Dois militares que participaram dos atos golpistas de 8 de janeiro foram punidos pelo Exército, um com prisão de 3 dias e outro com advertência. O Exército, contudo, não admitiu “crimes”, minimizou como “transgressões disciplinares”.
A medida foi resultado de uma apuração interna militar sobre o envolvimento e apoio de oficiais aos invasores da Praça dos Três Poderes. A informação foi divulgada em coluna de Carla Araújo, no Uol.
Entre os diversos vídeos que foram divulgados sobre o 8/1, um deles mostrava oficiais do Exército cantando o hino nacional junto a bolsonaristas. Um sargento que cantava o hino afirmou que recebeu a ordem de cantar com os manifestantes do seu superior, um major do Exército.
O major negou, mas apurações do Exército indicam que ele teria dado a ordem. Na sindicância, militares afirmaram também que cantaram o hino para tentar acalmar os manifestantes. O major foi punico com prisão de 3 dias.
A identidade dos dois militares não foi revelada. O Centro de Comunicação Social do Exército afirmou que não houve prática de crimes, mas de “transgressões disciplinares na conduta e procedimentos adotados durante a ação no Palácio do Planalto”.
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