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Da Agência Brasil
As execuções que ocorreram na noite de quinta (13) em municípios da Grande São Paulo resultaram em 19 mortes e deixaram sete pessoas feridas, informou hoje (14) o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, em entrevista à imprensa. A chacina é a maior registrada este ano no estado.
Os crimes foram nos municípios de Barueri, Osasco e Itapevi, em um raio de 7 quilômetros, entre as 21h e as 23h. O secretário disse que não descarta a hipótese de retaliação pela morte de um policial militar e um guarda civil metropolitano. O policial foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte) na última sexta-feira (7), em um posto de gasolina em Osasco. Na quarta-feira (12), um guarda civil foi assassinado.
Das seis primeiras vítimas identificadas, cinco tinham antecedentes criminais, uma delas por tráfico de drogas. Por isso, a secretaria reforçou o policiamento nos três municípios da região metropolitana com homens das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e da Força Tática, por receio de que ônibus sejam queimados na noite desta sexta-feira.
Do total de 19 mortes, 15 ocorreram em Osasco, três em Barueri e uma em Itapevi. Foram recolhidas cápsulas de projéteis de pistolas calibres 38 e 380, que são de uso comum, e 9 milímetros, de uso exclusivo das Forças Armadas. Os projéteis serão enviados ao Instituto de Criminalística.
A secretaria formou uma força-tarefa para investigar os crimes, com 50 policiais civis, entre eles 20 investigadores e delegados do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa, além de 12 peritos e oito médicos-legistas que farão as necropsias. Os corpos seguem para a capital paulista antes de serem entregues às famílias.
Na entrevista, Alexandre de Moraes afirmou que o policiamento na região de Osasco é suficiente, tanto que a cidade registra taxas criminais baixas. “Não é momento de fazer política em relação a isso”, disse o secretário. Ele informou que houve seis chacinas este ano na capital paulista, das quais três foram esclarecidas.
Athos
14 de agosto de 2015 8:01 pmFaça um exame visual no
Faça um exame visual no Secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo!
Depois, imaginem o risco de levar SP ao poder no campo federal.
Depois ainda, analise como seria o Brasil SE este Estado fosse dividido em outros 3, menores.
Seria melhor ou pior PARA O BRASIL?
marcosomag
14 de agosto de 2015 8:11 pmA má cobertura do massacre pelas rádios da capital paulista.
Massacre em SP teve pouca repercussão nas principais rádios da capital paulista.
A Rádio CBN limitou-se a repetir as declarações de Secretário de Segurança Pública (?) estadual sobre “não descartar” a participação de PMs no massacre.
Na Rádio Millenium, digo, Jovem Pan, o caso foi “abafado” pelo “panelaço” diuturno contra a Presidente Dilma. Foi tratado como assunto lateral nos “noticiários” da emissora.
Na Bandeirantes, o destaque foi um pouco maior. Mas, a emissora do Morumbí preferiu atacar a fala (corretíssima, por sinal) do Presidente da CUT no sentido da defesa da democracia pelos trabalhadores com os recursos que estiverem disponíveis.
No geral, nada de abordar o drama das vítimas e suas famílias, a gigantesca possibilidade da ação de “pés-de-pato” (como são chamados os grupos de “justiceiros” em SP; em geral, formados por policiais) foi abordada como apenas mais uma possibilidades dentre tantas; e o mais importante: em nenhum momentos a política de “segurança pública” dos tucanos foi questionada.
marcosomag
14 de agosto de 2015 8:12 pmA má cobertura do massacre pelas rádios da capital paulista.
Massacre em SP teve pouca repercussão nas principais rádios da capital paulista.
A Rádio CBN limitou-se a repetir as declarações de Secretário de Segurança Pública (?) estadual sobre “não descartar” a participação de PMs no massacre.
Na Rádio Millenium, digo, Jovem Pan, o caso foi “abafado” pelo “panelaço” diuturno contra a Presidente Dilma. Foi tratado como assunto lateral nos “noticiários” da emissora.
Na Bandeirantes, o destaque foi um pouco maior. Mas, a emissora do Morumbí preferiu atacar a fala (corretíssima, por sinal) do Presidente da CUT no sentido da defesa da democracia pelos trabalhadores com os recursos que estiverem disponíveis.
No geral, nada de abordar o drama das vítimas e suas famílias, a gigantesca possibilidade da ação de “pés-de-pato” (como são chamados os grupos de “justiceiros” em SP; em geral, formados por policiais) foi abordada como apenas mais uma possibilidades dentre tantas; e o mais importante: em nenhum momentos a política de “segurança pública” dos tucanos foi questionada.
Fábio de Oliveira Ribeiro
15 de agosto de 2015 1:38 amUm policial foi morto em
Um policial foi morto em Osasco há 1/2 hora. Conferir amanhã de manhã a ocorrência ou não de chacinas “sem relação” com este homicídio.