A indústria do compliance como novo foco de corrupção

 

 

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2 comentários

  1. Nesse ponto o preclaro pensador Luiz Nassif leva o leitor a um beco sem saída, uma verdadeira sinuca de bico quando se depara com um texto que ele acaba de publicar em que, fundamentado em arrazoado claro e objetivo, tem a coragem de botar a cara a tapa e propor o impedimento do governo dirigido por uma cambada de malucos. Ora, essa cambada de malucos foi inventada e turbinada a ponto de adquirir condições de chegar ao poder por uma ação coordenada de agentes do judiciário, jogando em tabelinha, associada com grupos controladores do cartel de empresas de comunicação que sequestraram os direitos de liberdade de expressão em todo o país. Nesse quadro, a deposição do fantoche que carregou consigo ao poder a cambada de malucos, não obstante que seja reconhecida como necessária, hão levará o país a uma solução, porque, seja lá o que se coloque no lugar de referido fantoche, o poder permanecerá nas mãos de referida associação, judiciário X imprensa escrita e televisiva, que, ao que tudo indica, joga em uma modalidade composição de interesses assemelhada ao que a previsão legal prescreve para o crime de formação de quadrilha. Pronto! Não há saída desse xadrez. Cheque Mate!! O Brasil, então, estaria irremediavelmente num beco sem saída? Aparentemente, sim! Não se vislumbram soluções a curto e médio prazos. A crise, então, só tende a se agravar, com impedimento ou sem impedimento do fantoche. O lado bom da crise é que, como toda a crise, nela enseja-se e impõe-se a necessidade de mudança. Qual seria essa mudança? A mudança do pensamento, deslocando o tema do debate sobre os efeitos da crise para as suas causas. Ora, quais são as causas da crise? O cientista Jossé Souza explica que as causas das crises recorrentes do sistema político está na concentração de renda. O que não deveria ser nenhuma novidade porque essa abominação e suas consequências, smj, já eram previstas por aquele pensador ilustre e estigmatizado (de quem não se pode nem mencionar o nome) do século XIX. O que fazem as classes dominantes, chamadas por Jessé Souza carinhosamente de “Elite do Atraso”, de posse do poder político avassalador proporcionado pela concentração de renda? Compram as instituições para poder, segundo as suas palavras, continuar a “roubar o Estado”! Qual é o efeito disso? A corrupção de agentes públicos que passam a agir em conluio com agentes privados corruptos, em detrimento da imensa maioria da população do país, como ocorre em referida ASSOCIAÇÃO citada. É esse, pois, um efeito colateral e NATURAL do Sistema. Qual é o Sistema que a tudo compra e a tudo corrompe? É evidentemente o Capitalismo. Como o pensamento pode ajudar a construir alternativas para sair do beco sem saída em que o país se encontra? Parando de perder tempo e energia discutindo efeitos colaterais, o fantoche, os malucos, as associações criminosas e partir para a confrontação direta do Sistema que gera de forma recorrente todas essas aberrações. O Capitalismo deve ser identificado como o que é. O verdadeiro inimigo da humanidade que deve ser varrido da face da Terra. Não foi por acaso que aquele ilustre pensador de quem não se pode nem sequer mencionar o nome ensinou que o Socialismo surgiria naturalmente como consequência inevitável do Capitalismo.

  2. O compliance por pior que praticado é bom! Quando ruim não é compliance! Cristo treinava seus discípulos a fazerem o compliance com suas próprias consciências!

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