
Do Vermelho
Dallari classificou a atitude como um deslumbramento do juiz. “Venho acompanhando com atenção o desempenho do juiz Sérgio Moro e acho que ele realmente se excedeu, se deslumbrou com a louvação da imprensa e comete muito excessos, inclusive excessos jurídicos, julgando situações que fogem da sua competência”, afirmou o jurista que é um dos mais importantes constitucionalistas do país.
Para Dallari, Moro tem “exagerado no rigor impulsionado pela publicidade”. E acrescenta: “Eu tenho restrições ao juiz. Ele não se conteve nos limites jurídicos, não teve a atitude que se espera de um magistrado”.
Luciano Lira
14 de março de 2016 7:29 pmAinda bem que é um jurista
Ainda bem que é um jurista que fala essas verdades. Cabe ao STF colocar um freio nas aberrações desse juiz. O Brasil não pode sofrer com decisões de um juiz que comete excessos…
saulin
14 de março de 2016 7:37 pmele acha que o Brasil, so
ele acha que o Brasil, so existe um poder, o executivo. Será que o judiciario vai bem, juizinho hipócrita!
Paulo Vavas
14 de março de 2016 8:02 pm“Por outro lado, você tem
“Por outro lado, você tem essa estatística judiciária em favor do juiz Sérgio Moro. São dados objetivos. As decisões não têm sido, como característica central, muito pelo contrário, reformadas pelas instâncias superiores a ele”, afirmou o ex-ministro [Ayres Brito]. “Esses dados são como indulto à lisura, à legitimidade das decisões dele.”
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Excessos só são notados por advogados de defesa dos réus e por gente que politica ou economicamente tenha interesse na visão de que Moro é um déspota. Some-se que a crítica de ordem jurídica por quem não tem competência para fazê-lo só torna mais visível os tais interesses.
De resto, a comunidade jurídica, em geral, inclusive a que teria poder de reformar os eventuais abusos, não vê risco à democracia, às normas penais e processuais penais e aos direitos e garantias fundamentais dos réus,
Jus sperniandi. Sagrado, mas esperneação, ainda.
Cesar Ferreira
14 de março de 2016 11:24 pmA “comunidade jurídica, em
A “comunidade jurídica, em geral” não tem moral para falar nada.
http://www.ligiadeslandes.com.br/20/11/2015/custo-da-justica-no-brasil-injustica-social/
E não há prova maior que o fato absurdo de um juiz estar toda hora se manifestando como se político fosse, fazendo discursos na imprensa e em eventos não institucionais, esteja sendo encarado de forma permissiva pelos seus doutos colegas.
André Oliveira
14 de março de 2016 8:52 pmUm juiz de província, a
Um juiz de província, a própria imagem do caipira a quem foi concedido seus 15 minutos de fama. Com direito a purpurina e lantejoulas.
antonio a
14 de março de 2016 9:56 pmUm juiz-promotor ou procurador-juiz ou o quê?
O juiz Sérgio Moro mantém relacionamento estreito tanto com os objetos centrais da Lava Jato há muitos anos. Tem muita experiência em julgar crimes financeiros e afins. E sua experiência tem um ponto notével: o caso Banestado. Desde aqueles anos, início dos anos 2000, Moro mantém contatos normais e – supõe-se – estreitos com procuradores federais, dentre eles os que também estavam à frente da força tarefa do Banestado e que ainda estão por ali hoje, no comando da Lava Jato. Pode-se inferir disso, que esse relacionamento normal deve-se aproximar de amizade, o que é se esperar depois de tantos anos de trabalho junto. Isso leva a um raciocínio de que o juiz Moro pode terminar exercendo também, de fato, atividades de procurador (ou promotor de justiça), pela troca de ideias ao longo de tanto tempo. O mesmo deve suceder com os procuradores que, pela proximidade, terminam por, na prática, julgarem ou auxiliarem na evolução dos julgamentos. Para se estudar isso, basta examinar-se se todos ou quase todos os pedidos do MPF são admitidos pelo juiz ou não.
maria cecília p binder
14 de março de 2016 11:23 pmÉ difícil defender o indefensável!
Ei Antonio, então é assim, como se todos tivessem as mesmas atribuições institucionais, como crianças trocando figurinhas? E a Constituição Federal não serve pra nada? Para mim, esse Moro, como bem assinala o grande jurista Dalmo Dallari, não passa de um deslumbrado, cujo caminhãozinho foi abarrotado de areia pela mídia, Globo à frente. Não me venha com essa estória que mais parece conversa de comadres!
Rosa Maria Anello dos Santos
14 de março de 2016 10:04 pmParece que os holofotes têm o
Parece que os holofotes têm o poder de encantar justiceiros. Foi a mesma história com Joaquim Barbosa.
Vera Popoff
14 de março de 2016 10:36 pmJuiz Moro
Tenho lido, constantemente, críticas ao juiz Moro pelos excessos que fogem à sua competência. Inclusive, quanto à seletividade no acolhimento das denúncias. Entretanto, nenhuma providência é tomada e o juiz MORO continua com suas pedaladas jurídicas, indiferente e dando uma banana para as críticas. Ele conseguiu um lugar bem posto no lugar de Deus da Justiça?????
Frederico69
14 de março de 2016 10:40 pmqueria ver o moro no carnaval, desfilando a fantasia de
folia no matagal, de nei matogrosso…
era republicana
14 de março de 2016 11:39 pmnuma democracia, num estado
numa democracia, num estado democrático de direito,
no ta limpério da lei, deveria haver alguma maneira de evitar esse
protagonismo e irreularidades cometidas por uom juiz, qualquier juiz, qualquer burocrata…
Juizztar Holly Hero Wood
15 de março de 2016 2:06 amMais que deslumbramento, é ação tático-estratégica pensada
O segredo é exatamente toda esta publicização que, se por um lado é ilegal (vazamentos) e imoral (devassando e divulgando informações ainda sob investigação, não confirmadas ou sequer relacionadas), por outro lado assegura total liberdade de ação, por mais surpreendente e absurda que possa ser.
O sistema institucional brasileiro de freios, contra-pesos, das garantias, do contraditório e outras “baboseiras”, está completamente CONSTRANGIDO pela ampla publicidade da míRdia, parceira fundamental neste processo.
Por um lado, a parte formada por um grupo messiânico da PF, MPF, Vara de Curitiba e TRF-4 (para bloquer os recursos) faz pairar a foice da pré-condenação sobre os presos a investigar (isso, nessa ordem) e veladamente sobre os suspeitos de serem suspeitos, todos seletivamente escolhidos, que inclusive já sabem que são “candidatos”.
Por outro, a míRdia garante que o espetáculo não pare, fazendo pairar a foice da destruição de imagem e reputação de qualquer um que se atreva a pôr ordem nesta festa, digo, suruba justiciária. Ser contra já dá chabu … né meu caro Chico?
Portanto, pode até estar se deslumbrando agora. Mas é parte si ne qua non do sucesso da “empreitada”.
Aquela que, destroçando desnecessaria e escancaradamente o país, tem a missão de “”varrer” os corruptos …
Inimigos!