

CNBB lança catecismo contra a reforma dos golpistas, por Almeida
“Ai dos que fazem do direito uma amargura e a justiça jogam no chão” (Amós 5,7)
As palavras do profeta Amós abrem a “Nota da CNBB sobre a PEC 287/16 – Reforma da Previdência”, de 23 de março passado, onde ela conclama cristãos e pessoas de boa vontade “a se mobilizarem para buscar o melhor para o povo brasileiro, principalmente os mais fragilizados”. Igrejas evangélicas tomaram iniciativa semelhante, no dia 31, no “Pronunciamento das Igrejas Evangélicas Históricas do Brasil e Aliança Evangélica sobre Reforma Previdenciária”.
A CNBB reuniu em caderno, lançado nesta segunda-feira, para contribuir com o debate da Reforma da Previdência, uma coletânea de ponderações de Igrejas, organismos, grupos eclesiais e de bispos, sobre a iniciativa em tramitação no Congresso, que ela considera “uma escolha do caminho da exclusão social”. A evocação do profeta é muito apropriada no presente cenário institucional. Ele era um pastor humilde e rude, que de maneira direta condenava a corrupção das elites e a injustiça social. Seu estilo aparece na apresentação do caderno, com texto objetivo dando nome aos bois e as vacas privilegiadas da “reforma da previdência”:
“O foco do projeto de reforma é apenas fiscal e economicista, sem balizamento ético e social. Irá aprofundar as desigualdades já insuportáveis da sociedade brasileira. A reforma do jeito que está proposta não é justa, pois de um lado, retira direitos dos mais vulneráveis e, de outro, mantém privilégios inaceitáveis, deixando de fora a revisão das altas aposentadorias do judiciário e do ministério público, dos militares e dos políticos“.
Wilton Santos
4 de abril de 2017 12:34 pmExcelente comentário do Bemvindo Sequeira
[video:https://www.youtube.com/watch?v=cNawGZCrc3c%5D
ze sergio
4 de abril de 2017 2:27 pmcnbb….
CNBB, o que aconteceu com aquela paróquia e aquele padre que recebeu milhões em dinheiro de corrupção de um Deputado? (não consigo lembrar o nome do deputado). E um tal Bispo da Igreja Católkica usou sua posição para suas aventuras amorosas e politicas no Parahuai. Então a CNBB deveria se preocupar mais com idéias democráticas e religião, até porque ficou demonstrado que errararm feio na sua ideologia partidária. e politica.
Almeida
4 de abril de 2017 3:25 pmXovê se adivinho:
Cê deve ser uma das vacas privilegiadas na tal “reforma”.
Cecília Aragão
4 de abril de 2017 4:08 pmPara negar o óbvio dessa
Para negar o óbvio dessa forma com certeza é um beneficiário de privilégios.
Roxane
4 de abril de 2017 8:06 pm1_Não sou católica e nem
1_Não sou católica e nem evangélica.
2_ Um padre, uma paróquia, um pastor não são a igreja.
sergior
4 de abril de 2017 3:57 pmA Igreja se move.
A Igreja se move.
Roxane
4 de abril de 2017 8:04 pmO link para o material da
O link para o material da CNBB não está funcionando.
Almeida
4 de abril de 2017 11:43 pmLeia no link abaixo:
http://novo.ceseep.org.br/wp-content/uploads/2017/04/PREVIDENCIA-PRONUNCIAMENTO-DAS-IGREJAS.pdf
Anarquista Lúcida
4 de abril de 2017 8:42 pmFico dividida. É boa a posiçao das igrejas MAS…
Nao quero as igrejas determinando o que deve ou nao ser feito… Mas nao dá para recusar apoios, claro.
Almeida
5 de abril de 2017 12:47 amO link para o caderno na postagem não está funcionando.
Vou deixar ao link a seguir de outra matéria do CESEE: http://novo.ceseep.org.br/?p=7662
Lá é possível acessar em: BAIXE A ÍNTEGRA DO CADERNO AS IGREJAS E REFORMA DA PREVIDÊNCIA
Paulo F.
5 de abril de 2017 12:52 pmuma no cravo.
outra na ferradura.
O semanário da Arquidiocese de São Paulo (O São Paulo ) tem um claro alinhamento pro-reforma.
E já recomendou livros de Von Mises…..