5 de junho de 2026

CNBB lança catecismo contra a reforma dos golpistas, por Almeida

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CNBB lança catecismo contra a reforma dos golpistas, por Almeida

“Ai  dos  que  fazem  do  direito  uma  amargura  e  a  justiça  jogam  no  chão” (Amós 5,7)

As palavras do profeta Amós abrem a “Nota da CNBB sobre a PEC 287/16 – Reforma da Previdência”, de 23 de março passado, onde ela conclama cristãos e pessoas de boa vontade “a se mobilizarem para buscar o melhor para o povo brasileiro, principalmente os mais fragilizados”. Igrejas evangélicas tomaram iniciativa semelhante, no dia 31, no “Pronunciamento das Igrejas Evangélicas Históricas do Brasil e Aliança Evangélica sobre Reforma Previdenciária”

A CNBB reuniu em caderno, lançado nesta segunda-feira, para contribuir com o debate da Reforma da Previdência, uma coletânea de ponderações de Igrejas, organismos, grupos eclesiais e de bispos, sobre a iniciativa em tramitação no Congresso, que ela considera “uma escolha do caminho da exclusão social”. A evocação do profeta é muito apropriada no presente cenário institucional. Ele era um pastor humilde e rude, que de maneira direta condenava a corrupção das elites e a injustiça social. Seu estilo aparece na apresentação do caderno, com texto objetivo dando nome aos bois e as vacas privilegiadas da “reforma da previdência”:

“O foco do projeto de reforma é apenas fiscal e economicista, sem balizamento ético e social. Irá aprofundar as desigualdades já insuportáveis da sociedade brasileira. A reforma do jeito que está proposta não é justa, pois de um lado, retira direitos dos mais vulneráveis e, de outro, mantém  privilégios inaceitáveis,  deixando  de  fora  a  revisão  das  altas aposentadorias  do  judiciário  e  do  ministério  público,  dos  militares  e dos políticos“.

O material com os pronunciamentos pode ser baixado aqui.

Redação

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11 Comentários
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  1. Wilton Santos

    4 de abril de 2017 12:34 pm

    Excelente comentário do Bemvindo Sequeira

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=cNawGZCrc3c%5D

  2. ze sergio

    4 de abril de 2017 2:27 pm

    cnbb….

    CNBB, o que aconteceu com aquela paróquia e aquele padre que recebeu milhões em dinheiro de corrupção de um Deputado? (não consigo lembrar o nome do deputado). E um tal Bispo da Igreja Católkica usou sua posição para suas aventuras amorosas e politicas no Parahuai. Então a CNBB deveria se preocupar mais com idéias democráticas e religião, até porque ficou demonstrado que errararm feio na sua ideologia partidária. e politica.     

    1. Almeida

      4 de abril de 2017 3:25 pm

      Xovê se adivinho:

      Cê deve ser uma das vacas privilegiadas na tal “reforma”.

      1. Cecília Aragão

        4 de abril de 2017 4:08 pm

        Para negar o óbvio dessa
        Para negar o óbvio dessa forma com certeza é um beneficiário de privilégios.

    2. Roxane

      4 de abril de 2017 8:06 pm

      1_Não sou católica e nem

      1_Não sou católica e nem evangélica.

      2_ Um padre, uma paróquia,  um pastor não são a igreja.

  3. sergior

    4 de abril de 2017 3:57 pm

    A Igreja se move. 

    A Igreja se move. 

  4. Roxane

    4 de abril de 2017 8:04 pm

    O link para o material da

    O link para o material da CNBB não está funcionando.

  5. Anarquista Lúcida

    4 de abril de 2017 8:42 pm

    Fico dividida. É boa a posiçao das igrejas MAS…

    Nao quero as igrejas determinando o que deve ou nao ser feito… Mas nao dá para recusar apoios, claro.

  6. Almeida

    5 de abril de 2017 12:47 am

    O link para o caderno na postagem não está funcionando.

    Vou deixar ao link a seguir de outra matéria do CESEE: http://novo.ceseep.org.br/?p=7662

    Lá é possível acessar em: BAIXE A ÍNTEGRA DO CADERNO AS IGREJAS E REFORMA DA PREVIDÊNCIA

  7. Paulo F.

    5 de abril de 2017 12:52 pm

    uma no cravo.

    outra na ferradura.

    O semanário da Arquidiocese de São Paulo (O São Paulo )  tem um claro alinhamento pro-reforma.

    E já recomendou livros de Von Mises…..

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