Jornal GGN – Por ora, o presidente Jair Bolsonaro recuou e adiou a demissão do delegado Maurício Valeixo da diretoria-geral da Polícia Federal (PF) – após um ultimato do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.
Em reunião realizada nesta quarta-feira (22/04), Moro deixou claro que se demitiria da pasta caso Valeixo – seu braço-direito na PF – fosse exonerado.
Segundo informações do jornal Valor Econômico, Valeixo foi mantido no cargo depois que ministros palacianos convenceram Bolsonaro. Pelo menos três generais entraram em contato com Moro, que também recebeu várias mensagens de parlamentares bolsonaristas pedindo para que continuasse no posto.
Agora, existe o entendimento de que Valeixo deve sair do posto nos próximos meses, mas Moro quer ter poder na nomeação do sucessor. Existe o temor de que um delegado de perfil político assuma o comando da PF e dê prosseguimento ao esvaziamento estrutural iniciado no governo Bolsonaro e que tinha sido fortalecido por conta dos resultados obtidos com a Operação Lava-Jato.
O nome preferido de Bolsonaro para assumir a chefia da PF é o do Anderson Gustavo Torres, secretário de Segurança Pública do Distrito Federal que, além de ter o apoio do governador Ibaneis Rocha e do MDB, é amigo do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).
Schell
23 de abril de 2020 9:25 pmDiz o povo: “quem sai aos seus não (se) regenera”.
Rui Ribeiro
23 de abril de 2020 9:53 pmBolsonaro afirma querer um degolado da confiança de sua família. Ora, o Moro, capanga de Milicianos, é da confiança do Bolsomerda e Valeixo é(ra) da confiança do $. Moro. Em outras palavras, o pobrema não é o degolado, é o $. Moro, que, diferentemente do Mandetta implora para continuar mamando nas tetas pública
É outro que vai dar trabalho para largar o osso
Bo Sahl
24 de abril de 2020 12:00 amPreocupa a possibilidade de se ter afinal negociado manter o ministério e o DGPF em TROCA de “embaçar” as investigações que possam atingir o governo e o “bom nome dos Bolsonaros de bem”…
Como nenhum dos dois sabe direito o que é política, pode ser que tenham apenas feito biquinho um c’outro…
Só pra não pegar mal…
Mas já pegou, né?
Rui Ribeiro
24 de abril de 2020 12:05 amBolsonaro exonera quem ele quer exonerar mas não indica quem quer indicar. Quem indica é o Moro.
Carlos Elisio
24 de abril de 2020 2:06 amO “quem manda sou eu” é mais uma fake.
Manda p* nenhuma!
Mas vamos ver os próximos dias se vai rolar algum afrouxamento nas investigações dos fihotes.