O presidente Jair Bolsonaro (PL) irá discursar na abertura da 77ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, onde seu discurso pretende passar uma série de recados ao seu eleitorado.
Embora o evento tenha como lema “Soluções por meio da solidariedade, sustentabilidade e ciência”, o presidente deve concentrar esforços na melhora da economia brasileira e na manutenção do Auxílio Brasil, caso se reeleja.
A pauta de costumes também deve ser citada, assim como temas como a guerra na Ucrânia, mudanças climáticas, meio ambiente e segurança alimentar.
Segundo o jornal Correio Braziliense, as viagens de Bolsonaro tem foco puramente eleitoral, com o presidente tentando obter ganhos para sua campanha com a visibilidade de ambos os eventos, acenando aos seus apoiadores para passar uma imagem de estadista.
Bolsonaro deixou o Brasil neste sábado, e estará presente nas cerimônias do funeral da rainha Elizabeth II ao lado da primeira-dama Michelle Bolsonaro e do ministro das Relações Exteriores, Carlos França.
Para o evento na ONU, a comitiva presidencial terá o acréscimo de diversos políticos, entre eles o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), o chefe de comunicação da campanha bolsonarista, Fabio Wajngarten, e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP).
O vice-presidente e candidato ao Senado, Hamilton Mourão (Republicanos) cumprirá agenda no Peru. Tanto a viagem de Mourão como a de Lira tem como foco evitar a inelegibilidade, por serem os primeiros na linha de sucessão na ausência do presidente. Com isso, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, assume a presidência interinamente.
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ed.
18 de setembro de 2022 9:44 amO criticado e ridicularizado despresidente vai a um funeral internacional para fazer comício em sacada de embaixada e quer passar imagem de estadista? No máximo oportunista, pô!…