo, já é a maior produtora de petróleo, superando as maiores entre as cotadas em bolsa (Exxon, Shell, etc.), mas perde em faturamento exatamente porque não tem o downstream que elas têm e que lhes traz um valor adicionado multiplicado.em receita de óleo (refinarias, distribuição, transporte, combustíveis, petroquímica, geração de energia, lubrificantes, etc.)
8) Com base nestes últimos itens, mais uma vez os seculares traidores de seu povo querem (e vão?) transformar a Petrobrás num quiosque de venda de commodities (mas com a “contabilidade maravilha!”)…
9) Talvez até tenha que comprar petróleo nacional de empresas estrangeiras, Nós vamos comprar gasolina ao preço que eles quiserem, exportar empregos e know-how diretos (petroleiras) e indiretos (industria e know-how de apoio, com a naval, infraestrutura, refinarias,, equipamentos).
10) Enfim, os RECURSOS para investir estão lá no fundo, estúpido…
Há milhões de anos!
Ta(e)can(h)o
5 de outubro de 2016 5:11 pmMaior descoberta deste século *
Antes que tente argumentar por erros de vírgulas…
Mas fique à vontade” para mostrar alguma “inteligência” argumentativa,
Se houver…
Caetano.
5 de outubro de 2016 6:41 pmO ilustre comentarista é
O ilustre comentarista é rápido em insultar, mas usa argumentos insuficientes para lhe dar razão. Diz que, se não houver recursos (e nisso admite a possibilidade que antes negava), basta prometer pagamento com o petróleo extraído. Acontece que a Petrobras tem dívidas a serem pagas já ou em breve, não pode esperar extrair o petróleo, sob risco de insolvência. Nós, os pequenos acionistas, como aqueles que transformaram o saldo do FGTS em ações da Petrobras, fomos tungados já uma vez, quando o governo aumentou sua participação sem injetar um tostão na empresa, prometendo pagar com o petróleo que será extraído em futuro incerto. A extração profunda é cheia de riscos, principalmente ambientais, o que torna a operação lenta e dispendiosa.
Se a Petrobras tivesse os recursos para bancar os 30% em todos os poços, o problema estaria resolvido. Acontece que não tem, e o investimento estacionou, causando perda de emprego a milhares. Proponho que você se apresente ao Pedro Parente, possivelmente outro estúpido, e lhe explique a solução para a Petrobras, que ninguém, a não ser você, com sua brilhante inteligência, conseguiu desvendar.
Ta(e)can(h)o
5 de outubro de 2016 8:37 pmExiste dívida por prejuízo e divida por investimento
“É a economia estúpido!”, uma expressão genérica que não traz insulto específico, a menos que vc não a conheça ou vista carapuças facinhas, assim como demonstra não conhecer o assunto no qual comenta, talvez como torcedor, interessado ou .. sei lá, hehe.
Dito isto, vc só confirma seu comentário tacanho “cut & paste” de míRdia. Vejamos, na ordem dos seu comentários:
1) Dificuldade de leitura: nã sabe a diferença entre “se não houver” e “se não houvesse”. Portanto não “admiti” nada, apenas corroborei que AINDA QUE não houvesse recurso FINANCEIRO, há o recurso petróleo.
2) Empresas gigantes não “prometem”, fazem contratos. Além disso, nenhuma empresa vai investir no pré-sal com dinheiro do caixa, todas elas vão se endividar também. Saiba ainda que 37 empresas de petróleo pelo mundo quebraram em 2015/16 e que as “majors” tiveram resultados pífios ou negativos. Portanto, Pagar a sua parte com petróleo em vez de endiividamento financeiro é apenas uma alternativa, que hoje só a Petrobrás teria e lhe vão tirar.
3) As “´dividas” da Petrobrás são pagas com os lucros que ela dá, e este endividamento é saudável, pois tem RETORNO do investimento, o que é diferente de uma empresa que se endivida por dar prejuízo. A Petrobrás só deu prejuízo CONTÁBIL (sempre dálucro operacional), por ajustes de ativos no balanço e efeitos da lava-jato, que JAMAIS deveria tê-la afetado, mas tão somente a meia dúzia dos bandidos que lá estavam.
4) Vc apenas repete o que houve na míRdia (porisso o “currupaco), quando “acah” que a Petrobrás “não tem como investir”. Ora ela tem um plano de investimentos que está sendo cumprido com sucesso (antecipação de produção e portanto receitas, e diminuição de custos). O problema é que com esse bombardeio político-mirdiático, a troca total de diretoria e de conselho, a quebra ou absurdo impedimento de fornecedores vitais pelas ações judiciais sobre alguns de seus executivos, gerando enorme desemprego e paralização de projetos é que é a evidente razão da dimuição do ritmo dos trabaljos.
5) Vc me “explicar” que a “extração de petróleo é isso ou aquilo” é desnecessária, pois trabalhei boa parte de minha vida como exceutivo em empresas de petróleo. O fato é que a Petrobrás é reconhecida mundialmente até por suas congêneres na sua competência e produtividade em nível de excelência. Por isso elas querem pegar tudo prontimho e já feito por ela, para apenas extarir e fazer plin-plin em suas caixas registradores. Estarão quase comprando apenas a operação, como fizeram a Telefonica, a Claro, a AES, a MCI-Sprint, A Enrom e etc. (e vc goooosta!).
6) Quando a eu dar “consultoria” para o Pedro Parente, não se preocupe: ele não estará interessado, pois o objetivo dele é claramente repassar tudo para os amicci, por razões que até vc acredita.
7) Vc é surdo até para escrita, pois continua acando que a Petrobrás não tem capacidade de investir sequer 30% do pr-sal, apesar de já estar extraindo mais de 2 milhões/dia dele em tempo e volume recorde. Vc deve ler, ver e ouvir muito o Sarnenberg, a Leitoa, o Reinada e outros “especialistas”. E repito: SE não tiveSSE, pagaria em óleo e RECEITAS da operação que as outras teriam que pagar (e ser CONTROLADAS).
Enfim, não lhe sobra ardrasobre argumento. Vc pode ler estes FATOS e tentar assimilá-los ou apenas ser um crente da igreja universal da venda do pré-sal.
E não sou poeta…
PS: Quanto à suas ações meu caro, faz parte do mundo das bolsas, inclusive lá fora. Reclame com que denigre a empresa 110% do tempo. E outra: mais seguro ganhar dinheiro trabalhando. Sds.
Gilson AS
5 de outubro de 2016 3:11 pmCaralho !!!! Por que os
Caralho !!!!
Por que os funcionários da Petrobras, de todas as instancia, não param.
Tem que parar a porra toda !!! produção de petróleo e derivado. No Brasil e no exterior
Até esses golpistas recuarem
Da área burocrática à área técnica, da senhorinha que serve o café ao CEO, para tudo, para geral.
Esses funcionários estão com medo de que ? De perder o emprego ? Perderão se a empresa for privatizada como querem os golpistas.
PQP, dá dó de ver o patrimônio nacional indo embora.
E esse milicos ainda batem continência para esses golpistas.
Além de terem raiva do PT, que tem todo o direito, também são burros, anti patriotas, pois estão permitindo a dilapidação do patrimônio nacional por picuhinha politica.
Burros !!!
Greg di Mateus
5 de outubro de 2016 3:41 pmÉ o que me pergunto, onde estão os militares nacionalistas?
.
Estão acabando com os projetos estratégicos do país e os militares ficam quietos? Submarino nuclear, míssel, blindados, caça fx…. tudo em ritmo que o tio Sam gosta…
CFilho
6 de outubro de 2016 12:56 amSubmarino nuclear Shell Sal
Pra que mais submarino nuclear se as reservas passarão para mãos estrangeiras? Eles que tratem de defende-las.
Marcelo33
6 de outubro de 2016 1:52 pmOS militares Nacionalistas
OS militares Nacionalistas estão vibrando. Na verdade, militar Brasileiro só tem fidelidade À uma pátria, e não é o Brasil.
Ivan de Union
5 de outubro de 2016 3:50 pmCorrigir a chamada: a camara
Corrigir a chamada: a camara vai votar PELO fim da participacao obrigatoria. Nao disse que ia levar menos de 1 mes depois que essa quadrilha voltou dos EUA?
Alice no País das Desmaravilhas
5 de outubro de 2016 4:25 pmInsisto:
Venda de PATRIMÔNIO PÚBLICO e alterações na CONSTITUIÇÂO* só podem ser aprovadas mediante referendo popular (2 em 2 anos ou quando urgente). Se necessário, definir um nível de valor estratégico mínimo, definido nos estatutos patrimoniais.
O dono é o povo (que pagou pelo patrimônio) e não os governantes, que não têm procuração para dispôr deles, mas eminentemente para MANTÊ_LOS E FAZÊ-LOS FUNCIONAR BEM.
Talvez uma lei como essa passe algum dia.
Quando não houver mais nada para vender.
E não falta muito…
(*) ou por uma assembléia constituinte (e não constituída) eleita pelo povo.
Alice no País das Desmaravilhas
5 de outubro de 2016 4:31 pmO Brasil está sob um ARRASTÂO!
E os bandidos têm apoio de “milicianos” no Legislativo, Judiciário e (agora) Executivo .
(o MPF eu não sei a que poder pertence, talvez o poder de um certo Departamento de Estado).
E nós, de sunga e maiô, vamos ficar nus e morrer nas ruas e na praia,
Literalmente.
emerson57
5 de outubro de 2016 5:02 pminfestado
O Brasil está infestado de cupins!
A globo é a rainha mãe!
Miguel A. E. Corgosinho
5 de outubro de 2016 5:06 pmEstas formulas de
Estas formulas de INVESTIMENTOS EXTERNOS (de uma sociedade receber a formula alterada de outra) são para ferrar tanto o Estado que sem ser empresário se endivida por uma moeda que não tem a soma do trabalho nacional {perde igual quota de equivalente na unidade econômica}; como ferra o direito proporcional dos produtores ao crédito do trabalho – a ser por eles fornecido para medida do fundo comum (princípio e a prática), pois a igualdade consiste no fato de a medida da moeda se fazer como padrão igual ao trabalho.
O que prevalece nesse caso do investimento, obviamente, é o mesmo princípio que regula a troca de mercadorias, em que aqui trata-se de valores iguais com os investidores – como certificado de mercadoria equivalente sem trabalho – para participarem de conteúdos de valor para o outro lado, e passarem a ser as propriedades dos indivíduos com direitos desiguais e ainda alienar o Estado.
O direito internacional, pela sua própria natureza, só pode consistir de um padrão igual de reciprocidade, tanto para um lado como para o outro, e nada do padrão de medida da moeda pode se passar para quota de propriedades particulares, a não ser para meios de consumo individuais – Posto que a mesma quantidade de trabalho que os meios de consumo fornece à sociedade de uma forma, recebe-a de outra, pelo padrão que se retira do fundo comum, na formula de equivalente na unidade do Estado.
Para evitar o plano superior dos investidores na primeira fase da sociedade; e porque, de fato, já é um meio de vida para o pleno desenvolvimento do indivíduo e das fontes de riqueza, o trabalho deve se tornar o primeiro investimento condicionador às necessidades da vida.
Panthro
5 de outubro de 2016 5:22 pmNoticia baseada em dados do
Noticia baseada em dados do IBGE.
“O setor industrial, em agosto de 2016, volta a mostrar um quadro de menor ritmo produtivo, com perfil disseminado de taxas negativas, já que três das quatro grandes categorias econômicas e 21 das 24 atividades apontaram redução na produção. Com o resultado desse mês, o total da indústria encontra-se 21,3% abaixo do nível recorde alcançado em junho de 2013.”
Alguém se lembra das manifestações de junho de 2013?
Já pensaram quanto custou para a nação aqueles R$ 0.20?
Olhando para trás dá para perceber com clareza o estrago que a mídia golpista, a república de curitiba, o MPF e os derrotados de 2014 causaram ao país.
E, segundo a globo e a miriam leitão(inúsculo), o culpado é o PT. Pelo jeito a maioria acreditou.
Um país com 75% de analfabetos funcionais dá nisso e justifica o motivo para destruir a educação planejado por aqueles que agora estão no poder.
Bando de LADRÔES, BANDIDOS, e TRAIDORES DA PÁTRIA.
Panthro
5 de outubro de 2016 5:23 pmIsto sem falar no desemprego
Isto sem falar no desemprego que era 4,8% no final de 2014 e agora está em 12%.
Quantos pais daqueles inocentes do MPL perderam os empregos neste período?
romulus
5 de outubro de 2016 5:24 pmPost meu mastigando p/leigos o q ta em jogo (28-8-16):
>> Atenção: golpe no Pré-sal e na Petrobras avança, por Romulus
ROMULUS
DOM, 28/08/2016 – 10:32
ATUALIZADO EM 28/08/2016 – 10:33
Por Romulus
Atenção: golpe no Pré-sal e na Petrobras avança
Post “6 em 1”:
– Deputado federal Wadih Damous alerta: “enquanto Dilma está sendo julgada pelo Senado, José Serra está no Itamaraty recebendo poderosos da Shell. (…) a venda o Pré-sal brasileiro é ponto central do golpe de Estado em curso em nosso país”.
– Desnudando as estratégias dos golpistas: aspecto financeiro-fiscal e econômico-estratégico explicados com clareza. Petrobras não ser operadora enfraquece a empresa hoje e amanhã. Abre espaço ainda para estrangeiros superfaturarem a rodo – sem o olho do dono em cima – dilapidando a parte do petróleo que cabe à União pela partilha.
– Eles dizem: “Pré-sal precisa de investimento estrangeiro!”. Ora, como a Petrobras, empresa cuja emissão de títulos tem mais procura do que aquilo que oferta, “está sufocada”? Caso a vontade não fosse dilapidar o patrimônio brasileiro, bastaria, como no passado, lançar mão de uma operação de cessão onerosa.
– E não é tudo! A técnica para lesar o patrimônio do Brasil na ida e na volta: venda dos ativos do Estado em operações de leveraged buyout (aquisição alavancada).
– Uma advertência aos abutres: o Direito não protege quem age de má-fé, sem diligência ou o enriquecimento sem causa. Desde a Roma antiga ninguém é premiado pela própria torpeza!
– E o que os partidos de esquerda (PT, PCdoB, Rede, PSOL, PDT e PSB) podem fazer a respeito?
– Bem… vem aí o 7 de setembro, não é mesmo?
* * *
(i) Serra com a Shell… mas e a Chevron, gente? Não rola ciúme?
Como noticiou o GGN, o ministro de Relações Exteriores José Serra recebeu na quinta-feira (25) o presidente da Shell Brasil Petróleo, André Araújo, e o vice-presidente mundial da Royal Dutch Shell, Andrew Bown. Embora o encontro constasse da agenda oficial de Serra, o teor da conversa não foi divulgado.
Ao saber disso, curioso que sou, fiz algumas indagações nas redes sociais:
O deputado federal Wadih Damous (PT) fez o alerta:
>> Enquanto Dilma está sendo julgada pelo Senado, o tucano José Serra está no Itamaraty recebendo poderosos da Shell. (…) Como já se sabe, a venda o pré-sal brasileiro é ponto central do golpe de Estado em curso em nosso país. Para isso, querem fazer a sociedade acreditar que a Petrobras necessita de investimento estrangeiro quando, na verdade, existe uma aliança verdadeiramente serviçal com o objetivo de entregar a preço de banana nossa grande riqueza. <<
Síntese perfeita do deputado, que aponta as duas faces do crime de lesa pátria que se aproxima.
Já revelei em posts passados a estratégia de José Serra – mais Eduardo Cunha, Renan Calheiros e Pedro Parente, entre outros – para garrotear a Petrobras e entregar o Pré-sal às petroleiras internacionais. Como o golpe avança, mais uma vez desnudo o plano, transparente para quem tem algum conhecimento da indústria do petróleo, finança e direito empresarial.
Ainda na matéria do GGN ficamos sabendo que:
>> O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), confirmou ao Estadão desta sexta (26) que o PLS 131 é prioridade na próxima semana, quando o impeachment de Dilma já terá um desfecho conhecido. Com patrocínio do governo Temer, a Casa quer aprovar o PLS 131 sem mudanças, justamente para que ele seja sancionado o mais rápido possível. <<
“Urgência”? Sei…
Num momento em que há excesso de produção de petróleo no mundo e em que as petroleiras internacionais estão no vermelho sem poder investir?
Evidente que não existe!
Usam os números negativos da conjuntura para mudar a estrutura e entregar lá na frente, quando o petróleo subir e as petroleiras internacionais tiverem de novo bala na agulha para comprar o patrimônio nacional.
Aí basta só combinar na véspera com as agências de rating e fazer o risco país subir e o Real desabar, para comprar bem baratinho.
Some ainda um deságio na avaliação dos ativos aqui… um empréstimo camarada do BNDES acolá… uma parceria leonina com fundos de pensão de estatais e a pechincha para liquidação do patrimônio nacional estará quase pronta.
Onde foi que vimos esse filme antes?
Ah sim… na “Privataria tucana”.
E o Serra entende disso?
Bem… tem até livro com esse título, não é mesmo?
Terá sido uma expertise de Serra a razão de ter sido escolhido para relatar o projeto de entrega do Pré-sal aos abutres – a “privataria” do século XXI?
Presidente americano Lyndon Johnson
* * *
(ii) Aspectos técnicos sobre o que estava em jogo
O que significa abrir mão de ser operador em um bloco de exploração?
(a) Aspecto financeiro-fiscal:
Em um sistema de partilha de produção de petróleo, como o que o Brasil adotou para o Pré-sal, os custos dos subcontratados (quem investiga o solo, quem perfura, quem faz a logística…) são repassados à União, através do desconto do montante de petróleo que a União terá a receber. A operadora é quem faz as contratações.
Os subcontratados que existem hoje são todos gigantes transnacionais também (Halliburton, Schlumberger…). Elas podem superfaturar os custos no Brasil em dobradinha com uma operadora estrangeira que não seja a Petrobras e assim sangrar o montante de petróleo que a União tem a receber. Depois, dividem esse “lucro” em alguma outra operação fora do país (elas sempre atuam juntas em toda parte) com subfaturamento, superfaturamento, simulação, troca de ativos, etc.
(b) Aspecto econômico-estratégico:
É a operadora quem toca o dia a dia da operação do bloco de petróleo. As outras só vão a reuniões de escritório de tempos em tempos para aprovar pautas apresentadas pela operadora e depois receberem a sua parte no resultado da venda do petróleo.
Mal comparando, são como meros “acionistas” de uma empresa… não são parte da “diretoria”.
É quem opera quem lida com os subcontratados e com os clientes, quem desenvolve e assimila o know-how, quem pode integrar as suas diferentes operações e fazer sinergia. Ou seja, é a operadora quem pode atuar estrategicamente e construir valor agregado e capacitação que a cacifem para ganhar mais projetos – mesmo em outros países – e crescer, ganhar cada vez mais escala e importância.
Quem cresce tecnicamente é a operadora. As outras só ganham o “dinheirinho” no fim do mês.
Ponto.
Em resumo:
A Petrobras é a soberania do Brasil na indústria do Petróleo – dentro e fora do país. Petrobras não ser operadora enfraquece a empresa hoje e amanhã. Abre espaço ainda para osestrangeiros superfaturarem a rodo – sem o olho do dono em cima – dilapidando a parte do petróleo que cabe a União pela partilha.
* * *
(iii) Pedro Parente: Biombo furado da dívida da Petrobras
Sobre o homem que o golpe enfiou na presidência da Petrobras, reportagem da Reuters de junho relata que:
Segundo (Parente), a Petrobras deve acelerar seu processo de venda de ativos, cuja meta é de pouco mais de 14 bilhões de dólares em 2016, negociando campos petrolíferos, unidades de processamento de petróleo, termelétricas e outras operações de retorno mais baixo.
– Sem o desinvestimento, a Petrobras não conseguirá de forma adequada reduzir sua dívida de cerca de 130 bilhões de dólares (…).
Alguém se arrisca a explicar que redução “adequada” é essa de apenas 10% do principal da dívida?
Essa parcela diminuta justifica vender ativos relevantes num momento (i) de depressão no mercado mundial do petróleo, (ii) de desvalorização dos ativos nacionais e (iii) do nosso câmbio, diante da crise político-econômica?
Como que uma empresa cuja emissão de títulos tem mais procura do que aquilo que oferta precisa de capitalização pelo tesouro nacional? Ou não pode arcar com a operação do Pré-sal, dando lugar às petroleiras estrangeiras?
“Ah, mas não se quer aumentar o endividamento da Petrobras” – endividamento esse que Parente fez questão de anotar. “A dívida já é colossal!”, dirão as serpentes, cujas línguas movimentam-se impacientemente, mas mantêm olhares fixos na presa.
Ora, muito simples: caso a vontade fosse não dispor levianamente do patrimônio da empresa, bastaria, como no passado, lançar mão de uma operação de cessão onerosa de reservas de petróleo da União para a Petrobras, dando-lhe a margem contábil para se endividar sem diminuir sua solvência.
Mas o que as serpentes buscam desesperadamente é um álibi para vender o patrimônio rápido e barato. Por que me atrevo então a rasgar a cortina – furada – que costuram para encobrir a xepa?
– Porque sou brasileiro, ora! Isso basta.
Ou deveria bastar…
* * *
(iv) Venda dos ativos do Estado em operações de leveraged buyout (aquisição alavancada) – curto vs. longo prazo
A venda de ativos do Estado na nova “privataria” – que não se resume à entrega do Pré-sal! – há de ser viabilizada por operações de leveraged buyout (LBO), ou “aquisição alavancada”, em que:
(i) o comprador se alavanca para comprar a empresa-alvo;
(ii) usa os ativos da empresa comprada como garantia dos empréstimos que contraiu para pagar a compra; e
(iii) repaga os credores com os dividendos futuros da empresa comprada – devidamente espremida com fechamento da custosa área de pesquisa e desenvolvimento (fatal para o futuro da empresa), demissões em massa, fechamento de unidades e corte de investimentos e custos de operação no limite da irresponsabilidade.
É a “mágica” de fazer uma compra bilionária sem colocar um centavo do próprio bolso!
É obvio que no curto prazo o retorno sobre o capital e os dividendos vão às alturas, já que o custo desaba enquanto a receita se mantem a mesma. Mas dali a 5 anos a empresa estará no CTI. Nada que importe para quem a comprou, como fundos de asset management, que não pensaram em ficar nela mais do que esses mesmos 5 anos. Nessa altura, já terão passado a empresa adiante por muito mais do que aquilo com que a compraram – devido ao ilusório aumento do retorno sobre o capital e consequente alta das ações no curto prazo.
Azar de quem compre tal empresa sem futuro – se houver comprador! – bem como dos seuscredores, aí incluídos trabalhadores e fisco.
– Lembra em alguma coisa o imbróglio da Oi e a privatização do sistema Telebrás pelos tucanos nos anos 90?
Esse enfoque puramente financeiro das fusões e aquisições é tipicamente anglo-saxão. Fundos de Wall Street (Oi, Paulo Leme do Goldman Sachs!) e da City londrina fazem incursões em busca deempresas encrencadas* para tocar a “mágica” do corte de custos e aumento do retorno sobre o capital, almejando uma futura venda com lucro da empresa ora adquirida.
*“encrencada”, no caso da Petrobras, deve ser usada com muuuuitas aspas. A encrenca é apenas discurso na boca dos leiloeiros e dos abutres assanhados.
*
“Pára que tá feio”
A propósito – logo nesta sexta-feira! – parceiros do golpe no mercado, que insistiam em tentar manipular (para baixo) as ações da Petrobras tiveram que dar o braço a torcer… e não foi pequeno o “erro” de avaliação – de curto prazo! – não, hein, Credit Suisse…
[risos constrangidos]
Especuladores estão dispostos a perder algum dinheiro em jogadas desse tipo… mas o Credit Suisse foi “pouco ágil” (demais) e “perdeu” não apenas os movimentos dos tubarões mas também das sardinhas!
Mereciam ao menos uma chamada telefônica solidária do Temer e do Serra, não é mesmo?
– Aliás, Chanceler (sic) Serra, sugiro convidar o presidente mundial do Credit Suisse para um outro chá das 5h lá no Palácio do Itamaraty… o calor aqui na Suíça está insuportável nesta semana! Alerta de onda de calor na TV e tudo, imagine o senhor!
* * *
(v) Atenção abutres: o Direito dita que ninguém será premiado pela própria torpeza
Sinto-me na obrigação profissional, quando não moral, de advertir os abutres assanhados sobre atemeridade de embarcar em tais jogadas colocadas sobre a mesa pelo golpe.
O direito internacional tem consagrado que só tem direito a proteção o investimento feito em boa-fé e com diligência por parte do investidor. Diante da grave incerteza jurídico-política que atravessa o Brasil, fartamente noticiada pela imprensa, inclusive estrangeira, qualquer investidor de boa-fé e diligente bem sabe que a venda dos ativos da Petrobras por Parente é no mínimo um mico e no máximo um negócio “arriscadíssimo”. Dessa forma, umafutura anulação, sem o pagamento de perdas, danos ou juros é a penalidade mínima a que se arriscam no momento em que o Estado de direito e a democracia forem finalmente restituídos ao país.
E não venham com a velha ameaça de percepção de “insegurança” pelo mercado e aumento do risco-país. Bem vemos hoje que essas duas faces da moeda financista são articuladas apenas para viabilizar jogadas e aumentar seus prêmios.
Mas e a “segurança jurídica”? A “santidade dos contratos”? Pacta sunt servanda? Todas “essas coisas” que os abutres usam para fazer valer suas malandragens? Não os protegem dessa vez?
– Não! Esses abutres, acostumados, inclusive, a fazer negócios “tortos”, estão perfeitamente cientes de estarem tratando com um governo golpista, de exceção.
Na verdade, aproveitam-se até da precariedade jurídica dos golpistas para depreciar – ainda mais! – os ativos em suas avaliações e oferecer menos ainda pelos mesmos.
Mesmo que não fossem malandros – e são! – não podem sequer alegar que “não tinham como saber que tratavam com golpistas… que não entendem de direito brasileiro… e que – hahaha! – agiram de boa-fé”.
Por quê?
– Porque o direito, inclusive o internacional, não protege quem age de má-fé. Ou tampouco o enriquecimento sem causa. Assim, não há proteção para o “malandro” nem para os seus ganhos em jogadas financeiras às custas do “incauto”. No caso, incauto sequestrado por bandidos, que negociam em seu nome.
Não há proteção tampouco para quem age com falta de diligência. Ou seja, quem não se esforça e não realiza nem as avaliações devidas – como uma boa auditoria – nem toma as precauções que deveria em seus negócios.
“Precauções”?!
Piada!
Esse pessoal age como bandoleiro no Velho Oeste, ora!
É assim que ganham a vida.
Novamente: nemo auditur propriam turpitudinem allegans
Ou: A ninguém é dado alegrar a própria torpeza em seu proveito.
Mas…
Eles vão tentar. Não tenho bola de cristal mas conheço: (i) as estratégias dos abutres e (ii) o Judiciário brasileiro:
Devo acrescentar a minha surpresa em ver entre os abutres a Statoil, uma das petroleiras estatais da Noruega. Trata-se da estatal operacional, equivalente norueguesa à Petrobras. A outra, Petoro, equivalente à nossa Pré-Sal Petróleo S.A., apenas gere a parte do Estado no sistema de partilha, também adotado lá.
A surpresa não decorre apenas de a empresa pertencer ao Estado Norueguês (67% – percentagem similar à do Estado brasileiro na Petrobras) – o que é indicado, inclusive, pelo próprio nome da empresa: “Statoil”. Nem tampouco de a Noruega ter sido uma das inspirações para a adoção do sistema de partilha pela “Ministra” Dilma Rousseff e pelo Presidente Lula após a descoberta do Pré-sal.
“Países não tem amigos; tem interesses” e “capital não tem pátria nem coração”, não é mesmo?
Disso todos sabemos.
Ocorre que a Statoil conta com um bem desenvolvido código de ética e de responsabilidade corporativa. Esses dispositivos foram importantes o suficiente, inclusive, para levarem a empresa a desinvestimentos importantes em áreas “complicadas” no Cáspio.
Eis alguns extratos dos “compromissos” da Statoil (em inglês… bem, melhor que norueguês, certo?):
Bonitos esses compromissos em nível escandinavo, não?
E no entanto…
*
Creio ser seguro afirmar que o escritório do Rio de Janeiro induziu a matriz ao erro – o que em nada diminui a sua responsabilidade e o repúdio do Direito. Ainda mais em negócio dessa monta.
Que pague. Pela má-fé de uns e pela falta de diligência de outros.
E que paguem todas as que seguirem os passos da Statoil na rapinagem do patrimônio brasileiro.
* * *
(vi) E o que o PT e demais partidos de esquerda podem fazer a respeito?
A inação do PT diante das jogadas financeiras dos golpistas já foi por mim registrada e criticada em ao menos 3 oportunidades aqui no blog:
Fecho o post instando deputados federais que admiro – em vez de outros das mesmas bancadas… – como Wadih Damous (PT), Paulo Pimenta (PT), Jandira Feghali (PCdoB), Alessandro Molon (Rede), Jean Wyllys (PSOL), Luiza Erundina (PSOL), Chico Alencar (PSOL), Ivan Valente (PSOL), Glauber Braga (PSOL), Ronaldo Lessa (PDT) – Ciro Gomes (PDT) também, ora! – e Janete Capiberibe (PSB) a provocarem as executivas nacionais de seus partidos a repudiarem formal e politicamente a nova “privataria”.
Em vez de resolução puxando o tapete da Presidente Dilma Rousseff, por que não aprovam outra, reiterando o repúdio político, a falta de proteção jurídica aos abutres – com selo “é golpe!” da OEA e tudo! – e a disposição para reverter todas as lesas ao patrimônio do Estado tão logo voltem (ou cheguem) ao poder – às expensas dos abutres malandros?
Melhor ainda:
Por que PT, PCdoB, Rede, PSOL, PDT e PSB não o fazem de maneira solene, num ato político multi-partidário, junto às centrais sindicais, aos movimentos sociais, à militância e à parcela nacionalista da sociedade?
Empolgo-me com a idéia e até deliro: imaginem então prometer declarar os abutres empresas inidônias – melhor exemplo do que isso significa não há – e portanto proibidas de contratarem com a União e ter concessões no país?
Sugiro até data para esse grande ato:
Que tal?
E então, deputados?
E então, partidos de esquerda?
* * *
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Quando perguntei, uma deputada suíça se definiu em um jantar como “uma esquerdista que sabe fazer conta”. Poucas palavras que dizem bastante coisa. Adotei para mim também.
ze sergio
5 de outubro de 2016 5:43 pmcamara….
O Brasil precisa entender que a Petrobras é a rarissima exceção. E inclusive dela estamos abrindo mão. E todo mercado trilionário brasileiro que é dado de graça, em troca de serviços e produtos medíocres, sustentando multinacionais estrangeiras parasitando nosso mercado por décads e décadas.(O Brasil sozinho é do tamanho de toda a América Latina) Mas o cérebro?!!!!
junior50
5 de outubro de 2016 10:55 pmJá que vc. mora ai
Um endereço para brasileiros, ainda mais cariocas, que conhecem a cadeia Oleo & Gás :
Boulevard du Pont d” Arve , 28 – Genebra – Suiça.
Pelo menos a Suiça não é tão fria como a Noruega, assim como um Founde, ou uma bem feita raclette, dá de 10 a Zero, quando comparado a hering defumado ou aquela “coisa”, o rodizio de horrores de um smorgasbord, que só muita aquavit salva.
romulus
9 de outubro de 2016 2:56 amEndereço de quem?? Ce là c’est l’addresse de qui, mon cher ami??
Ce là c’est l’addresse de qui, mon cher ami??
“Pelo menos a Suiça não é tão fria como a Noruega, assim como um Founde, ou uma bem feita raclette, dá de 10 a Zero”
Poxa, e nem convida?? Que que isso… resultado da crise brasileira?
Nao precisa nem rachar a conta!
I invite you!
After all, I earn in Swiss francs 😉
hahahaha
P.S.: achei q ia ser o endereço da Trafigura. Eles tb se dao muito bem com o regime la em Angola, neh…
junior50
5 de outubro de 2016 10:49 pm253 x 9
Como trata-se de pauta que me interessa, o resultado da ultima tentativa de ” bloquear a pauta “, há 7 minutos atrás, teve derrota de massacre ( 253 x 9 ), então mesmo que se consiga, o que é infinitamente improvavel, adiar a votação do PL 4567/16, o melhor é considera-la como vencedora, e analisar o que poderá ser feito com relação a esta nova legislação.
Eu ja tenho um “norte”, aliás dois, para construção/adaptação naval, off shore, Singapura, já no O & G não será a ” Grande Nação do Norte ” – empresas privadas são mais dificeis de negócio – prefiro estatais comprometidas com o “social” ( brincadeirinha ) – e neste caso as nórdicas são mais receptivas que as chinesas, e prefiro as loiras.
CFilho
6 de outubro de 2016 12:51 amSubmarino nuclear Shell Sal
O submarino nucelar brasileio que está sendo construido pela marinha para proteção dos campos petrolíferos do pré-sal será batizado de Shell Sal.
J.J. Lopez
6 de outubro de 2016 1:11 amReserva trilionária x Cofrinho do Lula
Segundo cálculos o petróleo do Pré-sal vale aprox. 8 trilhões de dólares uma fortuna incalculável a nossa inteira disposição. Zé Serra vai doar a preço de banana o que significa pelo menos 2 trilhões desse total. Agora Moro como é muito inteligente prefere saber o que tem no cofrinho do Lula no BB