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Inovação

MCTI lança programa Start-up Brasil

Da Assessoria de Imprensa do MCTI

O Brasil está se consolidando como um polo mundial de novos empreendedores e start-ups. Com o objetivo de apoiar as empresas nascentes de base tecnológica no país, o governo federal, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), lançou no dia 29/11 o programa Start-up Brasil. 

O lançamento, em São Paulo, teve a presença do ministro Marco Antonio Raupp, do secretário de Política de Informática do MCTI, Virgilio Almeida, e do presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil/MDIC), Maurício Borges. Leia mais »

Farmacêuticas nacionais correm risco com mudanças propostas por governo

Ministério da Saúde propõe mudanças que podem levar abaixo programa para desenvolver cadeia nacional de fármacos e que abastece SUS 

Ministério da Saúde propõe mudanças no que podem levar abaixo programa para desenvolver cadeia nacional de fármacos e que bastece SUS (Foto: Léo Ramos/Pesquisa FAPESP)
(Foto: Léo Ramos/Pesquisa FAPESP)
 
Jornal GGN - A indústria farmacêutica está entre os setores mais resistentes ao impacto de crises econômicas, em se tratando de um dos últimos componentes que as famílias sacrificam em tempos de vacas magras, pela sua óbvia prioridade. Não por acaso o setor é considerado um dos termômetros para saber quando crise econômica avança em níveis absurdamente negativos. E é isso que está acontecendo no Brasil, segundo o vice-presidente da Abifina (Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades), Reinaldo Guimarães.
 
Em entrevista para Luis Nassif, o executivo destacou que as vendas de medicamentos, como um todo, se matem em curva ascendente, ainda mais em tempos de desemprego, quando, por exemplo, a procura de medicamentos para contrapor o desgaste da saúde mental aumenta. Por outro lado, o setor vem registrando queda na venda de fármacos menos relevantes e redução do crescimento para novos investimentos em pesquisa e inovação. 
 
Outra questão que preocupa os produtores brasileiros é entrada em vigor da Proposta de Emenda Constitucional 55, a PEC que congela por 20 anos os gastos primários governo federal. 
 
"Mesmo que na área de saúde não tenha entrado plenamente em vigor, os contingenciamentos fazem com que falte dinheiro para tudo no Ministério da Saúde. Evidentemente que se estiver faltando dinheiro no Programa de Saúde da Família, que é básico e fundamental, e faltando dinheiro no Programa Nacional de Imunizações, o gestor público vai dar preferência para este último setor", explica. E sem investimento na atenção básica a incidência de doenças deve aumentar, sobrecarregando ainda mais o sistema de saúde pública, exigindo o aumento de recursos do governo que, por sua vez, limitou os gastos primários.
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Fiocruz desenvolve método inédito para tratamento de câncer

Proposta permite perfil molecular de tumor de cada indivíduo, ajudando na escolha do tratamento mais adequado 
 
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Jornal GGN - A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apresentou nesta semana uma metodologia inédita no mundo para o tratamento de câncer. A proposta, basicamente, traça o perfil molecular do tumor e do tecido saudável de cada indivíduo e foi desenvolvida dentro da área da Fiocruz responsável por processos inovadores: o Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS). 
 
O método pode ser aplicado em pacientes com qualquer tipo de câncer, com resultado mais eficiente para o câncer de mana, segundo a especialista do CDTS, Tatiana Tilli.
 
“Indiretamente, representa uma economia financeira substancial para o gestor hospitalar em termos de despesas com efeitos colaterais, novas internações e ciclos longos de tratamento. Isso é parte da inovação em saúde que estamos propondo”, disse a pesquisadora. 
 
Segundo estimativas Organização Mundial da Saúde (OMS) os casos de câncer no mundo poderão chegar a 27 milhões até o ano de 2030. O câncer de mama, o mais comum em mulheres, representa hoje cerca de 25% do total de casos da doença. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) é responsável por 70% do tratamento realizado para todos os tipos de câncer.
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Design de Produto & Cannes Lions, por Bebé Castanheira

Design de Produto & Cannes Lions

por Bebé Castanheira

Esta colaboração com o GGN para falar sobre Design, há muito acertada, só agora se materializa. E, por uma dessas coincidências da vida, acabou acontecendo juntamente com um evento importantíssimo na minha vida profissional: integrar o grupo de 20 profissionais brasileiros que representou o Brasil no júri do festival de Cannes Lions (no meu caso, para a categoria Design de Produto).

Em sua 64ª edição, Cannes Lions é um grande festival que abriga uma premiação com mais de 20 categorias e, durante uma semana, as cerimônias de entregas dos Leões se alternam com inúmeras palestras, talks, festas e muita, muita, networking.

Na programação de eventos deste ano, só para citar alguns, foi possível ver nomes como o Reverendo Jesse Jackson, a atriz Helen Mirren, o ator Ian McKellen, o fotógrafo Mário Testino, o grupo Pussy Riot ou ainda a vice-secretária-geral da ONU, Amina Mohammed, entre tantos outros.

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Bebé Castanheira, a nova colunista do GGN

Jornal GGN - Bebé Castanheira é designer, professora universitária, pesquisadora, consultora no desenvolvimento de projetos globais de design e coordenadora técnica do prêmio objeto:brasil (promovida pela oscip objeto brasil) depois de ter desempenhado a mesma função no prêmio idea brasil (única edição estrangeira da premiação americana idea awards) em suas edições 2012, 2013 e 2014. Integra, ainda, a equipe do projeto Economia Solidária como Estratégia de Desenvolvimento cujo objetivo é promover a Economia Solidária.

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Crise afetou investimentos em ciência, tecnologia e inovação, aponta relatório

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Supercomputador da UFRJ. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Do IEDI

A Carta IEDI de hoje apresenta as tendências recentes das estratégias nacionais de ciência e inovação – em particular, das políticas de estímulos à inovação empresarial – dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), bem como nas principais economias emergentes, como África do Sul, Brasil, China, Índia, Indonésia e Rússia.

A análise baseia-se no relatório Science, Technology and Innovation Outlook, divulgado no final do ano passado pela OCDE. Este mesmo relatório já foi objeto de síntese da Carta IEDI n. 775, mas naquela ocasião foi dada ênfase nas projeções para os desenvolvimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) nos próximos 10-15 anos. 

De acordo com a OCDE, os investimentos empresariais, incluindo atividades de inovação, são essenciais para a reativação da dinâmica empresarial e para o crescimento da produtividade. 

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Brasil permanece estagnado em ranking mundial de inovação

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Foto: Tero Vesalainen 
 
Jornal GGN - Divulgado no último dia 15, na Suíça, o Índice Global de Inovação mostra que o Brasil permaneceu estagnado e manteve sua 69º posição no ranking, que avalia dezenas de critérios para avaliar a performance em inovação de 127 países.
 
No ranking regional da América Latina e do Caribe, o Brasil está somente na 7ª colocação entre 18 países. O Chile ocupa a liderança da inovação na região e a 46ª no índice mundial. 
 
Já no ranking global, a Suíça aparece em primeiro lugar pelo sétimo ano seguido, seguido da Suécia, Países Baixos, Estados Unidos e Reino Unido. O Índice Global de Inovação avalia indicadores como registros de patentes, despesas em educação, e instrumentos de financiamentos. 

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Workshop reúne estudantes de desenvolvimento de foguetes

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No workshop prático, estudantes fazem cálculos e registro de medidas, previamente ao teste estático de motor de um foguete. Foto: Arquivo de João Canalle.

Do Clube de Engenharia

 
studantes de cinco universidades, membros de diferentes grupos de foguetes, em uma conversa franca com o presidente Pedro Celestino apresentaram suas ideias, dúvidas e ambições: com dificuldades tanto nas atividades teóricas quanto práticas, falta de acesso à tecnologia e até mesmo à informação, precisavam de espaço para se reunir e desenvolver projetos. Participaram, ainda, das muitas conversas agendadas, o coordenador da Secretaria de Apoio ao Estudante de Engenharia (SAE), José Stelberto Soares; o secretário executivo Luiz Fernando Taranto; e o conselheiro Luiz Bevilacqua. O resultado foi imediato. Em pouco mais de um mês, a entrada na SAE de coletivos que desenvolvem projetos de foguetes já rendeu frutos. Em 8 e 9 de abril aconteceu, no Clube de Engenharia, o Workshop de Propulsão e Operação com a participação de 53 estudantes. Leia mais »
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Primeiro avião hipersônico brasileiro deve ser testado em 2020

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Foto: FAB/IEAV

Enviado por Edsonmarcon

Do Inovação Tecnológica

Brasil testará avião hipersônico em 2020

Engenheiros do Instituto de Estudos Avançados (IEAV), em São José dos Campos (SP), estão dentro do cronograma para testar o primeiro avião hipersônico brasileiro em 2020.

O protótipo, batizado de 14-X, uma homenagem ao 14-Bis de Santos Dumont, terá um motor capaz de levar o avião não-tripulado a uma velocidade de 12 mil quilômetros por hora, ou 3 km por segundo - uma velocidade dez vezes mais rápida que o som.

"Queremos hoje sair do nível laboratorial e dar o grande salto que é para o nível de qualificação em voo dessas tecnologias," afirmou Israel Rêgo, gerente do Laboratório de Aerotermodinâmica e Hipersônica do IEAV.

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Desenvolvido no Brasil, polímero orgânico absorve óleo vegetal ou mineral da água

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Jornal GGN - Totalmente desenvolvido no Brasil, um polímero é capaz de absorver óleos vegetais e minerais presentes na água, auxiliando na solução de problemas ambientais.

Chamado de Fohm.Life, a substância pode ser reutilizada e também pode ser usada como adubo orgânico e aplicado tanto em pequena quanto em larga escala, como na retirada de manchas de óleo no oceano.

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Finep receberá US$ 1,5 bilhão do BID para financiar pesquisas

 
Jornal GGN - Segundo nota do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a Financiadora de Estudos e Projeto (Finep) receberá US$ 1,5 bilhão do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para o financiamento de pesquisas pelos próximos cinco anos.
 
Deste total, US$ 310 milhões serão executados neste ano. Entre os projetos que receberão recursos do BID, o Padiq (Plano de Desenvolvimento e Inovação da Indústria Química) e o Inova Mineral (voltado para o setor da mineração). 

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Agência paulista de fomento reduz financiamentos em 2016

Jornal GGN - Agência de desenvolvimento do Governo do Estado de São Paulo, a Desenvolve SP teve queda de 20% em seus financiamento ao longo de 2016.

Foram emprestados R$ 282 milhões no ano passado, ante R$ 352 milhões em 2015, quando já tinha sido registrado uma queda de 24% em relação a 2014.

A maioria dos financiamentos (37%) foi destinado para o setor público, seguido pelas empresas da indústria (32%) e serviços (26%).

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Tecnologia brasileira usa bagaço da cana para descontaminação ambiental

 
Jornal GGN - Desenvolvido no Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano), um material usa resíduos da indústria de açúcar para fabricar um carvão ativo com custo até 20% inferior ao produto importado. 
 
O objetivo da pesquisa do LNNano é dar um destino sustentável para o bagaço produzida pela indústria da cana, criando um carvão ativo que possa ser utilizado para descontaminar a água e o ar.
 
A ideia é usar tais resíduos, abundantes no país, para aplicações ambientais. Na safra 2015/2016, a produção brasileira de cana-de-açúcar ultrapassou 665 milhões de toneladas, de acordo com dados da União da Indústria de Cana-de Açúcar (Unica). 

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Política industrial e de inovação: o avanço fugaz dos últimos anos, por Paula Quental

Nos anos Lula e Dilma, o Brasil desenvolveu políticas de inovação com potencial para começar a reduzir a distância que separa a nossa economia da de países mais avançados, como mostra estudo de Glauco Arbix. Uma promessa que se esvai com as atuais medidas de austeridade

do Brasil Debate

Política industrial e de inovação: o avanço fugaz dos últimos anos

por Paula Quental

A grave crise em que o Brasil está submerso, para a qual o atual governo só oferece como solução cortes de gastos e mais austeridade, pode enterrar a jovem política industrial com foco em inovação que começou a avançar no país a partir de 2003. Tal política, ou conjunto de políticas, tinha como objetivo reduzir a distância que separa a economia brasileira dos países desenvolvidos e das práticas industriais mais avançadas.

E é justamente em tempos de crise que investimentos em tecnologia e inovação não devem cessar, por serem ativos estratégicos que podem impulsionar e sustentar o crescimento, defende Glauco Arbix, professor Titular do Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo e pesquisador do Observatório da Inovação do Instituto de Estudos Avançados – USP.

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Alunos criam sistema que gera energia através da passagem de bicicletas

Jornal GGN - Um mecanismo que gera energia elétrica através da passagem de veículos ou bicicletas por uma lombada foi desenvolvido por estudantes do Instituto Mauá de Tecnologia. A ideia é aproveitar a desaceleração de automóveis nos pedágios de rodovias e de bicicletas em ciclovias urbanas transformando energia cinética em energia elétrica.

Nos testes, o protótipo conseguiu acender 7 LEDs com uma tensão de 2,3 V. Em uma projeção utilizando a avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, onde mais de 340 mil ciclistas passaram pela ciclovias entre os dias 18 de janeiro até 29 de maio deste ano, os alunos afirmam que a lombada geraria cerca de 114 Wh por mês, o que seria suficiente para iluminar as vias públicas com o equipamento e que tenham lâmpadas com LEDs.

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