Jornal GGN – O Sindifisco (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil) divulgou uma nota nesta sexta (11) pedindo reação por parte da Abin, do Congresso e da imprensa contra “esse que pode se configurar no maior escândalo da República”. Mais cedo, a revista Época revelou que a agência de inteligência ajudou na estratégia de defesa de Flávio Bolsonaro, inclusive sugerindo ao filho do presidente mudanças na Receita Federal para conseguir produzir provas que pudessem derrubar o caso Queiroz.
Os auditores afirmam que a Abin passou de “qualquer limite” ao se colocar “a serviço de uma causa que não é republicana”.
“Se não bastasse a gravidade de se ter uma agência de inteligência mobilizada para defender o filho do presidente da República, acusado de atos ilícitos, não se pode admitir que um órgão de governo busque interferir num órgão de Estado, protegido pela Constituição Federal, sugerindo afastamentos de servidores públicos”, sustentaram.
Segundo Época, a Abin produziu ao menos dois relatórios a pedido da defesa de Flávio. Um deles sugere a demissão de servidores, “três elementos-chave dentro do grupo criminoso da RF”, que “devem ser afastados in continenti”. Um deles, de fato, se demitiu na semana passada.
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marcio gaúcho
11 de dezembro de 2020 3:38 pmEsse é o novo normal. Acostume-se!
Evandro Condé
11 de dezembro de 2020 4:26 pmEu custo a acreditar que chegou-se a este ponto. Perdeu-se a noção totalmente. E pior, vários envolvidos.
+almeida
11 de dezembro de 2020 7:30 pmAcho que os maiores escândalos estão sempre sob a proteção dos felpudos tapetes palacianos.
Carlos Elisioc
12 de dezembro de 2020 8:01 amComo no comentario acima (+almeida), este é o maior escândalo até agora claramente reconhecido.
Têm mais. E coisa pior.
Brevemente no noticiário naciona, no policial, econômico, político, religioso, etc..