O presidente Lula (PT) embarcou, no início da manhã desta terça-feira (11), à China. A viagem coloca o Brasil de volta à agenda global e a expectativa é de que ao menos 20 acordos sejam firmados entre as nações.
Esta é a quarta visita de Lula ao país asiático como presidente. Desta vez sua comitiva será formada por 40 autoridades brasileiras, entre ministros, senadores, deputados, governadores e até empresários.
De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, os compromissos oficiais do presidente terão início na quarta-feira (12). A partir disso, Lula deve tratar principalmente da relação comercial com a China, o maior parceiro de negócios do Brasil.
O encontro oficial entre Lula e o presidente chinês Xi Jinping deve ocorrer somente na sexta-feira (14), onde o petista pretende ir além das questões comerciais e tratar também sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia e questões mundiais como a fome.
Antes disso, na quinta-feira (13), Lula também participará da cerimônia de posse da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) como presidente do banco do Brics.
Na volta ao Brasil, prevista para o dia 15, Lula fará uma parada nos Emirados Árabes Unidos.
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Brasil de volta
Nesta viagem, Lula busca a consolidação de sua política externa. Em seu discurso ao vencer as eleições, o petista ressaltou que uma de suas prioridades neste terceiro mandato seria “recolocar o Brasil no mundo”.
Viagem remarcada
A ida de Lula à China estava programada – inicialmente – para o último 26 março, mas foi adiada um dia antes devido ao quadro de saúde de Lula. Ele foi diagnosticado com pneumonia e, por orientações médicas, decidiu permanecer no Brasil até o fim do tratamento da doença.
Confira a cobertura do GGN sobre a expectativa da viagem de Lula à China:
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