Como a Fiocruz se preparou para a guerra do coronavirus antes do governo acordar

Os grandes avanços ocorridos na política pública em vinte anos e os cortes de verbas, que se ampliaram nos últimos 3 ou 4 anos, e ameaçam sucatear o setor, em um momento decisivo da saúde pública do país.

Na entrevista à TV GGN, o Coordenador de Vigilância e Laboratórios de Referência da Fiocruz, Rivaldo Venâncio, conta como o instituto se preparou para a guerra da coronavirus.

Explica o papel dos laboratórios de referência e a forma de atuação coordenada dos demais laboratórios, liderados pela Fiocruz, e dentro da estrutura do SUS (Sistema Único de Saúde). Explica também a coordenação da Organização Panamericana de Saúde e da Organização Mundial de Saúde, e a cooperação entre países, essencial para o desenvolvimento da vacina.

Mostra também os grandes avanços ocorridos na política pública em vinte anos e os cortes de verbas, que se ampliaram nos últimos 3 ou 4 anos, e ameaçam sucatear o setor, em um momento decisivo da saúde pública do país.

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2 comentários

  1. da Fapesp(https://revistapesquisa.fapesp.br/2020/02/28/novo-coronavirus-no-brasil/#cc-republish)
    ———–Das sete variedades conhecidas de coronavírus que saíram de animais e infectaram pessoas, quatro já tinham sido detectadas no Brasil antes da confirmação do primeiro paciente no território nacional com o novo Sars-Cov-2, que emergiu em dezembro na China. As outras duas variedades mais perigosas ainda não foram encontradas no país: a da síndrome respiratória aguda grave (Sars), que levou à morte cerca de 800 pessoas em 2002 e 2003; e a da síndrome respiratória do Oriente Médio (Mers), que provocou 858 mortes desde 2014.
    Os quatro subtipos já adaptados a seres humanos, identificados a partir do final do século passado e encontrados no país são: HCoV-OC43, provavelmente vindo de bovinos, mas originário de roedores; HCoV- NL63, proveniente de morcegos, como os da Sars e da Covid-19; HCoV-229E, vindo de camelos, mas originário de morcegos; e HCoV-HKU1, vindo de roedores.
    “Eles saltaram de animais silvestres para os seres humanos em episódios isolados e raros, chegaram ao Brasil por meio da transmissão entre pessoas e estão por aqui o tempo todo, mas em geral não causam problemas graves”, diz o virologista Paulo Eduardo Brandão, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP. As doenças respiratórias que provocam em adultos saudáveis desaparecem em alguns dias, mas em crianças e em indivíduos idosos ou com problemas cardíacos ou respiratórios os danos podem ser mais graves.

    “Atualmente não há perigo de os coronavírus de gado, aves, cães e gatos infectarem as pessoas porque os vírus não têm receptores celulares que permitam aderir às células humanas”, afirma Brandão. O HCoV-OC43, que teria vindo de bovinos, foi uma exceção ainda sem explicação. “Os únicos capazes de interagir com o organismo humano são os de animais silvestres, como morcegos.”
    Isso acontece porque os coronavírus de morcego aderem à enzima conversora de angiotensina (ACE), por meio da qual se ligam às membranas de células do nariz, garganta e pulmões.

    O maior risco de transmissão decorre da manipulação de animais mortos e o contato com sangue e fluidos do pulmão ou intestino, que podem estar contaminados.
    As variedades HCoV-OC43 e NL63 foram identificadas respectivamente em 3,1% e 1,5% de um grupo de 150 crianças com idade entre 3 meses e 10 anos internadas com pneumonia causada por esses e outros vírus entre novembro de 2014 e abril de 2016 em dois hospitais públicos pediátricos, o Dr. Odorico de Amaral Matos e o Dr. Juvêncio Mattos, ambos de São Luís, no Maranhão. O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade Ceuma, instituição privada da capital maranhense, com médicos dos dois hospitais e publicado em outubro de 2019 na Journal of Medical Virology. Nesse trabalho, os tipos de vírus mais frequentes em crianças foram o rinovírus humano (em 68%), o vírus sincicial respiratório (14%) e o adenovírus (14%).
    Uma equipe da Universidade Federal do Paraná (UFPR), por sua vez, identificou os quatro subtipos de coronavírus humanos em 7,6% de 444 crianças e adultos internados no Hospital das Clínicas da UFPR com infecção respiratória grave em 2012 e 2013. De acordo com um estudo de maio de 2016 na revista Pathogen and Global Health, três pacientes desse grupo com coronavírus morreram de infecção respiratória.
    “O coronavírus, sozinho ou associado com outra espécie de vírus, o rinovírus C, é um indício da gravidade da infecção e da necessidade de internação na unidade de terapia intensiva”, observa o virologista Eurico Arruda, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP). Em colaboração com a pediatra Alessandra Matsuno, Arruda encontrou algum dos quatro subtipos de coronavírus humanos em 11% de um grupo de 236 crianças com 3,5 meses e problemas respiratórios internadas no Hospital das Clínicas da universidade em 2008 e 2009. Os resultados desse trabalho foram publicados em junho de 2019 na PLOS ONE.
    Fred Murphy Um e Sylvia Whitfield / CDC …Um deles, o causador da bronquite infecciosa aviária, é altamente contagiosoFred Murphy Um e Sylvia Whitfield / CDC
    Esse tipo de vírus se propaga mais facilmente em áreas densamente povoadas como a China, que concentra a maioria das pessoas infectadas no surto atual, e especialmente no inverno. Lugares com excesso de gente e saneamento inadequado contribuem para a transmissão, concluíram pesquisadores da USP e do Hospital Israelita Albert Einstein, que, em 2005 e 2006, examinaram a prevalência de vírus respiratórios em 282 crianças com até 5 anos que moravam em Paraisópolis, um bairro paulistano com 42 mil habitantes. As crianças tinham pelo menos dois sintomas de infecção respiratória (tosse, coriza, dificuldade para respirar, chiado no peito e febre). Como relatado em novembro de 2019 na Journal of Medical Virology, os pesquisadores encontraram coronavírus em 34 (13,5%) das 252 crianças com algum tipo de virose.
    Outra forma de transmissão é respirar o ar de cavernas habitadas por morcegos infectados. Por essa razão, o virologista Peter Daszak, presidente da Aliança EcoHealth, organização não governamental dos Estados Unidos especializada em doenças emergentes, cobre-se com máscaras, luvas e roupas especiais ao entrar com sua equipe em cavernas do interior da China para identificar os refúgios de vírus que poderiam chegar às pessoas.
    Em outubro de 2015, Daszak e sua equipe coletaram amostras de sangue de 218 moradores de povoados do sudoeste da China a uma distância de 1,1 a 6 km de duas cavernas habitadas por morcegos. Como publicado em fevereiro de 2018 na revista Virologica Sinica, a maioria dos moradores (97%) tinha tido contato com animais silvestres e 3% deles apresentaram anticorpos contra o coronavírus, embora não tivessem sintomas de infecção respiratória. “As pessoas dessas comunidades rurais estavam expostas todos os dias, porque costumavam trabalhar fora, e muitas delas caçavam animais para comer, incluindo morcegos”, contou Daszak a Pesquisa FAPESP.
    Segundo ele, surtos de doenças emergentes estão ocorrendo com mais frequência em razão do contato cada vez maior com animais silvestres por causa de desmatamento, construção de estradas, agricultura intensiva e comércio ilegal. Como o mundo está mais conectado por meio das viagens aéreas, qualquer novo vírus de regiões remotas tem um risco muito maior de se espalhar.————-

    Novo coronavírus no Brasil
    A variedade que emergiu na China chegou ao país, onde já circulavam outras quatro, menos perigosas
    Saúde Pública—revista Pesquisa FAPESP—Edição 289—mar. 2020—-Saúde Pública—Carlos Fioravanti

    O surto do novo coronavírus, que começou em dezembro na China, deu um salto no final de fevereiro. No dia 26, o Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso de infecção no país (e na América do Sul) do vírus chamado Sars-CoV-2, em um homem de 61 anos que tinha viajado para a Itália. Nessa data, o país europeu era visto como um foco da doença, com 322 pessoas infectadas e 12 mortes. Também no dia 26, Argélia, Áustria, Croácia e Suíça registraram seus primeiros casos em pessoas que tinham estado na Itália; no dia anterior, a Organização Mundial da Saúde havia notificado a chegada do vírus no Afeganistão, Barein, Iraque e Oman.
    A variedade causadora da doença que ganhou o nome oficial de Covid-19 havia infectado 81 mil pessoas e causado 2.761 mortes em 37 países no final de fevereiro. Nos Estados Unidos, então com 53 casos confirmados, os Centros de Prevenção e Controle de Doenças (CDC) alertavam a população para a iminência de um surto, com um número maior de casos e impactos no dia a dia. Como outros vírus com afinidade para as vias respiratórias, a variedade que surgiu na Ásia pode ser transmitida, entre pessoas, por meio de gotículas de saliva liberadas ao falar, espirrar ou tossir.
    “Essa será mais uma gripe que a humanidade terá de atravessar”, disse o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em uma entrevista coletiva em Brasília, no dia 26, ao comentar o primeiro caso brasileiro. Um homem sexagenário infectou-se entre 9 e 21 de fevereiro, quando esteve a trabalho na região da Lombardia, norte da Itália
    De volta à cidade de São Paulo, onde mora, teve sinais de gripe forte e no dia 24 procurou o Hospital Israelita Albert Einstein, instituição privada que identificou o vírus, depois confirmado pelo Instituto Adolfo Lutz. O homem voltou para casa, já que os sintomas não justificavam a internação. Ele está sendo acompanhado, e as pessoas com quem teve contato no voo de volta ao Brasil e em São Paulo estão sendo rastreadas e acompanhadas por equipes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e das secretarias estadual e municipal do estado.
    Science Source / Fotoarena
    Os círculos em azul evidenciam os HCoV-229E, um dos quatro tipos de coronavírus detectados em pessoas no Brasil, vistos por microscopia eletrônica de transmissãoScience Source / Fotoarena

    No final desse mês, havia também 20 casos suspeitos em acompanhamento em sete estados (Paraíba, Pernambuco, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina). Desse total, 12 eram de pessoas que tinham viajado para a Itália. Nesse país, o surto começou com um funcionário da Unilever que procurou um hospital de Codogno, na Lombardia, mas, por não ter visitado a China, não foi tratado como caso suspeito e acabou dispensado. Mais tarde, quando sua esposa se lembrou de um encontro com um italiano que tinha estado no país asiático, o homem já havia infectado a mulher, médicos e pacientes do hospital. O governo italiano fechou escolas, cercou cidades e proibiu aglomerações em igrejas e bares. O Irã também decretou o fechamento temporário de escolas e lugares de atividades culturais depois de o número de casos confirmados ter saltado de 95 para 139 e as mortes de 15 para 19 em poucos dias.
    Das sete variedades conhecidas de coronavírus que saíram de animais e infectaram pessoas, quatro já tinham sido detectadas no Brasil antes da confirmação do primeiro paciente no território nacional com o novo Sars-Cov-2, que emergiu em dezembro na China. As outras duas variedades mais perigosas ainda não foram encontradas no país: a da síndrome respiratória aguda grave (Sars), que levou à morte cerca de 800 pessoas em 2002 e 2003; e a da síndrome respiratória do Oriente Médio (Mers), que provocou 858 mortes desde 2014.
    Os quatro subtipos já adaptados a seres humanos, identificados a partir do final do século passado e encontrados no país são: HCoV-OC43, provavelmente vindo de bovinos, mas originário de roedores; HCoV- NL63, proveniente de morcegos, como os da Sars e da Covid-19; HCoV-229E, vindo de camelos, mas originário de morcegos; e HCoV-HKU1, vindo de roedores.
    “Eles saltaram de animais silvestres para os seres humanos em episódios isolados e raros, chegaram ao Brasil por meio da transmissão entre pessoas e estão por aqui o tempo todo, mas em geral não causam problemas graves”, diz o virologista Paulo Eduardo Brandão, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP. As doenças respiratórias que provocam em adultos saudáveis desaparecem em alguns dias, mas em crianças e em indivíduos idosos ou com problemas cardíacos ou respiratórios os danos podem ser mais graves.
    Philippe Merle / AFP As galinhas abrigam dezenas de variedades de coronavírus…Philippe Merle / AFP

    “Atualmente não há perigo de os coronavírus de gado, aves, cães e gatos infectarem as pessoas porque os vírus não têm receptores celulares que permitam aderir às células humanas”, afirma Brandão. O HCoV-OC43, que teria vindo de bovinos, foi uma exceção ainda sem explicação. “Os únicos capazes de interagir com o organismo humano são os de animais silvestres, como morcegos.” Isso acontece porque os coronavírus de morcego aderem à enzima conversora de angiotensina (ACE), por meio da qual se ligam às membranas de células do nariz, garganta e pulmões. O maior risco de transmissão decorre da manipulação de animais mortos e o contato com sangue e fluidos do pulmão ou intestino, que podem estar contaminados.
    As variedades HCoV-OC43 e NL63 foram identificadas respectivamente em 3,1% e 1,5% de um grupo de 150 crianças com idade entre 3 meses e 10 anos internadas com pneumonia causada por esses e outros vírus entre novembro de 2014 e abril de 2016 em dois hospitais públicos pediátricos, o Dr. Odorico de Amaral Matos e o Dr. Juvêncio Mattos, ambos de São Luís, no Maranhão. O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade Ceuma, instituição privada da capital maranhense, com médicos dos dois hospitais e publicado em outubro de 2019 na Journal of Medical Virology. Nesse trabalho, os tipos de vírus mais frequentes em crianças foram o rinovírus humano (em 68%), o vírus sincicial respiratório (14%) e o adenovírus (14%).
    Uma equipe da Universidade Federal do Paraná (UFPR), por sua vez, identificou os quatro subtipos de coronavírus humanos em 7,6% de 444 crianças e adultos internados no Hospital das Clínicas da UFPR com infecção respiratória grave em 2012 e 2013. De acordo com um estudo de maio de 2016 na revista Pathogen and Global Health, três pacientes desse grupo com coronavírus morreram de infecção respiratória.
    “O coronavírus, sozinho ou associado com outra espécie de vírus, o rinovírus C, é um indício da gravidade da infecção e da necessidade de internação na unidade de terapia intensiva”, observa o virologista Eurico Arruda, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP). Em colaboração com a pediatra Alessandra Matsuno, Arruda encontrou algum dos quatro subtipos de coronavírus humanos em 11% de um grupo de 236 crianças com 3,5 meses e problemas respiratórios internadas no Hospital das Clínicas da universidade em 2008 e 2009. Os resultados desse trabalho foram publicados em junho de 2019 na PLOS ONE.
    Fred Murphy Um e Sylvia Whitfield / CDC …Um deles, o causador da bronquite infecciosa aviária, é altamente contagiosoFred Murphy Um e Sylvia Whitfield / CDC
    Esse tipo de vírus se propaga mais facilmente em áreas densamente povoadas como a China, que concentra a maioria das pessoas infectadas no surto atual, e especialmente no inverno. Lugares com excesso de gente e saneamento inadequado contribuem para a transmissão, concluíram pesquisadores da USP e do Hospital Israelita Albert Einstein, que, em 2005 e 2006, examinaram a prevalência de vírus respiratórios em 282 crianças com até 5 anos que moravam em Paraisópolis, um bairro paulistano com 42 mil habitantes. As crianças tinham pelo menos dois sintomas de infecção respiratória (tosse, coriza, dificuldade para respirar, chiado no peito e febre). Como relatado em novembro de 2019 na Journal of Medical Virology, os pesquisadores encontraram coronavírus em 34 (13,5%) das 252 crianças com algum tipo de virose.
    Outra forma de transmissão é respirar o ar de cavernas habitadas por morcegos infectados. Por essa razão, o virologista Peter Daszak, presidente da Aliança EcoHealth, organização não governamental dos Estados Unidos especializada em doenças emergentes, cobre-se com máscaras, luvas e roupas especiais ao entrar com sua equipe em cavernas do interior da China para identificar os refúgios de vírus que poderiam chegar às pessoas.
    Em outubro de 2015, Daszak e sua equipe coletaram amostras de sangue de 218 moradores de povoados do sudoeste da China a uma distância de 1,1 a 6 km de duas cavernas habitadas por morcegos. Como publicado em fevereiro de 2018 na revista Virologica Sinica, a maioria dos moradores (97%) tinha tido contato com animais silvestres e 3% deles apresentaram anticorpos contra o coronavírus, embora não tivessem sintomas de infecção respiratória. “As pessoas dessas comunidades rurais estavam expostas todos os dias, porque costumavam trabalhar fora, e muitas delas caçavam animais para comer, incluindo morcegos”, contou Daszak a Pesquisa FAPESP.
    Segundo ele, surtos de doenças emergentes estão ocorrendo com mais frequência em razão do contato cada vez maior com animais silvestres por causa de desmatamento, construção de estradas, agricultura intensiva e comércio ilegal. Como o mundo está mais conectado por meio das viagens aéreas, qualquer novo vírus de regiões remotas tem um risco muito maior de se espalhar.

    Projetos
    1. Picornavírus e coronavírus emergentes: Associação com patogênese respiratória em seres humanos e detecção em roedores silvestres (nº 11/19897-5); Modalidade Bolsas no Brasil – Pós-doutorado; Pesquisador responsável Eurico de Arruda Neto (USP); Bolsista Luciano Kleber de Souza Luna; Investimento R$ 247.945,49.
    2. Evolução experimental em quase-espécies com coronavírus aviário (nº 18/12417-7); Modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular; Pesquisador responsável Paulo Eduardo Brandão (USP); Investimento R$ 149.618,87.
    Artigo científico
    MATSUNO, A. K. et al. Human coronavirus alone or in co-infection with rhinovirus C is a risk factor for severe respiratory disease and admission to the pediatric intensive care unit: A one-year study in Southeast Brazil. PLoS One. v. 14, n. 6, e0217744. 3 jun. 2019.
    FERREIRA, H. L. D. S. et al. High incidence of rhinovirus infection in children with community-acquired pneumonia from a city in the Brazilian pre-Amazon region. Journal of Medical Virology. v. 91, n. 10, p. 1751-8. 5 out. 2019.
    TROMBETTA H. et al. Human coronavirus and severe acute respiratory infection in Southern Brazil. Pathogen and Global Health. v. 110, n. 3, p. 113-8. 19 mai. 2016.
    GÓES, L. G. B. et al. Typical epidemiology of respiratory virus infections in a Brazilian slum. Journal of Medical Virology (on-line). 26 nov. 2019
    WANG, N. et al. Serological evidence of bat Sars-related coronavirus infection in humans, China. Virologica Sinica. v. 33, n. 1, p. 104-7. fev. 2018.

    Editada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), a revista Pesquisa FAPESP foi lançada em outubro de 1999. O objetivo básico da publicação é difundir e valorizar os resultados da produção científica e tecnológica brasileira, da qual a FAPESP é uma das mais importantes agências de fomento.

    https://revistapesquisa.fapesp.br/2020/02/28/novo-coronavirus-no-brasil/#cc-republish

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