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Xadrez dos senhores da guerra contra o pacto nacional

Peça 1 – o vazamento da delação da Odebrecht

O Procurador Geral da República Rodrigo Janot ordenou abertura de sindicância para investigar o vazamento da delação do lobista Cláudio Monteiro, da Odebrecht.

É blefe. Como é blefe a desculpa de que há várias fontes de vazamento, não sendo possível apurar a origem do vazamento.

Dado o alto grau de octanagem da delação – que deixa em suspenso todo o mundo político – só há duas explicações para o fato do PGR não ter montado um sistema severo de controle sobre os documentos:

Hipótese 1 – o vazamento partiu da própria PGR.

Hipótese 2 – o vazamento partiu de operadores da Lava Jato, para rebater tentativas de interferência do PGR sobre a operação.

Nos dois casos, o ponto em comum é a aliança cada vez mais explícita do PGR com o PSDB.

Pela Hipótese 1, Janot estaria empenhado em implodir o esquema Michel Temer no governo para abrir espaço para o PSDB.

Pela Hipótese 2, Janot estaria interferindo na Lava Jato visando proteger as lideranças tucanas.

Há um conjunto de evidências reforçando essas hipóteses.

A primeira evidência está na ofensiva de Janot visando manter a OAS fora da delação.

Desde o início, a estratégia traçada pelos tucanos – verbalizada várias vezes por FHC e pelas tentativas de anistia ao caixa 2 lideradas por Aécio Neves – consistia em dividir as propinas em dois grupos. O primeiro grupo seria o financiamento de campanha através do caixa 2. O segundo, a corrupção propriamente dita, que consiste no recebimento de percentuais das obras feitas.

A delação da Odebrecht mirou apenas o caixa 2. A da OAS entraria pelo universo das propinas, inclusive relatando o sistema de pagamentos aos governos Geraldo Alckmin e José Serra – que, aliás, obedecia à mesma tabela de 5% cobrada por Sérgio Cabral.

Janot já brecou duas vezes as delações.

A segunda evidência no fato de, dispondo de uma enorme relação de políticos denunciados – incluindo José Serra, Geraldo Alckmin e Aécio Neves -, na segunda-feira Janot ter tirado da gaveta a denúncia contra o presidente do Senado Renan Calheiros.

Qual a lógica, em um momento em que tanto Senado quanto Supremo Tribunal Federal negociam uma distensão?

Aí, entramos na peça 2 do Xadrez, a disputa pelo pós Temer.

Peça 2 – pacto político ou guerra

O governo Temer definitivamente naufragou.

Há três perspectivas em vista.

1. Um grande pacto político que consiga brecar a crise e prepare a transição para eleições diretas.

2. A queda de Temer e a eleição indireta de um novo presidente.

3. A manutenção de um Temer repaginado, definitivamente sob a tutela do PSDB.

A primeira hipótese não interessa ao PSDB – e, por extensão, a Janot. Ao PSDB porque todas as pesquisas de opinião mostram o partido sem um candidato competitivo. A Janot porque a recomposição política – em torno de um pacto – significaria o fim da eleição direta para PGR pelo Ministério Público Federal. Janot será reconhecido no futuro, pela categoria, como o coveiro da lista tríplice.

Restam as duas hipóteses seguintes.

A menos pior das alternativas – para o PSDB – seria manter Temer como boneco de ventríloquo e operar por trás a implementação do saco de maldades do desmonte do estado social e nacional. A segunda alternativa, mais custosa, seria o PSDB assumir em uma eleição indireta.

Em ambas as situações, a aliança PSDB-Globo-PGR  teria que enfrentar a competição dos dois principais operadores do Senado, Renan e Romero Jucá.

As ideias ainda estão no ar, sem estarem completamente assentadas, mas há uma conjunção ampla de indícios apontando na mesma direção de inviabilizar diretas e pactos:

·      Na segunda, Janot atirou em Renan.

·      Não por coincidência, na terça o Globo lançou a campanha “indiretas, já” e focou em Romero Jucá os ataques mais fortes de seu editorial. Defendeu a Constituição contra “artificialismos” – no caso, eleições diretas, que embutem esse “artificialismo” extravagante de devolver o poder ao voto.

·      No Estadão, as lideranças tucanas propõem a Temer jogar ao mar seus auxiliares restantes e casar de papel passado com o PSDB.

Não se surpreenda se o próximo alvo da PGR for Jucá, enquanto mantém em banho maria as investigações sobre a tríade tucana.

Peça 3 – o avanço do estado de exceção

Assim como o impeachment abriu uma caixa de Pandora que colocou em curto circuito todos os controles institucionais, a escalada do arbítrio ganhou vida própria.

Nos últimos dias o Exército ocupou Recife, devido a uma possível greve de soldados. Nas TVs locais, o comandante do Exército fala sobre a quantidade de soldados disponíveis para policiamento ostensivo nas principais capitais, incluindo Brasilia.

Em todos os estados, a cada dia aumenta a violência da repressão da Polícia Militar.

Está se tornando o novo normal.

No Paraná, o juiz Sérgio Moro prossegue em suas manipulações autoritárias, com o uso abusivo do poder que lhe foi conferido. Questionado pelos advogados de Lula sobre a tentativa do procurador de induzir à resposta da testemunha, simplesmente cassou o direito dos advogados de defesa. Tomou o partido da acusação sem a menor preocupação em disfarçar.

Há toda uma discussão no direito administrativo sobre o poder-dever ou dever-poder na administração pública.

Há um conceito unânime, entre os administrativistas, da prioridade do interesse público sobre o interesse particular. Ao Estado cabe atender o interesse público. O poder do agente público é um mero instrumento para o atendimento do objetivo maior, que é interesse público. Sendo assim, o poder deve se submeter aos princípios da dignidade da pessoa humana (https://goo.gl/XHlhX7).

São conceitos civilizatórios, como diria nosso “iluminista” Ministro Luís Roberto Barroso. Perdão, me enganei! O “iluminismo” apud Barroso diz que o caminho da civilização é o estado de exceção. Sobre ele, falamos mais abaixo.

Peça 4 – os dois caminhos possíveis

Há dois caminhos possíveis para o pós-Temer.

O inevitável será o grande acordo nacional, em um ponto qualquer do futuro, que garanta o enfrentamento da crise econômica e defina as bases para o novo tempo político – cujo desfecho serão as eleições diretas. A incógnita, no caso, é saber em que ponto do futuro e em que nível de esgarçamento social e econômico baixará o bom senso.

O alternativo  é o aprofundamento do desmonte do Estado sendo empurrado goela abaixo do país por um governo sem a legitimidade dos votos.

Trata-se de uma tática suicida – em termos de país e em termos de estratégia -, que demonstra bem a truculência e miopia dessa parte da elite brasileira que se rendeu ao protagonismo midiático.

A insistência no desmonte do Estado aprofundará ainda mais a crise.

Só quando o quadro estiver totalmente caótico, se entenderá que o único caminho será o do grande pacto que permita as saídas tradicionais: um grande programa de investimentos públicos, retomada do papel dos bancos públicos para renegociar as dívidas acumuladas do setor privado, oxigênio para os estados, retomada da cadeia do petróleo e gás, interrompendo o trabalho de destruição da economia comandado pelo Ministério Público Federal e a legitimação política para uma política isonômica de equilíbrio fiscal.

E se o tecido social chegar a tal nível de esgarçamento que leve a uma semi-guerra civil, acelerando a entrada dos militares no jogo? E se surgir um Napoleão no meio do caminho, não um maluco como Bolsonaro, mas um general articulado?

Os mediadores

A decisão final dependerá do papel dos mediadores. E quem serão os mediadores?

Os possíveis interlocutores do Senado estão sendo bombardeados por Janot e pela Globo.

O Supremo definitivamente perdeu a condição de mediação.

Lá, o Ministro Luís Roberto Barroso - aquele que em cada três entrevistas menciona seis  vezes a palavra “iluminismo” -  tornou-se o principal avalista  do estado de exceção.

Ontem, no Estadão, (https://goo.gl/eTNMdf) Barroso vestiu-se com o desprendimento dos sábios iluministas, como quem seleciona o grande gesto da mesma maneira que escolhe uma gravata da moda, e mencionou as críticas que têm recebido, considerando inevitáveis a quem, como ele, pretende “avançar com certas doses de iluminismo em locais onde ele ainda não chegou”.

Como não é de ferro, teve seu momento de Carmen Lúcia, com a frase “viver não é esperar a tempestade passar, mas aprender a dançar na chuva”. E aceitou estoicamente as incompreensões de que tem sido alvo: “Vai ficando cada dia mais difícil, porque você vai colecionando pessoas que vão ficando desagradadas. Mesmo assim, a gente tem que 'empurrar' a história e fazer aquilo que acha certo".

Mencionou, como alvo das incompreensões, suas bandeiras iluministas sobre aborto e relações homoafetivas, que o deixam mal apenas nos grotões, não nos salões da sociedade e da academia.

Ora, o problema desse agente da história – e do Supremo – não é o das decisões contramajoritárias – que deveriam ser o foco de sua atuação --, mas a falta de coerência, a maneira como se curvou ao clamor da turba e da mídia e se tornou um dos principais agentes do atraso mais anacrônico, o direito penal do inimigo e o desmonte da precária rede de proteção social que o país construiu.

Não se trata de um iluminista, mas de uma luminária que não consegue projetar sua luz além dos limites estreitos do seu grupo social.

A desordem institucional do país, aliás, teve início quando o Ministro Teori Zavascki ordenou a prisão de um senador, Delcídio do Amaral, atropelando a Constituição, como lembrou o cientista social Marcos Nobre em sua coluna no Valor ( https://goo.gl/i6z9Cy). A partir daí, desandou de vez o estado de direito, abrindo espaço para arbitrariedades de todos os níveis e para uma ampla subversão nas próprias instituições, da qual o exemplo mais candente é a autonomia de vôo e as seguidas provocações da força tarefa da Lava Jato ao PGR Janot.

Portanto, conte-se pouco com o Supremo para a tarefa de mediação.

Peça 5 – o caminho do acordo

A batalha civilizatória real, que decidirá nosso futuro como nação, dependerá das lideranças razoáveis começarem a desenhar o caminho do grande acordo, cuja celebração maior se dará nas eleições diretas e nos pactos a serem firmados no segundo turno.

Que as lideranças responsáveis do PT, do PSDB, do Senado e da Câmara, que os Ministros responsáveis do Supremo comecem a desarmar suas hostes e a desenhar os termos do grande pacto.

Haverá dificuldades de monta.

Uma delas, o PSDB-mídia aceitar a inevitabilidade da volta do protagonismo de Lula. O maior prejuízo imposto ao país não foi a destruição de Lula como liderança de esquerda, mas do mediador que conseguiu civilizar os movimentos populares, conter a esquerda mais radical e compor com as forças políticas e econômicas tradicionais. Lula é a única pessoa capaz de unificar todas as esquerdas e convencê-las da importância do pacto.

Outra dificuldade será o PT e as forças de esquerda aceitarem o protagonismo de FHC. Em que pese seu oportunismo e mesquinharias, tantas vezes demonstradas ao longo da campanha do impeachment, FHC ainda é a esperança de bom senso na frente golpista. Também é a única voz do PSDB com influência no mercado e no meio empresarial.

No Senado, se não forem queimados pela ação oportunista de Janot, e se a saída buscada não for a do estado de exceção, Renan Calheiros e Romero Jucá são interlocutores políticos de peso.

O empresariado precisará se recompor em torno de lideranças responsáveis. Há instituições que não perderam a respeitabilidade, como o IEDI (Instituto de Estudos de Desenvolvimento Industrial), a Abimaq (Associação Brasileira de Máquinas), a ABDIB (Associação Brasileira da Indústria de Base) entre outras, como o Instituto Ethos. A FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) terá que se desvencilhar do oportunismo rasteiro de seu presidente Paulo Skaf.

Não haverá como fugir do grande pacto, que desembocará em eleições diretas civilizadas, nas quais será possível aos dois lados explicitar seus conceitos e doutrinas, clarificar seus projetos de país, explicitar pontos em comum na grande agenda nacional.

. A única incógnita é o tamanho necessário da crise para eliminar resistências e promover a pacificação.

Espera-se que seja antes de se ter o país transformado em escombros, envolto nas guerras bárbaras.

 

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142 comentários

Comentários

Espaço Colaborativo de Comentários

No Brasil não se faz pactos.

No Brasil não se faz pactos. No máximo acertos de bastidores, às vezes mesmo de alcova e conchavos.

Quem pensar que o lulismo e a "Carta ao povo brasileiro" foi um pacto se esquece dos motivos da derrubada de Dilma e a total desconstrução dos avanços sociais dos governos de Lula.

Quem pensar que a Constituição de 88 foi fruto de um grande pacto, se esquece que o seu emaranhado de artigos, quase todos dependendo de regulamentação, não prosperou o que dela se esperava, além, é claro, do sempre jeitinho de muitos, como a inclusão criminosa de dois artigos por Nelson Jobim que beneficiava o capital internacional (sempre ele). Leis mais em:
http://m.congressoemfoco.uol.com.br/noticias/o-segredo-constitucional-de...

Os chamados pactos foram conchavos da "casa grande" com sobra de migalhas para a "senzala".

Por isso somos o país de pior índice de distribuição de riqueza, um dos maiores em criminalidade, um dos líderes em baixa escolaridade, fome, saúde precária; altíssima corrupção e safadeza geral.

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É bom deixar fixado

É bom deixar fixado (lembrando): o MP é titular da ação penal e não dono da ação penal. Janot e tantos outros que silenciam ante ao demandos de outros políticos que não ligados aos paartidos progressistas e adversários podem e devem ser responsabilizados civil, criminal e politicamente.

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José Vicente de Magalhães

Mragogipe tinha quatro mil,

Mragogipe tinha quatro mil, numa cidade de 30 000, Candeias a mesma coisa. É muito desespero e eu convivo com isso de perto

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O Pais é ingovernavel com

O Pais é ingovernavel com seis poderes (Executivo, Legislativo, Judiciario, PGR, Lava Jato e Globo).

Qualquer novo grupo que chegar ao Poder vai ter que montar sua propria equação de governo.

A Odebrecht demitiu 100.000 empregados e a cidade do Rio Grande tinha 20.000 operarios na construção naval, 100% para a Petrobras, hoje foram demitidos do Estaleiro Ecovix os ultimos 3.200., a construção naval acabou no Brasil.

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Xadrez dos senhores da guerra contra o pacto nacional

a crise é a crise de nossas lideranças.

para aos que indagam sarcasticamente aonde estão hoje os que ocuparam as ruas em Junho de 2013, abaixo está a resposta. acompanhada da réplica: onde estão agora Lulinha paz e amor e a ex-querda?

.

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Nada indica...

"Espera-se que seja antes de se ter o país transformado em escombros, envolto nas guerras bárbaras."

Hipótese menos provável.

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ABAIXO A DITADURA

 

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Glauco V

  https://www.youtube.com/wat

 

https://www.youtube.com/watch?v=rqPuwtnS2IY

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Murilo Costa

E os EUA nessa história?

Os EUA, protagonista do golpe que vivemos, não se importará, se for necessário para atender os seus interesses geopolíticos, em transformar o Brasil "em escombros, envolvo em guerras bárbaras".

Foi assim que fez com o Iraque, com a Líbia, com a Síria. Por que não poderá fazer com o nosso País, já transformado pelas nossas elites colonizadas, na maior República de Bananas?

 

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Danilo Jorge Vieira

Pacto improvável

Muitos aspectos e questões importantes e pertinentes foram tratados, mas o cerne da análise é frágil: não há condições atuais nem no curto nem médio prazo para pactuação nenhuma, na minha opinião.

No grau de desagregação econômica, social e política imaginado para suscitar tal pacto, o Brasil já teria submergido no autoritarismo, não necessariamente militar, mas, mais provável, civil-militar; majoritariamente civil, manejando fria e cruamente os aparelhos de repressão disponíveis - todos eles.

Será a fujimorização do regime político-partidário do país.

Apenas depois de se esgarçar, o que será inevitável, esse regime arbitrário e autoritário, antinacional e antipopular, dará lugar a um pacto para reconstruir o país destroçado, mas sem a maioria dos personagens atuais e antes citados.

Afinal, este pacto de reconstrução nacional só encontrará condições para aflorar daqui a muitos anos, caso a sociedade organizada mantenha-se inerte e bestilizada, não interrompendo, AGORA, o regime autoritário em construção.

POR ISSO DEVEMOS ENTENDER: 2017 É UM ANO DECISIVO; UM NOVO 1968; UM ANO DIVISOR DE AGUAS; UM ANO DE INFLEXÕES - OU SEJA: O ANO EM QUE OS BRASILEIROS DEVERÃO DECIDIR SE LUTAM PARA RESTAURAR A SUA DEMOCRACIA FERIDA DE MORTE OU, ALTERNATIVAMENTE, PERSISTAM NA INÉRCIA DO MOVIMENTO CÉLERE RUMO À DITADURA.

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Danilo Carrera

Alguém já pensou

Alguém já pensou no senador Álvaro Dias (ex-PSDB)...

A possibilidade de ele se candidatar à presidência mudaria alguma projeção...

 

ps: desculpe não ter usado o ponto de interrogação... teclado com defeito...

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A ver se caberá um novo pacto

A ver se caberá um novo pacto - outro? - e quais seus termos ou se, dado o caminho escolhido pelo cartel do conservadorismo tacanho, caminhamos para processo tal que a única coisa possível adiante será um armistício.

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esti

boa analise

Perfeita, e ja me parece que o escarçamento do tecido social está no limite. E rompe a qualquer momento e o pior sem lideranças para contrapor, por que todas ou foram destruidas ou muito fragilizadas. E nao esquecendo nao ha exercitos no mundo desde o antigo egito que possam segurar um povo quando explode. Explodem a tudo e a todos. nao Esqueçam 1954 quando levaram Getulio a morte....

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Roxane

Desculpe mas só posso

Desculpe mas só posso concluir que você não depende da situação econômica do país. Você e seus filhos e netos. Eu e minha família , amigos e a maioria do povo brasileiro dependemos. Por isto não posso concordar com a destruição sistemática e bem articulada da política e a imposição de uma ditadura juridico-midiática, tão ou mais corrupta quanto . Bem talvez você desconheça os meandros do judiciário. ...

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É um comentário irônico

É um comentário irônico e não deve ser levado a sério, na realidade é um amálgama de todas as besteiras que já ouvi sobre a atuação do PGR

É lógico que cria revolta

No final não sobra nada do Brasil se você notar, mas o melhor é a comparação do janot com ''heróis" nacionais e a falência total da nossa política interna e do combate parcial da corrupção

Cansei de ouvir todos os dias e quase todas as horas sobre o "heroísmo" do mpf e do pgr

esse comentário não deveria nem ter uma estrela sequer, mas infelizmente, resume a cabeça de muita gente no país, e gente poderosa, coloquei esses pensamentos como uma forma de alerta pro que está por vir e o quanto é importante a opinião de pessoas como Nassif pra tentar tirar essa fumaca desse jogo politico, das nossas vistas

Desculpa pela pegadinha, posso retirar o texto se quiserem...

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dja

Centro esquerda! Pense em presidenciável só em 2018

Faltam 17 dias para Temer renunciar, até a velha mídia já aceita essa nova proposta para o Brasil. Entretanto, ainda existiram 2/3 suspeitos de crimes do Congresso Nacional em plena atuação antipovo. Com toda essa carnificina, o próximo presidente terá poucas oportunidades de nortear esse País.Portanto, a centro-esquerda não pode se precipitar com projetos presidencias, e sim ajuntar o máximo de cacos que restaram do Brasil para em 2018, através de eleições que expurgaram essa escória política legislativa, reconstruir a nação.

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"Só quando o quadro estiver

"Só quando o quadro estiver totalmente caótico, se entenderá que o único caminho será o do grande pacto que permita as saídas tradicionais:(...)"

Moncloa foi montado pelo Opus Dei e muito bem executado até a crise de 2008.

Estaríamos num caminho caricato a isso?

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No "xadrez"

No "xadrez" esqueceu-se do POVO, que nem pião é. Na realidade, a mssa de manobra, está acendendo a vela e clareando as idéias. Ou, continuaremos mesmo à caminho de uma UCRÂNIA bem ao gosto do agente financiador. Não basta tomar as riquezas, alvitar as empresas, destruir o patrimônio, tem que subjugar também. 

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Meire

Bom senso ??????

Com os velhos psicopatas da ditadura, colocando o fogo da canalhice no país há tempo??? Um dos chefões da máfia criminosa é o fhc ladrão.

Se depender de "lideranças" corruptas que só querem aparecer e cuidar somente dos próprios interesses criminosos, já éramos todos, os que resistimos ao crime.

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Roxane

E o FHC é filho de general se

E o FHC é filho de general se não me engana a memória....

 

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Diogo de Oliveira

Pacto??

Perspectiva muito otimista. Não tem saída. Vai ter guerra!

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Maria Rita

A gente sente várias coisas

A gente sente várias coisas num momento desses. Desolação, raiva, vergonha por esses trastes que representam as instituições brasileiras. A gente não sabe se eles tem realmente consciência do que estão fazendo, a gente ainda teima em duvidar; Mas eles sabem, sabem sim e não se importam nem um pouco. Então podemos dizer sem comiseração: não vai ter perdão. Estamos na lona, mas muitos de nós ainda tem ganas e garra para viver o que virá. Não duvidem disso. Canalhas! Canalhas! Canalhas!

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bonobo de oliveira, severino

Eles sabem muito bem.

Eles, canalhas, canalhas, canalhas, sabem, sim, muito bem o que estão fazendo. O que não sabem e nem acreditam é que essa garra de que vc fala pode, em determinado momento da festa, agarrar-lhes o pescoço e torcê-lo. Que aqui não se usam ghilhotinas mesmo.

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policarpo

Esquece esse negócio de

Esquece esse negócio de xadrez, isso é guerra...GUERRA DECLARADA por todas as forças de oposição ao projeto democrático petista. Nossos adversários depois de sucessivos fracassos concluíram que não chegariam ao poder por via eleitoral, foi então que decidiram utilizar todas as armas e todos os meios disponíveis, legais ou ilegais, para remover o PT do poder. Nós que apoiamos este projeto insistimos em não reconhecer essa situação e em ignorar essa realidade apesar de todos os sinais inquietantes que foram se desenvolvendo ao largo de todos esses anos.

O golpe parlamentar foi a solução encontrada pelo PSDB para levar a cabo seu plano de retomar o poder central, o que guardadas as diferenças históricas era mais ou menos uma reedição da trajetória que em meados dos anos 90 os levaram por primeira vez ao poder e a liderar uma série de reformas constitucionais com vistas a mudar a ordem econômica e social do país. O PSDB em certo sentido é uma versão atualizada da velha UDN caracterizada pelo golpismo e pelo falso moralismo.  

Dado o desgaste do governo Dilma a aventura golpista aquela altura parecia se não uma barbada, pelo menos algo bastante viável, levando-se em conta todos os recursos políticos, econômicos e mediáticos de que dispunham. A própria facilidade em avançar sobre as frágeis defesas petistas reforçou essa idéia. No entanto o Golpe não significou construir uma alternativa real, viável e estável de poder, muito pelo contrário. Em pouco tempo as fragilidades e as contradições das alianças que se estabeleceram vão se acumulando e o projeto tucano avança mais pela inércia e falta de resistência contra o Golpe do que pelas qualidades do projeto tucano.

Por hora continuam avançando e só vão parar se e quando encontrarem resistência, portanto a idéia de um pacto é completamente descartada neste momento. E a nós só nos resta reorganizar nossas forças e preparar para as batalhas futuras que se avizinham: 1. que fazer quando o PSDB resolver rifar Temer e seu mandato tampão, e 2. como garantir condições minimamente democráticas para o pleito em 2018 ou para uma eventualidade da antecipação da disputa presidencial na hipótese de o PSDB avançar contra Temer o breve e 3. preparar-se para reverter as mudanças (pre-sal, PEC55 e o que mais vier) introduzidas desde o Golpe e reorganizar institucionalmente o pais e sua economia.

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Álvaro Noites

Condição sine qua non para

Condição sine qua non para qualquer pacto é que sejam nulos todos os atos e decisões que ocorreram no período do golpista Temer, o breve:

- Anulação de todos os leilões e vendas da Petrobrás

- Anulação dos aumentos salariais e benesses diustribuidas por Temer.

- Anulação dos leilões do pré-sal

- Expulsar o pelego Laerte Rimoli da EBC e devolvê-la ao que era antes do golpe.

- Anulação de qualquer decisão do Itamaraty durante o golpe

- Anulação da aprovação das PECs do teto e da aposentadoria.

- Devolução por parte de Michel Temer de todo o dinheiro gasto naqueles jantares oferecidos à parlamentares da base

Entre outros atos absurdos,

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Marcelo33

Isso não é pacto, é quase

Isso não é pacto, é quase impormos uma rendição incondicional aos golpistas. Vejamos: Do ponto de vista golpista, o que acho que vai acontecer  

- Anulação de todos os leilões e vendas da Petrobrás (Inegociável) 

- Anulação dos aumentos salariais e benesses diustribuidas por Temer.(De negociação bastante difícil. O judiciário tentará melar qualquer acordo nesse sentido, de qualquer forma, pode levar tanto tempo pra esse pacto ocorrer que já tenham outras benesses nesse meio tempo)

- Anulação dos leilões do pré-sal (inegociável) 

- Expulsar o pelego Laerte Rimoli da EBC e devolvê-la ao que era antes do golpe.(Negociável, por ser bem menos relevante que os outros, se é que vai existir EBC e se é que o Laerte Rimoli ainda estará vivo.

- Anulação de qualquer decisão do Itamaraty durante o golpe (As decisões do Itamaraty reversíveis serão revertidas sem necessidade de pacto)

- Anulação da aprovação das PECs do teto e da aposentadoria. 

(PEC do Teto acredito que caia até pq é uma insanidade tão grande que não tem como os próprios golpistas se manterem de pé com ela por muito tempo. A economia não vai se recuperar, essa aí é só para a galera golpista e do mercado financeiro fazer o pé de meia, quanto mais demorar para rolar o pacto, mas fácil de desfazer, a da aposentadoria eu acho difícil, até pq uma reforma já era necessária. Reformas de previdência só acontecem em uma direção, que é jogar beneficios para a frente. Eu mesmo acho que ela não será tão draconiana como visto até agora. OS 49 anos são um bode na sala para depois eles virem com 45 e todo mundo dar saltos de felicidadde.

O negócio vai ser tentar aumentar a expectativa de vida do Brasileiro para ver se ele aposenta.

- Devolução por parte de Michel Temer de todo o dinheiro gasto naqueles jantares oferecidos à parlamentares da base: isso é uma quantia irrelevante, ninguém vai deixar de fazer um pacto por isso. Além do mais, é muito provável que quando esse pacto aconteça, a fatura tenha que ser apresentada para o Michelzinho. 

O único pacto que vejo possível é nos darem uam democracia minimamente funcional em troca de ficarem com todos os ganhos que obtiveram no período. Algo parecido com a redemocratização pós-golpe militar. Por isso não quero pacto. Acho que dificilmente um pacto será melhor do que isso que falei, e depois de um período que pode ser 10 a 30 anos, a direita o rasgará e teremos novo golpe.

 

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vampiro

Nas histórias tradicionais de vampiro, se você não crava uma estaca no peito do cujos, êles voltam pra chupar teu sangue.

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O perigo não é um Bolsonaro

O perigo não é um Bolsonaro ou Moro.

O perigo é o povo não aceitar mais niguém. 

Como diria um frentista de um posto de gasolina hoje em Brasíia: Eu quero ver o rio pegar fogo para comer peixe frito.

Ou seja, o perigo não é o povo se revoltar para denfender um Lula preso ou condenado, por exemplo, o perigo é uma pequena parcela revoltada com isso (ou por outro motivo) atiçar a maioria revoltada com tudo e com todos.

Uma maioria que está sendo insuflada ao ódio, e que está alimentando uma revolta inclusive aos próprios insufladores - o aperelho judiciário e a Globo.

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Rômulo Natan

Exatamente. Há um "ódio ao

Exatamente. Há um "ódio ao político" que está sendo insuflado e que pode vir a se tornar "ódio à política". E aí não haverá mesmo saída institucional.

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GG

ola !!! Nassif,  ja era,

ola !!! Nassif, 

ja era, !!!

 

vejo tudo isso como uma coisa muito bonita,

com o pt o povão experimentou, ou bem ou mal, o gostinho de estar um pouquinho melhor,

nao tera moro que de jeito...

muito menos globo, viva !!!!

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afonso Celso de Oliveira

Crise no Brasil

Os escritorios de advocacia especializados em "Recuperação Judicial"estão trabalhando a todo vapor,em Janeiro teremos um numero muito grande de empresas solicitando este recurso juridico.Vai ser uma calamidade.

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Edivaldo Dias Oliveira

ADIVINHA QUEM VEIO PARA SER

ADIVINHA QUEM VEIO PARA SER JANTADO?

Qualquer pacto tem que levar em discussão o desmantelamento do atual sistema de comunicação.

O atual predominio midiático por parte da rede globo precisa ser questionado, como foi a Standard Oil pelo governo americano, obrigando a empresa dos Rockfeller a se dividir.

Se fizermos uma genealogia com um sistema de vazos sanguinéos, a rede globo representa as artérias por onde passa o principal fluxo de sangue. Não se dialoga com a sociedade brasileira hoje se não atravéz da Globo. É triste e doloroso reconhecer e afirmar tal coisa, mas as manifestaçõse contra Dilma e junho de 2013, não nos deixa qualquer dúvida em relação a isso. Fazer tal reconehcimento é condição sine qua nom para iniciarmos o debate e o combate.

Os Marinho são os velhos Rockfeller da mídia brasileira e as midias alternativas ainda não possuem musculatura para lhe fazer oposição e dialogar com a grande massa ignara, a arraia miuda, embora reconheça-se a penetração do discurso lulista nesse meio, talvez em virtude da eterna nessecidade de ídolos que se tem em todas as sociedades.

Ora, os Marinhos é uma parte importante nesse diálogo e com certeza não estão dispostos a se imolar em prol da causa maior que é a construção de um projeto nacional. Por outro lado não vejo como convece-los que se dividindo, através de uma ampla e radical reformulação dos meios de comunicação eles poderão sair ganhando com isso, logo eles, tão mal acostuamdos a cavalgar o Estado em benefício próprio.

Se ao menos eles tivessem tido sucesso em sua investida em direção as novas mídias, como internet (Globo.com) e TV a cabao (NET)... esta ultima tiveram que vender e a outra ficou muito aquem do que pretendiam. Assim eles não tem qualquer interesse em ampliar o espaço desses novos meios no Brasil, apresentado-se como promotora do atraso em defsa própria.

Portanto, chamar a Globo para a mesa de negociação é como ser convidado para um jantar em que sabemos de antemão que seremos a janta. Não fazer essa discussão no pacto é enganar o povo, é convidar o povo a chancelar um embuste.

E agora Nassif?

  

 

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Roxane

Pode demorar mas nenhum

Pode demorar mas nenhum império dura para sempre. Desejo que os herdeiros se engalfinhem a ponto de correr sangue.

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No Brasil não se faz pactos.

No Brasil não se faz pactos. No máximo acertos de bastidores, às vezes mesmo de alcova e conchavos.

Quem pensar que o lulismo e a "Carta ao povo brasileiro" foi um pacto se esquece dos motivos da derrubada de Dilma e a total desconstrução dos avanços sociais dos governos de Lula.

Quem pensar que a Constituição de 88 foi fruto de um grande pacto, se esquece que o seu emaranhado de artigos, quase todos dependendo de regulamentação, não prosperou o que dela se esperava, além, é claro, do sempre jeitinho de muitos, como a inclusão criminosa de dois artigos por Nelson Jobim que beneficiava o capital internacional (sempre ele). Leis mais em:
http://m.congressoemfoco.uol.com.br/noticias/o-segredo-constitucional-de...

Os chamados pactos foram conchavos da "casa grande" com sobra de migalhas para a "senzala".

Por isso somos o país de pior índice de distribuição de riqueza, um dos maiores em criminalidade, um dos líderes em baixa escolaridade, fome, saúde precária; altíssima corrupção e safadeza geral.

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jose adailton v ribeiro

Moro neles

"No Paraná, o juiz Sérgio Moro prossegue em suas manipulações autoritárias, com o uso abusivo do poder que lhe foi conferido. Questionado pelos advogados de Lula sobre a tentativa do procurador de induzir à resposta da testemunha, simplesmente cassou o direito dos advogados de defesa. Tomou o partido da acusação sem a menor preocupação em disfarçar."

O advogado questionou , porém o juiz não acatou. Ponto final.

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Eduardo Outro

No dia em que um juiz "ponto

No dia em que um juiz "ponto final" decretar sua prisão sem motivo não permitindo seu direito de defesa você vai entender o que o Nassif está dizendo. Por ora continue se alimentando da Globo.

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Xadrez dos senhores da guerra contra o pacto nacional

ateadas as chamas, o incêndio se propagou.  dos empregos às instituições, tudo é consumido pelas labaredas. desde a saúde física e mental dos brasileiros, até a própria viabilidade do Brasil como nação soberana.

o verão é agora.

o caos fez com que os véus fossem rasgados. todas as máscaras caíram. acabou a encenação. todos os atores se mostram como aquilo que sempre foram: personagens em busca de um autor.

está tudo desmascarado, despudoradamente. escancarado, obscenamente.

nenhum dos personagens tem qualquer proposta adequada para nos retirar do abismo em que fomos lançados. todos, sem exceção, são co-responsáveis por uma crise que se tornou maior do que todos eles e do que todos nós.

nem a lumpenburguesia brasileira, nem o pivô golpista, nem Lulinha paz e amor. mesmo ao povo sem medo nas ruas falta força suficiente para pender a correlação de forças em seu favor.

entre os escombros do Estado Democrático de Direito, com o pacto constitucional de 1988 violado, a fratura exposta entre o poder instituinte e os poderes constituídos é irreparável.

como restaurar o tecido social rompido e a institucionalidade decomposta?

enquanto tentam nos aniquilar pelo fogo destruidor, ainda perambulamos na escuridão.

a economia não se recuperará, acentuando ainda mais a necrose brasileira. a guerra de famiglias prosseguirá, com cenas cada vez mais violentas de canibalismo explícito.

a ex-querda continuará perambulando em seu labirinto. do qual jamais chegará a sair sem desvencilhar-se de suas correntes, como invertidos fios de Ariadne, mantendo-a atada ao centro da armadilha: o minotauro do lulismo.

instalado com um golpe através de um impeachment inconstitucional, o governo Temer, é ilegítimo. assim sendo, todos seus atos e decisões são ilegítimos. portanto, todos os seus contratos, sejam de privatizações ou emendas constitucionais, devem ser sumariamente revogados assim que se reconquiste o governo.

há reestabelecimento do Estado Democrático de Direito no Brasil que não passe por este compromisso?

esta é pedra fundamental do pacto de reconstrução do Brasil.

p.s.: precisamos de uma outra “linguagem política”

.

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Cesar Cardoso

O trem da insanidade partiu, não há mais pacto possível agora

Nassif,

Eu entendo sua torcida por termos um pacto nacional, porque ela também é minha. Mas não teremos um pacto nacional. Pelo menos não agora, e não com os participantes que você sugeriu.

O trem da insanidade já saiu da estação.

- O presidencialismo de coalizão virou presidencialismo condominial, com o Brasil criando o sistema político mais instável do mundo

- Há uma disputa entre os Poderes para ver quem conquista, no sentido militar da palavra, o direito de saquear mais o Estado

- O MPF, que parecia ser a única instituição mais ou menos coesa, vai entrar em guerra civil

- O que ainda se mantinha de pé da Constituição, o pacto social, foi destroçado hoje, com a morte anunciada para a inviabilização da Previdência Social e o enterro para o retalhamento da CLT

- O aumento da repressão vai gerando o que se espera em qualquer aumento de repressão: a violência começa a tomar conta das ruas

E sobre o pacto? Não há e não haverá pacto tão cedo.

- O lawfare contra Lula impede que o Barba possa trazer a esquerda para o pacto. E quando se impede que um dos lados participe de um pacto, só resta o caminho da - adivinha - violência

- FHC conta com boa vontade da mídia e do capital, e gosta de fazer balão de ensaio de si mesmo, mas sabe que será carniça dos diversos grupos em guerra (Aécio, Serra, Alckmin) do PSDB assim que voltar ao Planalto. Ser derrubado da presidência, aos mais de 80 anos, por gente que ele considera intelectualmente inferior a ele não deve estar nos planos de fim de vida do Príncipe

- O Senado se auto-suicidou a si mesmo

- O empresariado nacional "mais moderno" vai querer alguma garantia de que não será transformado em animal de circo de procuradores e policiais federais para entrar num pacto. Quem dará essa garantia? Sem isso, é mais fácil fugir pra Miami e de lá aplicar em títulos do Tesouro.

Sabemos bem como isso vai terminar, Nassif. O aventureirismo está à espreita, apenas esperando a oportunidade.

Pode vir o chefe do Exército dizer que a arma está fora dessa, mas basta um tenente-coronel, um coronel ou um general rebelde e puf, some a "legalidade" das Forças Armadas.

Podem vir os bonapartistas de plantão dizendo que vão disputar nas urnas etc, mas basta surgir o inevitável adiamento das presidenciais de 2018 que não conseguirão segurar, ou talvez até estimularão, os putsches.

 

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Marcelo33

Seu texto me fez

Seu texto me fez refletir.

 

Em sou contra Pactos. Prefiro a destruição definitiva do país e do seu povo caso estes sejam incapaz de encontrar uma saída civilizatória, com prisão dos golpistas e condenação a morte de parte significativa deles.

 

Ou a Vitória sobre os golpistas, ou o país merece a morte. O que é o golpe ??? O Golpe é a direita rasgando o pacto que trouxe o país para a normalidade após o golpe militar. E até quando durará esse novo pacto ??? Ele vai durar de 10 a 30 anos, até que a direita se sinta com força suficiente para rasgá-lo de novo.

 

O Brasil precisa sair do seu dia da marmota. Ou o país é capaz disso, ou merece ser destruído, com povo e tudo dentro.

 

Mas digamos que venha a acontecer um pacto, infelizmente. Eu acho que ele só será possível com a morte de FHC, Lula e de alguns outros políticos, mas as mortes FUNDAMENTAIS são de Lula e FHC(FHC por causas naturais e Lula de preferência por elas, mas aí acredito menos). Só a morte deles dois acalmam os ânimos, e a morte de mais alguns políticos da velha geração, como Renan, Temer, Zé Serra, Gilmar Mendes. O Pacto será selado por gente da geração do Lindenbergh Farias.

 

Tirando o Brizola e o Tancredo, os principais expoentes políticos da era pré-64 estavam todos mortos na época da Anistia. Brizola era novo e acho que preferiram não esperar ele morrer... Tancredo era um especialista em sobrevivência, e sua morte as vésperas da posse mostra que ele foi a exceção que confirma a regra. Juscelino, Jango, Lacerda, Costa e Silva, Castelo Branco já estavam mortos quando da pactuação anterior. Médici, assim como Tancredo, morreu logo depois. Brizola foi o líder político daquela geração que sobrou vivo, e nunca chegou a presidência, até por isso ele era muito mais intragável para a elite do que Lula.

 

Se a saída for essa, um pacto a longo prazo, o país sairá muito pior dessa aventura do que entrou, e sem pré-sal, sem petrobrás, nem nada. E quando começar a ensaiar se recuperar, vai haver novo golpe e continuaremos neste ciclo.

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Xadrez dos senhores da guerra contra o pacto nacional

e aí, meu caro

-> O Brasil precisa sair do seu dia da marmota. Ou o país é capaz disso, ou merece ser destruído, com povo e tudo dentro.

entendo. acrescento que o Brasil já foi destruído. este é o tamanho do abismo em que nos metemos desta vez. em 1964 havia um projeto: uma “modernização conservadora”. os militares se alinharam com os EUA na guerra fria, mas também tinha algum projeto. agora não! é pura e simples pilhagem de curto prazo! banqueiros e FIESP não tem projeto. assim como ficou claro que as empreiteiras são parasitas dos recursos públicos (desde a Ditadura), o que falar dos banqueiros?! o maior dos esquemas de grande corrupção deste país tem nome: SELIC.

-> O Pacto será selado por gente da geração do Lindenbergh Farias.

também concordo. mas Lindinho oportunistamente, e para se fazer de bonzinho, levantou a bandeira do “Lula Já”. Lula ainda seria a grande liderança neste processo (como Brizola foi na redemocratização). mas Lula quer?

-> Tirando o Brizola e o Tancredo, os principais expoentes políticos da era pré-64 estavam todos mortos na época da Anistia.

na verdade, o único que não conseguiram matar foi Brizola (nunca fui brizolista, mas sempre o respeitei e admirei, sem nunca deixar de ser crítico). os demais foram todos assassinados: Castelo Branco, Costa e Silva, JK, Lacerda, Jango, Tancredo... nossa História tem sido sim um longo e repetido Dia da Marmota, sempre passamos uma borracha no passado (como também proposto nas gravações de Sérgio Machado). foi assim na destruição dos documentos da escravidão. foi assim na Lei da Anistia. mas desta vez, com este golpe, não conseguiremos fazer o mesmo. o trauma é profundo, vai ter que ser enfrentado.

abraços

p.s.: ouvi um pungente comentário sobre a morte de D. Paulo, que deveria nos abalar a todos: “Nosso mundo está morrendo...”. o que ainda desejamos fazer antes de morrermos? como desejamos morrer? porra! tá foda, né....
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Marcelo33

Tudo bem Arkx ?? Vejo duas

Tudo bem Arkx ??

Vejo duas saídas para esse caos. A saída "Otimista" e a minha favorita é o Brasil se afundar tanto, justamente pela falta de um modelo de nação para os golpistas, que eles vão acabar por derrotar a si mesmos. Não tem como esse Novo Brazil durar 21 a 25 anos, como o dos militares. O problema é falta de lideranças de esquerda para um novo Brasil.(acho que nisso concordamos), mas elas surgem justamente em tempos como esses... Seria derrotar o golpe e os golpistas em médio prazo, enquanto ainda fizer algum sentido e for possível rever as medids dos golpistas (Qual o sentido que faz expulsar uma petroleira estrangeira de um campo do pré-sal quando ele já tiver sido quase todo esgotado ??? Quando já tiverem tirado 70% dele ??) 

Tem a saída do pacto, que eu abomino, que é essa balburdia durar 10 a 20 anos, a PEC 55 durar pelo menos os 10 anos previstos para ser revogável por maioria simples, o Brazil ficar bem menor do que o Brasil é hoje, e haver um novo pacto entre direita e esquerda, no qual nos dão democracia minimamente funcional em troca de ficrem com o produto da pilhagem, algo como a Anistia. Nessa saída, nos restará administrar terra arrasada e ter que começar tudo de novo, em um Brasil bem menor do que o que tinhamos antes de tudo, e sempre com ameaça da direita rasgr o pacto e começar tudo de novo.

Quando falava que esse pacto será selado por gente da geração do Lindenbergh, não falava necessariamente dele, era apenas uma referência etária. Lindbergh fez 47 anos esses dias (8 de dezembro de 69). Nessa época, Lula já era metalúrgico, AI-5 já tinha sido promulgado, FHC já era acadêmico, em suma, ele é de outra geração...

O que quis dizer é que Lula e FHC são pontos centrais nessa guerra. Eu acho que não é mais possível paz entre eles. E muito menos se ampliarmos a discussão para Aécio, Zé Serra, Alckmin, Dilma, Zé Dirceu, Gilmar Mendes, Temer... O país não entrará em paz enquanto essas pessoas forem ativas na vida pública. OS líderes e as principais "vítimas"(políticas) do golpe de 64 estavam mortos ou haviam abandonado a vida pública na época da anistia e redemocratização (Muitos deles por morte "matada", diga-se de passagem...), Eu esqueci do Médici, mas ele abandonou a vida pública quando saiu da presidência (Ele era contra a anistia, diga-se de passagem), o que comprova que a paz só será possível quando os políticos mais "envolvidos" na situação estiverem mortos ou inativos. 

 

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Xadrez dos senhores da guerra contra o pacto nacional

->A saída "Otimista" e a minha favorita é o Brasil se afundar tanto, justamente pela falta de um modelo de nação para os golpistas, que eles vão acabar por derrotar a si mesmos.

isto já está acontecendo. o golpe tá podre por dentro.

->Não tem como esse Novo Brazil durar 21 a 25 anos, como o dos militares. O problema é falta de lideranças de esquerda para um novo Brasil.(acho que nisso concordamos), mas elas surgem justamente em tempos como esses...

pois é... é justamente por isto que os golpistas ainda estão por aí e não na cadeia! pela falta de lideranças capazes de fazer isto! as velhas lideranças porque não querem. e as novas porque ainda não estão maduras para tanto.

procure então entender que este é o motivo, e não qualquer outro, de minhas insistentes críticas a Lula e o lulismo. Lula ainda tem um decisivo papel histórico a desempenhar. recorde-se a turnê eleitoral dele pelo Nordeste. se estivesse fazendo isto e levantando o povo contra o golpe, já teríamos chutados estes canalhas para fora.

abraços

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Pois é, Cesar.

Trem de doido.

Mas é hora de não sentir pavor dos ratos soltos.

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Hildermes José Medeiros

São tantas as hipóteses e

São tantas as hipóteses e premissas, tantas as ilações todas em princípio eivadas de bom senso, que é difícil divisar o que possa acontecer, por mais razoabilidade que possam indicar.  Vê-se que em tudo contam só as elites políticas e as instituições de que participam e controlam. E olhe que a principal hipótese é de que tudo para acontecer o melhor, há de se chegar a um consenso que leve a eleições diretas. Em nada, nada mesmo percebe-se que possa haver protagonismo do dono dos votos: o povo. Está difícil de perceber como num clima de inflação, desemprego, afastamento do Estado como indutor do desenvolvimento, desmonte do sistema previdenciário, entrega de patrimônio público e engessamento do controle fiscal e monetário por vinte anos, que leva, tendo em conta o que está à vista e já palpável, tudo balizar por indicadores decorrentes da crise, que só podem levar a números ainda menores de tudo que se diz objetivar acelerar e corrigir. Nesse quadro de horror econômico no dizer de Viviane Forrester, os trabalhadores desempregados e com menores salários, pobres e miseráveis, a classe média que já inicia descer a ladeira, do alto onde estava, gastando em dólares podendo visitar a Disney até mais de uma vez por ano, todos em maiores números não contam, e hão de ficar esperado as decisões da elite na qual não acreditam, de quem são vítimas? É um pouco demais.

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MAAR

DIAS MELHORES VIRÃO

A única coisa boa de todo este sofrimento que tem sido vivenciado pelo povo brasileiro é o que se aprende ao padecer com espoliações, decepções e desilusões. Diante de cenas tétricas como o julgamento da AP-470 e as votações do impixe sem crime e da PEC da Construção do Caos (55 / 241), vale parafrasear o nobre poeta, e dizer: aqueles que aí estão, a atravancar os nossos caminhos, eles passarão, nós, passarinhos.

Toda esta geração de políticos farsantes, herdeira da plutocracia inescrupulosa, gerada nos escombros das ditaduras, e perpetuada através da influência, cartesiana, dos vezos arcaicos de variados matizes sobre as esperanças esboçadas na Constituição Cidadã, tem hoje seus dias de ocaso, no teatro da dança dos retrocessos e da marcha da insensatez.

O novo surgirá do vigor da coerência, com a força da dialética, parteira da História, e vencedores serão aqueles que tiverem a capacidade de agregar energia ao processo de construção coletiva que transcenderá a disseminação do ódio e as arapucas do caos.

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Hildermes José Medeiros

São tantas as hipóteses e

São tantas as hipóteses e premissas, tantas as ilações todas em princípio eivadas de bom senso, que é difícil divisar o que possa acontecer, por mais razoabilidade que possam indicar.  Vê-se que em tudo contam só as elites políticas e as instituições de que participam e controlam. E olhe que a principal hipótese é de que tudo para acontecer o melhor, há de se chegar a um consenso que leve a eleições diretas. Em nada, nada mesmo percebe-se que possa haver protagonismo do dono dos votos: o povo. Está difícil de perceber como num clima de inflação, desemprego, afastamento do Estado como indutor do desenvolvimento, desmonte do sistema previdenciário, entrega de patrimônio público e engessamento do controle fiscal e monetário por vinte anos, que leva, tendo em conta o que está à vista e já palpável, tudo balizar por indicadores decorrentes da crise, que só podem levar a números ainda menores de tudo que se diz objetivar acelerar e corrigir. Nesse quadro de horror econômico no dizer de Viviane Forrester, os trabalhadores desempregados e com menores salários, pobres e miseráveis, a classe média que já inicia descer a ladeira, do alto onde estava, gastando em dólares podendo visitar a Disney até mais de uma vez por ano, todos em maiores números não contam, e hão de ficar esperado as decisões da elite na qual não acreditam, de quem são vítimas? É um pouco demais.

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Quem bolou esse golpe é burro!

O Iluminismo criou base para a Revolução Francesa...

A revolução francesa acabou voltando a Napoleão Bonaparte...

Vamos reiventar essa roda?

A destriução da estrutura da educação pode acabar com a possibilidade de haver ciência no Brasil - isso não é pouco!

Doutores e pesquisadores podem preferir trabalhar em um outro país, mais organizado, sem a violência que virá na terceira onda da PEC 55 - que será a violência social, das ruas!

E a industria, vai contar com trabalhadores insatisfeitos e sem auto-estima, haverão ganhos de produtividade?

E onde se escoarão a produtividade, quem a comprará?

Quem construirá a infraestrutura?

A China entrará de vez no mercado dos que não podem pagar por produtos mais caros! 

E o pior de tudo...

Todo economia será fortemente induzida a querer ter cada vez mais rentabilidade, não com trabalho, com empregos -  mas com juros!

A agiotagem vai deitar e rolar...

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"O que fazemos na vida, ecoa na ETERNIDADE!" (Máximus - Gladiador)

"Os dois mais importantes dias em sua vida são o dia em que você nasceu e o dia em que você descobrir o porquê... - M

Na sua opinião final

vc trata de uma solução desejada por todos nós , porem a verdade é que não vejo nenhum interesse de acôrdo dos que ganham com este caos (principalmente o mercado financeiros e associados extrangeiros) e sem a anuencia deles não haverá pacto!

Só sairá alguma proposta se houver uma pressão popular grande.

Esta pressâo só acontecerá se houver meios de comunicação para informar a classe que mais sofre dos seus direitos/força/perpectiva de vida futura, permitindo  uma união de idéias e assim criar uma força para protesto nas ruas!

O único meio barato, popular, rápido, movel e com alta penetração que eu conheço para estas camadas é o rádio (falo aqui das rários piratas). Desculpem-me os mais informados, mas a internet não tem a penetração do rádio.

No rádio a palavra FALADA (com entonação propria/sotaque local/termos locais/viva/etc.), acessível a todos, que permite receber a mensagem enquanto trabalha em serviços repetitivos e sem necessidades de grande atenção, com receptores portáteis e baratos é um meio FUNDAMENTAL para dissipar uma nova informação.

 

Sem comunicação não sairemos deste inbroglio!

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julião

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jose feranndes

Caro Nassif:,estas  sendo

Caro Nassif:,estas  sendo muito otimista, ou sua visão esta turva a ponto de não vê que ja estamos nos escombros...

se alguém ainda tem uma ideia de naçãpo pra este Pais ,esqueçam. isso aqui já era.

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Pacto

     De nada adianta torcer o nariz, ficar de mal, bater o pézinho, pois é certo que a crise irá recrudescer em todos os seus aspectos, tanto politicos como socio-economicos, então a questão não é discutir se irá ocorrer um pacto, uma concertação, seja lá que nome se dê, mas a própria dinamica da crise levará a alguma ação deste tipo, goste-se ou não, outra solução não existe, uma hora alguma força das que encontram-se no campo irá ceder, quer por derrota avizinhando-se, ou por futuro acordo, ou até mesmo pelo cansaço, não existe guerra "sem fim".

       Qualquer pacto, por mais indigesto que venha a ser realizado, é muito melhor do que ficar em um eterno combate, que já está perdendo o sentido de continuar , a teimosia e a vaidade, tanto em individuos como em corporações, não resolve nada, somente afunda-se cada vez mais, e quem retrocede, procura acordar com o "outro", não é covarde, e sim corajoso com visão macro de futuro.

        P.S.: " General articulado " - Nassif, não sei se vc. usou uma figura de linguagem, ou esta sabendo de alguma coisa, mas existe uma, diria-se "sondagem", procurando viabilizar um candidato para 2018 que teve este posto quando no Exército, é pouco conhecido fora do meio militar, mas já possui um esquema de midia, tanto nas "redes sociais" como acesso facil a uma rede de televião nacional.

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Viabilizar um candidato para

Viabilizar um candidato para 2018?

2018 é longo prazo.

Até lá ...

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Não é, é curto

    E a idéia é verossimel e compreendida em tempo e atitude, pois um " Napoleão" , um "Salvador da Patria ", será alguem que esta de fora do sistema, e "montar " esta candidatura, de um alguem externo, demanda apoio de midia, negação dos "politicos" atuais.

    Este tempo é supostamete curto, pois é vantajoso a um possivel " Salvador da Pátria ", pois sendo curto ele terá menos tempo de aglutinação de aliados, mas em contrapartida, como é desconhecido, poderá falar o que bem quiser, e este tempo " curto ", irá impedir que ataques a ele sejam montados com profundidade.

     Um sério risco que corremos, são arrivistas deste porte, que em menos de 90 dias, consigam agregar votos, mesmo que com plataformas politicas completamente fora da realidade, mas como "externos", como "novidades", sejam eleitos.

     Minha cara, se até o Datafolha, colocou em pesquisa o nivel de rejeição de um Roberto Justus...... imagine um ex-general, cheio de marra, montado em um discurso de "ordem ", só pedindo socorro.

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naldo

Não é um "iluminista", mas

Não é um "iluminista", mas luminaria,

 

essa doeu, só faltou dizer que era uma lamparina (á oleo); pacto com a turma da destruição e o ociólogo só com todos na cadeia,  abusaram da paciencia do povo, que vão à ...........!!!

 

 

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Roxane

Quando era menina minha

Quando era menina minha família tinha uma casa de praia no sul da ilha. Não havia luz elétrica. os pescadores usavam umas lamparinas a querosene que chamavam de ''pomboca''. Iluminavam mal, fediam e deixavam uma marca escura, horrível e que não se conseguia tirar da parede...

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