Política Na Veia: Como a fala de Lula comparando ação de Israel ao nazismo repercutiu no Brasil e no mundo

Assista programa com Luis Nassif, Cláudio Couto e Sergio Lírio (CartaCapital) sobre os desdobramentos da "crise" Brasil-Israel

O programa POLÍTICA NA VEIA desta terça-feira (20), a partir das 11 horas, conta com a participação do jornalista Luis Nassif, do Jornal GGN; de Sergio Lirio, redator-chefe de CartaCapital; e do cientista político Claudio Couto, do canal do YouTube e podcast Fora Da Política Não Há Salvação.

Apesar dos esforços de parte da mídia brasileira, a declaração do presidente Lula comparando o genocídio perpetrado por Israel na Faixa de Gaza ao holocausto nazista não gerou qualquer onda de repúdio internacional. No Brasil, entretanto, a oposição bolsonarista aproveita a oportunidade para apresentar um novo projeto de impeachment de Lula. Enquanto isso, o governo de Benjamin Netanyahu declara o presidente brasileiro “persona non grata”, ao mesmo tempo em que prepara uma nova ofensiva contra Rafah, no sul de Gaza. O episódio abordará o tema e suas repercussões.

Assista, ao vivo, a partir das 11h de terça (20), na TVGGN:

Clara Nassif

2 Comentários

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  1. Tendo tomado conhecimento pela CNN de uma “carta aberta” publicada pelo chanceler de Israel, sugeriria a seguinte resposta, se é que deve ser dada: … “Abre aspas”
    Chanceler de Israel
    A História do Brasil é reconhecidamente de paz e respeito a todos os povos, incluindo o judeu.
    Nela, em 524 anos não promovemos guerras com nossos vizinhos, mas acordos, o que não se pode dizer sobre os 75 da ainda curta existência do estado por si representado.
    A aprovação em assembleia da ONU pela partilha da Palestina para a (co)existência de Israel foi presidida por um brasileiro.
    Este presidente foi o primeiro a visitar Israel oficialmente pelo Brasil.
    Aqui judeus e árabes convivem bem em uma das maiores diversidades do planeta, com descendentes de europeus, asiáticos, africanos e outros, sem nenhuma separação ou prejuízo oficial. de religião, etnia, nacionalidade e outras escolhas e identidades.
    Não há desculpas devidas por uma defesa enfática à paz e a vida humana, seja ela de que lado fôr, principalmente quando esta referencia crimes contra a humanidade, apenas e tão somente para exemplificá-los, já que há muitos outros, piores ou não, na história da humanidade, sem igualá-los ou compará-los, o que sequer é a mesma coisa.
    Não lhes inferindo arrogância ou oportunismo propagandístico em suas atitudes, entendemos que quem deve desculpas é o governo por si representado, senão por agressiva e irrazoável diplomacia, também por manter uma crescente matança e prejuízo da continuidade da vida de milhões de seres humanos, sem esquecer ou trazer de volta os que já se foram por um também condenável ataque terrorista.
    Sua resposta e resgate deve ser dada a estes que o cometeram e não ao já refém povo palestino civil, em boa parte também semita.
    Com relação à história, nunca é tarde para aprender que ela é contada e interpretada de diversas formas.
    Com todo o respeito ao povo judeu, incluindo aqueles que não concordam e até requerem o fim deste seu governo, aguardamos suas desculpas. “Fecha Aspas”

  2. Comparação difere matematicamente, na II Guerra foram mais de cinco milhões e agora 100 mil, mas quanto a forma podemos afirmar similaridade e que Netanyahu tem uma personalidade igual a de Hitler, em alguns quesitos seria de causar inveja ao fuhrer.

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