
Do Comunique-se
Band dispensa repórteres do ‘CQC’ e tira programa da grade
Jacqueline Patrocínio
Depois de 8 anos na grade da Band, o programa ‘Custe o Que Custar’ não irá ao ar em 2016. A emissora divulgou a informação nesta quarta-feira, 9, e explicou que a decisão representa “um descanso para os homens de preto”. A saída da atração da programação está sendo tratada como uma pausa, um “ano sabático”. “O intervalo entre as temporadas será estendido para que tenhamos tempo de voltar com mais força em 2017”, afirma o criador do formato e diretor-geral de conteúdo da Band, Diego Guebel.
Ao final de 2015, serão mais de 339 edições do ‘CQC’. Marco Luque, único remanescente desde a primeira edição da versão brasileira, vai encerrar o programa na bancada ao lado de Rafael Cortez, que retornou após duas temporadas afastado da atração, e Dan Stulbach, que começou como apresentador neste ano. Os repórteres estreantes, Erick Krominski e Juliano Dip, e os veteranos, Maurício Meirelles e Lucas Salles, serão dispensados.
O único que segue em projeto na Band é Dan, que será o apresentador de ‘História não Escrita’, produção com recursos de computação gráfica e dramatizações, que vai contar as principais passagens históricas a partir do descobrimento do Brasil. Os episódios serão coproduzidos pela Eyeworks e Cinegroup com a participação da historiadora Lilia Schwarcz, curadora do projeto.
Em nota que trata do afastamento da grade, a Band refere-se ao programa como um divisor de águas na tevê brasileira. “O formato inovador do ‘resumo semanal de notícias’ surpreendeu o público e a crítica especializada ao levar ao ar reportagens ácidas e provocativas, privilegiando também o bom humor e a leveza. O ‘CQC’ teve ainda o mérito de aproximar o público jovem dos grandes assuntos nacionais”.
A equipe do programa contou com nomes como Marcelo Tas, Rafinha Bastos, Oscar Filho, Danilo Gentili, Felipe Andreoli, Monica Iozzi, Naty Graciano, Dani Calabresa, Ronald Rios e Guga Noblat. O time levou aos telespectadores quadros como ‘Proteste Já’, ‘CQTeste’ e ‘Top Five’.
alexis
10 de dezembro de 2015 11:00 amMarcelo Tas
Soube sair….na hora certa
ruyacquaviva
10 de dezembro de 2015 12:53 pmE que o carregue.
E que o carregue.
alexis
10 de dezembro de 2015 1:01 pmconcordo!
concordo!
tiao
10 de dezembro de 2015 11:28 amVai fazer uma baita falta…
Vai fazer uma baita falta… Já vai tarde!!!
Antonio Carlos Silva - Brasil
10 de dezembro de 2015 11:35 amCom o incontestável desgaste
Com o incontestável desgaste de Lula e PT como resultado da intensa campanha midiática, os barões mafiosos começarão a expelir seus pistoleiros ralo adentro .
Possivelmente muitos outros jagunços da mídia serão enterrados no lixão midiático .
MarFig
10 de dezembro de 2015 11:48 amE o kiko?
E o kiko?
jc.pompeu
10 de dezembro de 2015 11:48 am“Após oito anos, Band tira
“Após oito anos, Band tira CQC do ar“
menos mal menos mal
pior dos mundos seria então se um consórcio de igrejas evangélicas tirasse o califado ruralista católico do ar.
menos mal menos mal…
José Luis Pereiraj
10 de dezembro de 2015 11:56 amJá vai tarde. Os únicos
Já vai tarde. Os únicos programas “de humor político” que vão sobrar na combalida TV tradicional serão o Bom Dia Brasil, Jornal Nacional e Jornal da Globo, que logo, logo deverão dar lugar a episódios do Pica-Pau.
MRE
10 de dezembro de 2015 11:57 amTudo muda.
Era um programa diferente, no início novidade e engraçado.
Com o tempo tornou-se deus coxinha contra o diabo PT. Como promoveram baixarias com políticos ( preferencialmente do PT). Promoveram um linchamento como prejulgamento do José Dirceu no mensalão dando-lhe livro para ler na cadeia, inventaram ” surras” recebidas….maus elementos que só viam um lado do voto.
Depois da saída do pior deles, Tass, arrisco por uns 10 minutos diante da televisão, dizer que melhorou: reportagem contra o xingamento de um coxinha a um haitiano que trabalhava num posto de gasolina mostrava o lado humano característica predominante do brasileiro.
O modelo do programa saturou – em época virtual, um mês é uma eternidade !
O Pânico, outro programa bizarro e de baixarias, deve seguir pelo mesmo caminho !
Luciana Mota
10 de dezembro de 2015 12:03 pmVai tarde e não deixa
Vai tarde e não deixa saudades.
Luciana Mota
Álvaro Noites
10 de dezembro de 2015 12:11 pmO programa já capengava, pois
O programa já capengava, pois ficou inexoravelmente identificado com a extrema direita.
Bastou uma renovação de area, uma tentativa de levar o programa ao centro, que o programa perdeu finalmente seu último público: a extrema direita ficou muito desagradada com a alteração de posicionamento do CQC (aonde já se viu defender haitiano?).
Gabriel Moreno
10 de dezembro de 2015 12:41 pmGostei de algumas matérias
Gostei de algumas matérias recentes deles, teve uma em que o repórter enquadrou lá um fascista que agrediu um haitiano, que foi antológica, algo digno de elogios mesmo. Jornalismo como deve ser, com sentido público. Acredito que uma mudança de direção mais recente, deve ter proporcionado nisso. Mas no geral, serviu como ponte (este e vários outros programas) para a ascensão do conservadorismo que verificamos hoje, como uma voz dessa parte da classe média aí que tem tendências mais à direita. E com a costumeira manipulação dos fatos e das informações, no melhor estilo “PiG”, é claro.
ruyacquaviva
10 de dezembro de 2015 12:51 pmNão faz diferença
A televisão é uma mídia obsoleta.
Há anos que não tenho paciência para assistir TV aberta. Há um bom tempo parei com os canais a cabo também (cada vez piores).
As opções de informação e entretenimento na Internet são infinitamente melhores e mais numerosas que as da TV.
Isso para não falar na partidarização extrema da TV, que só acelera (emuito) um processo inevitável de obsolecência.
A TV não tem futuro.
alberto tiago
10 de dezembro de 2015 12:55 pmEra so um PANICO pretencioso
Era so um PANICO pretencioso metido a besta Vai tarde nao voltem
Reinaldo Furao
10 de dezembro de 2015 3:04 pmme enganei !
por um momento pensei que essa foto ai fosse dos procuradores federais do parana…
altamiro souza
10 de dezembro de 2015 11:18 pmpelo pouco que vi, parece uma
pelo pouco que vi, parece uma gangue de crápulas que cumpiriu
sua tarefa de horror e foi demitida
sumariamente por ter exagerado na dose….
podiam pedir emprego pro cunha…
ou no millenium…
ou fundar uma escola de trombadinhas…