21 de maio de 2026

Isenção do IR deve ser encaminhada ainda este ano, diz Padilha

Em conversa com jornalistas, ministro afirma que governo pretende encaminhar projeto para que entre em vigor em 2026
O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, fala com a imprensa -Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O governo federal pretende enviar ao Congresso ainda este ano o projeto que prevê a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.

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Em conversa com jornalistas, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, destacou que a proposta não tem uma data certa para ser enviada, mas o tema é uma das prioridades traçadas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

A cobrança do imposto de renda acompanha uma tabela onde os rendimentos até R$ 2.259,20 são isentos e, a partir daí, as alíquotas variam de 7,5% e 27,5%.

Estudo elaborado pelo Sindicato dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional) destaca que a taxação extra de cerca de 160 mil pessoas que ganham mais de R$ 600 mil por ano deve compensar a perda de arrecadação.

Segundo esse estudo, a taxação extra combinada com a isenção mais ampla para trabalhadores poderia, na verdade, gerar até um ganho de arrecadação de cerca de R$ 6 bilhões por ano. “O exercício que propomos deixa claro que não há perda de arrecadação”, informou o presidente do Sindifisco, Dão Real.

Com informações do Correio Braziliense

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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2 Comentários
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  1. AMBAR

    3 de fevereiro de 2025 10:35 pm

    Essa isenção de IR é a cenoura do burro que puxa a carroça deste país.Está pendurada lá na frente e a gente acha que vai alcançar.
    Será que já não fomos mais espertos algum dia?
    Na ditadura, tempos bicudos de se viver, a tabela de isenções era corrigida todos os anos e os itens que a gente podia abater eram realmente compatíveis com a realidade de cada um.

  2. WRamos

    4 de fevereiro de 2025 11:18 am

    A tributação mínima para renda acima de R$600 mil é uma boa ideia, atinge muitos objetivos de progressividade sem criar muito atrito em cada área.
    O IRPF no Brasil é um descalabro, pois tributa em separado cada renda. Como exemplo, mesmo um empregado CLT tem sua renda tributada em 4 partes separadas (salário, 13o , férias, PRL) além de isenção em abono, FGTS, transporte, refeição e indenizações. Cada investimento financeiro é tributado em separado, com vários deles isentos por pagarem dividendos em lugar de valorizar cotas. O mais justo seria tributar o conjunto de rendas das pessoas, aplicando uma progressividade agressiva. Mas isto é impossível no cenário político de influência desproporcional das elites endinheiras. Então passa a ser factível criar uma nova tributação mínima que, na prática, sobrepõe isenções e deduções sem sentido.

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