3 comentários

  1. Gostei barbaridade do artigo, sobretudo no que refere ao processo, que já pode ser realizado, pois as forças produtivas o permitem, que é socializar a saúde, a educação, a moradia, energia e comunicação. Temos alimentos, que se forem socializados, serão suficientes para mais do dobro da população mundial atual. Isto sem falar na potência científico-tecnológica de que já dispõe a humanidade. Evidentemente que teremos, em escala mundial, que liberar as forças produtivas do domínio que sobre elas ainda exerce o capital. O que atualmente ainda denominamos de desemprego é apenas parte da incapacidade do capital de usar a força humana em atividades produtivas. Mas os desempregados podem construir um mundo novo, em escala mundial, algo absolutamente inimaginável atualmente quando a submissão ao rentismo significa apenas destruição.

  2. Há um fenômeno novo em curso em todos os países do mundo. É a guerra híbrida, a disseminação de mentiras e ódio nas redes sociais. O golpe no Brasil não foi orquestrado apenas pela mídia televisiva e impressa, teve como pano de fundo a campanha de fakenews nas redes sociais. Desde 2013 as pessoas passaram a ser bombardeadas com informações que Lula, na verdade o Lulinha, era dono de milhões de alqueires no Pará, sócio da Friboi, da Brasil Telecom e por aí vai. Essas mentiras caíam no colo de juízes, promotores, jornalistas, formadores de opinião, e a população em geral. Muitos acreditaram, outros duvidaram, mas ninguém na verdade tinha certeza de nada. Como saber que isso era mentira? Havia corrupção e muita no governo, seria perfeitamente possível que a família de Lula estivesse enriquecendo.

    Hoje as cartas estão postas na mesa e a verdade está aparecendo, mas o estrago já está feito.

    Emerge dessa guerra híbrida um país dividido, como praticamente todos os países do mundo. Uma metade da população odiando a outra metade da população. Esse fenômeno é novo. Sempre a grande mídia no Brasil foi defensora do mercado e apoiou golpes. Mas não havia a radicalização política penetrando no seio da população.

    Quem está por trás disso? Quem ganha com o enfraquecimento de países europeus e latino-americanos e queda de ditadores do mundo árabe?

    Acho que a resposta é obvia, pois sabe-se que um povo dividido não prospera.

    A estrategia do momento seria trabalhar na unificação de um novo consenso? Que funcionasse pelo menos para uns 70% da população? E como enfrentar essas ferramentas da guerra híbrida?

  3. Há um fenômeno novo em curso em todos os países do mundo. É a guerra híbrida, a disseminação de mentiras e ódio nas redes sociais. O golpe no Brasil não foi orquestrado apenas pela mídia televisiva e impressa, teve como pano de fundo a campanha de fakenews nas redes sociais. Desde 2013 as pessoas passaram a ser bombardeadas com informações que Lula (na verdade o Lulinha) era dono de milhões de alqueires no Pará, sócio da Friboi, da Brasil Telecom e por aí vai. Essas mentiras caíam nas caixas de juízes, promotores, jornalistas, formadores de opinião, e da população em geral. Muitos acreditaram, outros duvidaram, mas ninguém na verdade tinha certeza de nada. Como saber que isso era mentira? Havia corrupção e muita no governo, seria perfeitamente possível que a família de Lula estivesse enriquecendo.

    Hoje as cartas estão postas na mesa e a verdade está aparecendo, mas o estrago já está feito.

    Emerge dessa guerra híbrida um país dividido, como praticamente todos os países do mundo. Uma metade da população odiando a outra metade da população. Esse fenômeno é novo. Sempre a grande mídia no Brasil foi defensora do mercado e apoiou golpes. Mas não havia a radicalização política penetrando no seio da população.

    Quem está por trás disso? Quem ganha com o enfraquecimento de países europeus e latino-americanos e queda de ditadores do mundo árabe?

    Acho que a resposta é obvia, pois sabe-se que um povo dividido não prospera.

    E que estrategia adotar?Trabalhar na construção de um novo consenso, que unificasse pelo menos uns 70% da população?

    E como derrotar a guerra híbrida, que não vai cessar tão cedo?

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