Bia Doria diz a Val Marchiori que não é “correto” doar comida a moradores de rua

Val complementou a fala da "amiga" dizendo que os moradores de rua não gostam da "responsabilidade" e "limpeza" dos abrigos públicos

Jornal GGN – A primeira-dama de São Paulo, Bia Doria, esposa do governador João Doria (PSDB), disse que não é “correto” que pessoas doem marmitas para “moradores de rua” porque eles não querem a “responsabilidade” de viver em abrigos. Bia ajuda nos programas solidários do Estado.

A fala foi registrada em vídeo divulgado no Instagram da socialite Val Marchiori, que visitou Bia Doria no Palácio dos Bandeirantes.

Val complementou a fala da “amiga” dizendo que os moradores de rua não gostam de “responsabilidade” e “limpeza” dos abrigos públicos, que controlam horário de entrada e saída.

“Algo muito importante é assim: as pessoas que estão na rua, não é correto você chegar lá na rua e dar a marmita, porque a pessoa tem que se conscientizar que ela tem que sair da rua. A rua virou um atrativo”, disse Bia Doria.

“Ela quer comida, a roupa, uma ajuda, e não quer ter a responsabilidade. E isso está muito errado”, acrescentou a primeira-dama.

Assista a partir dos 2 minutos:

 

 

 

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Em visita a nossa querida primeira dama @biadoria 😍🍀😍

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8 comentários

  1. Existem diversos critérios para aferir a riqueza das pessoas. Algumas são ricas em cultura, outras milionárias em sensibilidade humana. Aquelas que enriquecem o mundo com sua criatividade são muito amadas. Algumas pessoas, entretanto, são tão miseráveis que só tem dinheiro. Esse é o caso dessas duas senhoras.

    • Ricas porque hoje tem dinheiro, mas com uma mentalidade miserável. Pior é que foram muitas destas dondocas que introduziram o vírus no país, voltando de suas viagens aos EUA ou Europa.

  2. Dória nunca mais. Aliás nunca mais nenhum candidato com cara de executivo, daqueles que dizem que vão levar a eficiência das empresas privadas para a coisa pública. O papel do estado que se propõe a democrático é esse mesmo: igualdade a todos mas atenção especial aos vulneráveis. Mas mesmo que nesse momento São Paulo iniciasse um programa forte e intenso de oferecer educação, saúde, moradia e oportunidades a quem é vulnerável, só veríamos o resultado daqui a uma ou duas gerações. Programas sociais devem ser política de estado, não desse ou daquele governo.

  3. Ora, oras. Esta senhora e suas amigas dazelites, comungam com boa visão a respeito do que é comida de pobre faz tempo. Quando Dória foi prefeito de SP (ainda é, já que o Covas é mandado por ele), junto com madames e outros falsos filantropistas, quis criar uma facilidade para que a indústria e o comércio amigos, se livrassem dos custos de desfazerem-se de comida vencida. Economizariam e ainda ganhavam publicidade social ao fazerem a famigerada ração para pobres. As senhoras da Lide, não querem ter de lidar com pobres, que fujam para Miami ou Portugal. Ah, não dá por enquanto né? A postura Bolso-Dória-Witzel de lidar com a pandemia criou impedimentos para lidar com ricos e vão ter de lidar mesmo é com a pobreza daqui.

  4. Doria foi péssimo como prefeito, usou de escada para ser governador.
    Digo e repito: São Paulo é o túmulo do samba e da democracia.

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