17 de junho de 2026

Faltando 34 dias para as eleições, Ipec aponta Lula com 44% e Bolsonaro, 32%

A margem para Lula vencer no 1º turno ficou mais apertada. No Ipec anterior, ele tinha 51,7% dos votos válidos. Hoje, tem 50,6%
Jair Bolsonaro e Lula
Fotos: Alan dos Santos, Presidência da República/Ricardo Stuckert

Pesquisa Ipec divulgada na noite desta segunda (29) mostra que Lula (PT) segue líder com 44% das intenções de voto, enquanto Jair Bolsonaro (PL) tem 32%. Ciro Gomes (PDT) tem 7% das intenções de voto. Simone Tebet (MDB) tem 3%. Apenas Ciro e Tebet oscilaram nas intenções de voto, com 1 ponto para cima, dentro da margem de erro. Os demais candidatos tem menos de 1% das intenções de voto.

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Em relação ao levantamento de duas semanas atrás, o Ipec registrou variação nos votos válidos. A margem para Lula ganhar a eleição no primeiro turno ficou mais apertada. Na pesquisa anterior, ele tinha 51,7% dos votos válidos. Hoje, ele tem 50,6%.

No segundo turno, Lula vence Bolsonaro por 50% das intenções de voto, contra 37%. Lula oscilou negativamente 1 ponto, dentro da margem de erro. Já Bolsonaro oscilou 2 pontos para cima em relação à semana passada.

A pesquisa mostra que o pagamento do Auxílio Brasil turbinado não alavancou extraordinariamente a votação de Bolsonaro. A pesquisa não aferiu ainda o efeito do primeiro debate presidencial, realizado pela Band na noite de domingo (28).

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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2 Comentários
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  1. Delson Carlos Corrêa

    30 de agosto de 2022 11:38 am

    Pesquisa: não consigo entender a vantagem nunerica do ex pres lula, sobre o atual pres; sendo w o ex não sai as ruas; qd sai é vaiado, adjetivado de ladrão, cousas w não concordo em pois merece respeito. Do outro lado Bolsonaro sai as ruas, e bm recebido, atrai multidões; essa conta não fecha. Alguém pode explicar o porquê da vantagem do ex? E apenas uma simples pergunta.

  2. Edivaldo Dias de Oliveira

    30 de agosto de 2022 2:12 pm

    A vergonha da pesquisa bancada pelo BTG.
    Edivaldo Dias de Oliveira

    Passa vergonha por que quer, mas não está sozinha. Todas as pesquisas feitas por telefone passa pelo mesmo vexame.
    Mas não precisava ser assim, bastava fazer uma espécie de compensação, acrescentado para cada candidato, proporcionalmente, os pontos que as ligações telefônicas não alcançaram e que representa 20% dos eleitores.
    Assim, como eu previ ontem aqui, no artigo Perdas e Ganhos, sobre o debate e a pesquisa BTG, o IPEC daria entre 11 e 13 pontos de frente para Lula, deu 12.
    Mas o que seria do debate sobre a campanha se não tivesse esse tipo de pesquisa desavergonhada, onde os “analistas da grande imprensa” se escoram para garantir que vai ter segundo turno, que uma luz verde/amarela piscou na terceira via?
    O fato concreto é que a campanha presidencial segue um marasmo de dar sono em analista afeito as agitações das ondas.
    Mas essa calma não é assim tranquilizadora, é uma calma preocupante, inquietante, especialmente para quem com seus artigos, manchetes e editoriais em todas as mídias, se habituou a manipular a “opinião pulica”, o povão, a massa como depois de 2013, mas não só, essa é uma prática que vem de séculos, mas parece que dessa vez as vítimas cansaram e por mais que tentem cutucar a onça, com todo tipo de vara, ela nem tchum.
    Essa é uma calma que precede a tormenta que tem data marcada para chegar e tem também um destino, um destinatário certo. O que deixa desesperados esses analistas, porta vozes das elites, é que o destinatário dessa tormenta não é o povão, são os seus patrões e eles não conseguem mudar o rumo dessa tempestade que desabará sobre ela no dia 2 de outubro de 2022.
    A onça vai se mexer, o jacaré vai abrir a bocarra?
    Sim, vai, mas não agora.
    Isso só começará a acontecer uma semana ou 5 dias antes do dia 2. É então que a maioria dos votos destinados a Ciro, Simone e outros nanicos, além de brancos e indecisos começarão a serem aspirados como num redemoinho, dando a Lula uma vitória robusta no 1º turno.
    Por que digo isso? Não gosto da onda do “tá eleito”, mas também não desprezo a intuição, coisa que a maioria dos analistas e estatísticos fazem. Para além de olhar os números e os dados é preciso sentir a rua, o vento o gosto e o cheiro que ocorre em nosso entorno.
    Meu sentimento sobre isso é que esse povo, o povo sofrido, vai fazer do dia 2 de outubro uma espécie de penitência, de autocrítica, de pedido de desculpa, de forma silenciosa e o que vai sair das urnas vai deixar o cientista mais otimista em estado de choque.

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