Em artigo no site The Conversation, o cientista André Silva Pimentel afirmou que a inteligência artificial explicativa já é aplicada em laboratórios para auxiliar e acelerar o desenvolvimento de novos medicamentos em diversas áreas da medicina.
Os trabalhos mais recentes do Laboratório de Sistemas Complexos, no Departamento de Química, do Centro Técnico Científico, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (CTC / PUC-Rio), conta com o auxílio da tecnologia na análise de grandes volumes de dados toxicológicos, permitindo avanços significativos no desenvolvimento de remédios.
Para tanto, Pimentel explica que a inteligência artificial explicativa “trabalha com algoritmos mais transparentes, que permitem obter conhecimento das características mais importantes do sistema e como elas se relacionam.
Assim, a IA explica como funcionam as interações das substâncias químicas no organismo ao indicar quais características específicas das substâncias levam a determinadas propriedades biológicas ou toxicidade.
Consequentemente, os pesquisadores conseguem identificar “novas moléculas ativas promissoras para tratar uma certa doença, mas também melhora a segurança e a eficácia dessas moléculas no nosso organismo”.
Os cientistas agora trabalham em um método para melhorar a entrada de medicamentos no cérebro, estudo que pode trazer novidades relevantes no tratamento de dores de cabeça, doenças emocionais, doenças neurodegenerativas, meningites e até cânceres.
*Confira o artigo na íntegra no The Conversation.
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