
Sugerido por bfcosta
Com a coligação da Mesa da Unidade Democrática (MUD), a oposição obteve, nas eleições de domingo, 112 dos 167 lugares que compõem o Parlamento venezuelano, uma maioria de dois terços que lhe confere amplos poderes.
Nicolás Maduro, cujo mandato termina em 2019, convocou para amanhã (10) o seu partido, o Socialista Unido da Venezuela (PSUV), para um dia de consultas.
A vitória da oposição nas eleições parlamentares, a primeira em 16 anos, marca uma virada histórica contra o chavismo, que detinha, até agora, a totalidade dos poderes.
O resultado eleitoral ocorre em momento de descontentamento popular devido à crise econômica no país, com a queda do preço do petróleo.
O secretário executivo da MUD, Jesus Torrealba, informou que os 112 deputados vão se reunir nesta quinta-feira para discutir o seu papel na futura assembleia, que será instalada em 5 de janeiro.
A maioria de dois terços da oposição permite, por exemplo, convocar um referendo ou estabelecer uma assembleia onstituinte.
Além disso, a oposição “poderá reformular a composição do Tribunal Supremo que, nos últimos tempos, tomou decisões favoráveis ao governo”, explicou Carlos Malamud, especialista em América latina no Instituto Real Elcano de Madrid, segundo a agência France Presse.
Fabio SP
9 de dezembro de 2015 10:25 amVai convocar o “pajarito”
Vai convocar o “pajarito” para ajudar na reestruturção…
AR
9 de dezembro de 2015 10:46 amGrande ditadura
Grande ditadura
Alan Souza
9 de dezembro de 2015 11:21 amÉ verdade…
Uma ditadura na qual todas as mudanças na Constituição precisam ser aprovadas pela população, por plebiscito ou referendo. Onde os ministros da Suprema Corte são escolhidos diretamente pelo Parlamento.
Maria Rita
9 de dezembro de 2015 11:36 amSó complementando: E ainda
Só complementando: E ainda respeita os resultados das eleições. O que fez o Macri recuar na historinha do Mercosul. Pelo visto, os que não respeitam as regras democráticas estão por aqui, perdendo e comandando autoritariamente o golpe. É bem isso.
aliancaliberal
9 de dezembro de 2015 12:18 pmUma ditadura pode se mostrar
Uma ditadura pode se mostrar de diversas formas.
Fidel uma vez disse que Cuba era uma democracia.
A venezuela é uma ditadura porque Chaxez só saiu do poder porque morreu.
Zarastro
9 de dezembro de 2015 12:21 pmPrivatizem a anta de tênis, pelamor.
Imediatamente.
Dimas Jayme Trindade
9 de dezembro de 2015 12:33 pmTem razão. O Brasil no
Tem razão. O Brasil no entanto, durante toda a ditadura mudava a cada 4 anos. Já em SP, existe uma dinastia que habita o palacio dos Bandeirantes há pelo menos 20 anos para sermos mais modestos. Há os que preferem democracia sem povo. Em qual destas democracias ou ditaduras voce confia?
Gabriel Moreno
9 de dezembro de 2015 1:58 pmOu seja, ditadura é aquilo
Ou seja, ditadura é aquilo que você bem entender que seja.
Alan Souza
10 de dezembro de 2015 3:15 pmÔ, Aliança-Oneide…
Não facilita eu te chutar mais uma vez. Você levanta a bola, eu fico tentado a cortar…
Chavez saiu do poder quando morreu, certo. E estava no poder eleito democraticamente – como esteve todas as vezes. Ao contrário do FHC, submeteu ao povo, por referendo, a emenda constitucional que lhe deu o direito à reeleição.
Quem é o ditador agora?
bfcosta
9 de dezembro de 2015 11:52 amMuito interessante a notícia.
Muito interessante a notícia. Sò que não fui eu quem postei a respeito 😀
Ou tem outro bfcosta cadastrado no GGN ?
rdmaestri
9 de dezembro de 2015 12:22 pmO problema básico da Venezuela é só um. Preço do petróleo.
Qualquer governo de direita ou de esquerda cairia na situação atual. O petróleo por uma conjultura muito especial que está fugindo das espectativas dos especialista de mercado está num nível baixíssimo, e nem os governos de direita que comandaram a Venezuela por centenas de anos nem os chavistas fizeram um esfoço concentrado para diminuir a dependência da Venezuela ao petróleo ( o mesmo erro que Fidel fez com o açucar).
Se o preço do petróleo sobe, qualquer governo que promova com isto algum benefício a população em geral se mantém, se o preço do petróleo desce ninguém se mantém.
Chaves tinha conciência disto, mas jamais podia imaginar um preço de petróleo a US$40,00 o barril depois do mesmo se manter por anos acima do dobro disto.
Se o preço do petróleo subir a chance de quem estiver no poder no momento de se manter vai depender para quem vai os lucros.
A gasolina na Venezuela a R$0,05 o litro é outra imbecilidade que os governos Venezuelos fazem, tanto os anteriores como o de Chaves. Não paga nem o refino, nem a distribuição, nem o resultado da poluição que uma gasolina barata produz.
Vejam, o maior produtor de petróleo da Europa é a Noruega, e nesta país está a gasolina mais cara do mundo! O que os noruegueses fazem, aproveitam o lucro para um fundo soberano e mantém a economia aquecida não importando o que acontece no resto do mundo.
Já os venezuelanos (de direita e de esquerda) queimam, no melhor exemplo do desperdício do futuro, e gastam tudo que sobra do petróleo (uns em coisas boas outros em coisas ruins) sem pensar no futuro, é o raciocínio dos árabes!
Ana Torres
9 de dezembro de 2015 2:13 pmSó sendo míope do olho
Só sendo míope do olho esquerdo para ter uma explicação tão simplista sobre a situsção econômica da Venezuela a beira da bancarrota. Existem outros países no mundo que também dependem somente do petróleo, como a ditadura da Arábia Saudita, e que, no entanto, não têm a maior taxa de inflação do mundo e sabem administrar as reservas cambiais para que, em épocas de vacas magras, possa-se sobreviver. Questão de saber gerir e não só o baixo preço do oriduto. Você esqueceu de nencionar os “experimentos socialistas” de Chavez entregando petróleo quase de graça a Cuba para que os Castros pudessem revender com lucro e para uso próprio e também a outros paīses da Am. Central para sustentar a ideologia. Maduro culpa seus ministros, mas dentro de seu governo, ele é visto por muitos como um dos grandes culpados pela situação a que chegou a Venezuela.
Free Walker
9 de dezembro de 2015 5:23 pmSegundo o nosso André Araujo,
Segundo o nosso André Araujo, a Venezuela DEVE 500 mil baris de petroleo/dia, pagos antecipadamente, para a China pelos próximos 10 anos. Gastou o dinheiro para manter a república bolivariana e agora acabou a mamata.