O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta terça-feira (12), que o governo federal enviará na próxima quarta-feira (13) uma proposta de regulamentação de redes sociais para ser aprovada pelo Congresso.
A afirmação foi dada durante entrevista ao jornalista Reinaldo Azevedo. O presidente apontou que, apesar da contrariedade do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, as plataformas digitais que atuarem no Brasil serão regulamentadas.
“O que não da para abrir mão é você não garantir tranquilidade as crianças e adolescentes desse país que podem ser vítimas de ataques, de bullying, de pedofilia como vimos na denúncia do rapaz [referindo-se ao influenciador Felca]”, garantiu Lula.
De acordo com o chefe de Estado, o projeto é discutido por ministros na Casa Civil há dois meses e, antes de seguir para o Congresso, será alinhado e aprovado por ele.
“Liberdade de expressão não é você execrar a vida dos outros, não é mentir, não é fazer propaganda do ódio. Liberdade de expressão é uma coisa sagrada”, comentou o presidente, explicando que as críticas de Trump estariam relacionadas à defesa da liberdade de expressão.
Trump estaria, ainda, incomodado com a regulação da atuação de empresas americanas no Brasil. Para Lula, a solução é simples: empresas que não querem ser reguladas não devem operar no país.
Em relação ao tarifaço, em que Donald Trump determinou a taxa de 50% sobre produtos brasileiros exportados aos EUA, Lula afirmou que espera encontrar o presidente norte-americano e conversar de forma civilizada, como dois chefes de estado.
“Não é da parte do Brasil que você tem qualquer empecilho na conversação com os EUA, nem com os empresários, nem com os políticos americanos”, emendou.
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evandro
12 de agosto de 2025 8:58 pmEntrevista com RA. O mundo dá voltas.
Lênin and The Ulianovs
13 de agosto de 2025 7:06 amAssim funcionam as coisas…
Reinaldo Azevedo pintou o caraio, mas agora está domesticado, e ganha uma deferência dessas.
Nassif, que nunca causou problemas, fica chupando dedo.
É, talvez isso tenha uma lição, uma moral da história?
Não, é só Lula sendo Lula mesmo.