O ex-senador e atual presidente da Apex-Brasil Jorge Viana (PT-AC) desmentiu, por meio da assessoria de imprensa, as acusações de que teria omitido a posse de um apartamento de luxo na declaração de bens entregue à Justiça Eleitoral em 2022.
Em nota, a assessoria de Viana esclareceu que o imóvel nunca esteve sob suspeita ou em meio a qualquer controvérsia. Os devidos esclarecimentos foram prestados ao repórter Tácio Lorran, do jornal O Estado de São Paulo há mais de duas semanas.
De acordo com Viana, a compra do imóvel ocorreu em fevereiro de 2022, sem qualquer vínculo com a presidência da Apex-Brasi. A aquisição também foi declarada junto à Receita Federal, na delaração do Imposto de Renda deste ano.
“O dispositivo normativo da Justiça Eleitoral determina a entrega da relação atual de bens, de forma simplificada, contendo a indicação do bem e valor declarado à Receita Federal, dispensando-se a inclusão de endereços de imóveis, placas de veículos ou qualquer outro dado pormenorizado. E assim foi procedido. Tudo como determina a lei, levando em conta que a declaração à Receita Federal em 2022 tinha como ano-base o ano de 2021. Portanto, não houve omissão, como aponta criminosamente o repórter”, justifica a assessoria.
A equipe do ex-senador ressalta ainda que o imóvel tem 300m², foi comprado por 70% do valor mencionado na reportagem e com economias próprias.
“Cabe destacar ainda que o apartamento foi adquirido com economias próprias e a venda de outros dois imóveis: um apartamento em Brasília, comprado em 2019 — e declarado no IRPF de 2020 junto à Secretaria de Receita Federal —; e um antigo imóvel situado no Acre, também declarado no imposto de renda. O repórter mente ao dizer que Jorge Viana não tinha outro apartamento na capital da República. E nem leva em conta que o imóvel atual foi comprado com financiamento”, conclui a assessoria.
Leia o posicionamento de Jorge Viana na íntegra:
Diferentemente do que informa o jornal “O Estado de S.Paulo”, na reportagem “Presidente da Apex omite cobertura duplex de R$ 4,2 milhões da Justiça Eleitoral”, Jorge Viana não ocultou bens ou cometeu crime eleitoral ou fiscal, como insinua o repórter Tácio Lorran.
Sobre a movimentação patrimonial de Jorge Viana, a assessoria de imprensa esclareceu ao jornalista que a aquisição do imóvel citado na reportagem, um apartamento no final da Asa Norte, em Brasília, nunca esteve sob suspeita ou em meio a qualquer controvérsia.
A compra ocorreu em fevereiro de 2022, sem qualquer vínculo com o cargo que Jorge Viana passou a ocupar em janeiro de 2023. E foi declarada junto à Receita Federal, no IRPF de 2023, como manda a lei.
Em 2022, perante a Justiça Eleitoral, foi apresentada a declaração de bens do então candidato ao governo do estado do Acre, conforme determina a Resolução 23.675, de 16 de dezembro de 2021, do Tribunal Superior Eleitoral.
O dispositivo normativo da Justiça Eleitoral determina a entrega da relação atual de bens, de forma simplificada, contendo a indicação do bem e valor declarado à Receita Federal, dispensando-se a inclusão de endereços de imóveis, placas de veículos ou qualquer outro dado pormenorizado.
E assim foi procedido. Tudo como determina a lei, levando em conta que a declaração à Receita Federal em 2022 tinha como ano-base o ano de 2021. Portanto, não houve omissão, como aponta criminosamente o repórter.
Não bastassem tais inverdades, o repórter incorre em outras mentiras.
O apartamento não tem 500m2 e muito menos foi adquirido por R$ 4,2 milhões. O imóvel tem 300m2 e foi comprado por 70% do valor mencionado na reportagem. O jornalista supervalorizou em 30% o preço do apartamento.
Cabe destacar ainda que o apartamento foi adquirido com economias próprias e a venda de outros dois imóveis: um apartamento em Brasília, comprado em 2019 — e declarado no IRPF de 2020 junto à Secretaria de Receita Federal —; e um antigo imóvel situado no Acre, também declarado no imposto de renda. O repórter mente ao dizer que Jorge Viana não tinha outro apartamento na capital da República. E nem leva em conta que o imóvel atual foi comprado com financiamento.
Tais esclarecimentos foram dados há mais de duas semanas ao repórter. Mas ele permanece motivado em promover uma devassa na vida pessoal de Jorge Viana, num esforço para levantar suspeitas sobre a sua conduta, apesar de nunca ter pesado quaisquer acusações contra si em mais de 30 anos de vida pública.
Diante da campanha sistemática de assassinato de reputação promovida pelo repórter Tácio Lorran para tentar desqualificar o ex-governador e ex-senador, medidas judiciais estão sendo adotadas para repor a verdade e em defesa da reputação e da honra de Jorge Viana.
Assessoria de Imprensa
Jorge Viana
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