5 de junho de 2026

GGN Covid Brasil: leve alta na média de casos nos últimos 4 dias

Os dados de ontem mostram que a média diária semanal de óbitos se estabilizou abaixo dos 500. Ficou em 460. Já a média de novos casos aumentou um pouco, mas continua abaixo dos 23 mil.

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Ao contrário dos últimos dias, desta vez houve alto crescimento de casos em 6 estados – Pará, Acre, Santa Catarina, Roraima, Amapá e Espírito Santo. E crescimento moderado em 3 outros estados – Amazonas, Roraima e Sergipe.

Em relação aos óbitos, houve alto crescimento em 2 estados – Amazonas e Acre. E crescimento moderado em outros 2 – Rio Grande do Sul e Roraima.

No nosso mapa, as regiões com alto crescimento de coronavirus abrigam 68 milhões de brasileiro, mostrando tendência lenta de queda.

No gráfico de curto prazo, mostrando as médias diárias dos últimos 7 dias, percebe-se uma leva alta no número de casos nos últimos 4 dias e estabilidade em óbitos.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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3 Comentários
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  1. Gregório Ferreira

    27 de outubro de 2020 12:07 pm

    Número de casos em alta e óbitos em baixa se encaixa perfeitamente no que ocorre quando o tratamento precoce é implantado.

    Aos primeiros sintomas as pessoas está procurando atendimento médico e recebendo os primeiros tratamentos ao mesmo tempo fazendo o teste PCR.

    Uma pena que os governos estaduais ainda não tenham aderido ao tratamento precoce.

    Debelariamos essa epidemia em poucas semanas.

    Atualizando as informações direto de Itajaí tivemos ontem uma morte de uma criança com Covid, que nasceu prematura.

    Assim no mês temos 8 mortes em 26 dias.

    Números que provocariam a revolta dos brasileiros, se soubessem que a doença pode ser combatida com tratamento precoce e o seu estado e o seu município não oferece por motivos políticas.

    Ficariam mais revoltados em ver que a mídia corrupta subtrai essas importantes informações da população.

    1. H. Khlorico

      27 de outubro de 2020 1:03 pm

      Itajaí é aquela cidade onde o prefeito liberou o tratamento “precoce” com ozonioterapia pelo ânus?
      Talvez haja uma correlação entre gases intestinais e tratamento de Covid.
      Ou de opiniões baseadas em crenças e desinformação, tão “cheirosas quanto”…
      Aliás, há cidades com poucas mortes onde o pessoal está comendo pão de queijo.
      Sugiro que V.Sa., em nome do seu PhD e prêmio Nobel em medicina, envie estas informações (que “a mídia esconde”) para a OMS, o CDC, a FDA, o RKI, Oxford e outras universidades, institutos e instituições científicas e de saúde dospaíses para, finalmente “debelar esta pandemia em poucas semanas”.
      Ou ela é só uma gripezinha?
      V.Sa. precisa se definir, o mundo agradece!

  2. Bo Sahl

    27 de outubro de 2020 12:42 pm

    Uma imagem vale mais que mil palavras (“a picture paints a thousand words”).
    Com bases nisso, olhar um gráfico é sempre um bom ponto de partida para entender os números.
    E olhando os gráficos de casos e mortes diários no MUNDO (diretos ou médias móveis, worldmeters.info),
    percebe-se que estamos na TERCEIRA onda e não na segunda.
    Entendendo onda como um vale, pico e outro vale, temos (no mundo):
    Pico 1 (“primeira marola”): ~90 mil casos por volta de 10/4; ~8,5 mil mortes por volta de 17/4
    Vale 1: 75 mil casos por volta de 28/4; ~4,5 mortes por volta de 23/5
    Pico 2: 290 mil casos por volta de 24/7; ~7,3 mil por volta de 24/7
    Vale 2: ~265 mil por volta de 22/8; 5,1 mil mortes por volta de 21/9
    Pico 3: em crescimento
    Vale 3: ainda não chegamos no Pico 3
    Portanto, com pequenas variações, se usarmos a média móvel (que não altera a formação das
    ondas), estamos na TERCEIRA onda mundial.
    A suspeita ruim é que o braZil, da jaboticaba do “platô” e lenta queda, está sujeito a acompanhar estas ondas.
    A notícia boa é que, embora os picos de casos sejam crescentes, os de mortes são decrescentes.

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