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eleições 2018

Para o "mercado", se PSDB não for o vencedor, eleição de 2018 vira um risco

Foto: Ciete Silvério/Fotos Públicas
 
 
Jornal GGN - A repórter especial do Valor Econômico Angela Bittencourt publicou um artigo nesta segunda (24) que mostra que o "mercado" que ajudou a depor Dilma Rousseff agora diz explicitamente que quer que um partido de centro "à direita" seja vitorioso em 2018, de preferência, o PSDB.
 
Caso contrário, diz o título da publicação, 2018 será um risco porque as "eleições podem impor retrocessos às reformas" deflagradas no governo Temer.
 
Para escrever o artigo, a jornalista diz ter entrevistado um "experiente profissional sempre dedicado ao setor privado e que hoje compõe a diretoria de  uma importante gestora de ativos." O nome da fonte foi mantido em sigilo, mas seus pensamentos foram a linha condutora de um texto que põe medo em quem não duvida que mais um golpe pode estar no forno.
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Reforma política deve tentar volta de doações por empresas


Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - A reforma política será posta em pauta pelo Congresso logo na volta dos trabalhos legislativos, em agosto, quando os parlamentares necessitam com urgência definir como as campanhas eleitorais de 2018 serão financiadas. Além da Proposta de Emenda à Constituição para criar um fundo eleitoral que use recursos públicos das Casas Legislativas para alimentar os pleitos, deputados e senadores estudam retomar o modelo de doações por empresas privadas.
 
Os cálculos já estão sendo feitos e desde que o modelo de financiamento a partir de doações de empresas foi proibido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em 2015, com o ápice das investigações da Operação Lava Jato e o jogo de influências deflagrado entre empresários e políticos com a compra de interesses, os parlamentares analisam como sustentar as campanhas.
 
Para isso, necessitam correr contra o tempo. A urgência para o cenário de imprevisibilidade da Lava Jato e de até que ponto a impopularidade de Michel Temer pode segurar a fúria da população faz com que os congressistas agilizem a proposta, unindo diversas partidos, da base e da oposição, para iniciar as votações da medida que estipula o remanejamento de R$ 3,5 bilhões do Congresso para este fim.
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Ao vivo: Lula faz mea culpa em entrevista com Trajano, Kfouri e Antero Greco

Jornal GGN - O ex-presidente Lula concede, nesta quinta (20), entrevista aos jornalistas José Trajano, Juca Kfouri e Antero Greco, transmitida pela página Ultrajano. Durante o programa "Na Sala do Zé", Lula fez um mea culpa e disse que o PT errou, afirmou que nenhum político aguentaria a pressão que ele sofre diariamente da grande mídia, disse que é difícil criar novas lideranças políticas e defendeu a eleição de Dilma Rousseff, apesar de ter reconhecido que ela não era uma "liderança" com apoio de base.

Lula disse que figuras como Fernando Haddad, Fernando Pimentel e outros governadores do PT teriam condições de disputar a presidência, mas o atual cenário pede uma "liderança" já consolidada. "Eles sabem que se eu disputar a eleição, eu posso ganhar", acrescentou ao comentar sobre as investidas da mídia em coluio com a Lava Jato.

Comentando a sentença do triplex, Lula disse que não ficou surpreso pois teria cantado a bola em audiência com Sergio Moro, avisando que ele estava refém da mídia e não tinha como absolvê-lo.   Leia mais »

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Moro esperou Lula se lançar candidato para sequestrar bens

Juiz de Curitiba estava com o pedido de bloqueio de bens e ativos guardado na gaveta desde outubro de 2016, mas só decidiu usar um dia após Lula confirmar candidatura à presidência - uma resposta à sentença do triplex
 
 
Jornal GGN - Apenas um dia após Lula confirmar sua candidatura a presidente em resposta à sentença do triplex, o juiz Sergio Moro decidiu tirar da gaveta um pedido de bloqueio de bens feito pela Lava Jato há mais de 9 meses, e mandou sequestrar até a aposentadoria do petista. É o que informa o Estadão nesta quarta (19). 
 
Ontem, o Painel da Folha também havia noticiado que Lula planeja um tour de ônibus pelo Nordeste, para o próximo mês. A viagem de 20 dias funcionaria como o lançamento da pré-campanha. Leia mais »
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Para 2018, Janine articula bancada da Educação no Congresso

Foto: Fotos Públicas

Jornal GGN - O colunista Lauro Jardim informou nesta terça (19) que o ex-ministro Renato Janine Ribeiro articula "uma frente de candidatos a deputado federal pela Educação". A ideia é eleger, em 2018, pelo menos 10 parlamentares especializados na área "para qualificar a condução de temas educacionais no Congresso."

No Facebook, Janine disse que apenas conversa a respeito da eleição de uma bancada menos preocupada com números e mais interessada em discutir a "qualidade" do ensino. Ele ainda afirmou que não sabe se será candidato em 2018, e que, no momento, dedica-se à vida acadêmica, com previsão de lançar um livro dia 18 de agosto.

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A condenação de Lula e o momento da virada, por Mauro Santayana

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Foto: Ricardo Stuckert

Do blog de Mauro Santayana

O momento da virada

por Mauro Santayana

A condenação de Lula sem provas, por um crime que não cometeu - não recebeu, não usufruiu, nunca teve o tal triplex em seu nome - com a argumentação, como nos filmes de ficção científica, vide "A Nova Lei - Minority Report", de que tinha a intenção de  eventualmente praticá-lo - a quase dez anos de prisão e a mais de sete de ostracismo político, precisa servir de alerta final, talvez o mais significativo até agora, antes que se proceda à inexorável entrega do país ao fascismo nas eleições do ano que vem.
 
O passo dado pelo Juiz Sérgio Moro foi de sutileza paquidérmica, do ponto de vista do desrespeito, desconsideração e desprezo pelo Estado de Direito, e, como já dissemos tantas vezes aqui, já estava sobejamente anunciado.
 
Tanto quanto o está a condenação de Lula em segunda instância, em prazo eventualmente recorde - como já dá,  espertamente, como favas contadas, certa mídia - se não se estabelecer  prontamente uma estratégia de defesa da democracia, com relação às eleições diretas, ocorram elas em 2018 ou nos próximos meses.
 
O problema não é partidário.
 
A grande questão não é o que está ocorrendo com Lula, Dilma e o PT, que, por omissão, excessivas concessões ou falta de planejamento e resposta tática, contribuíram também para que as coisas chegassem onde estão hoje.
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"Emenda Lula" causa polêmica, mas relator diz que não vai recuar

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Autor da proposta de reforma política que tramita na Câmara, o deputado federal Vicente Cândido (PT) disse nesta segunda (17) que não vai recuar do item que ficou conhecido como "emenda Lula", apesar da polêmica que o assunto tem gerado após a condenação do ex-presidente no caso triplex.
 
Segundo informações do UOL, Vicente disse que caberá à Comissão Especial da Reforma Política e, depois, ao plenário da Câmara fazer o "juízo final" acerca do projeto.
 
A emenda, que foi apresentada no dia 23 de maio - ou seja, muito antes da condenação de Lula por Sergio Moro - diz que um candidato não poderá ser preso por cerca de 8 meses antes do pleito. Hoje, o Código Eleitoral fixa um prazo inferior, de apenas 15 dias antes do primeiro turno.
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Para Haddad, não há possibilidade de Lula ficar inelegível

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Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - Após a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz Sérgio Moro, os analistas políticos começaram a levantar a hipótese de outra candidato do PT em 2018, caso Lula se torne inelegível.
 
Um dos nomes lembrados é o de Fernando Haddad, mas o ex-prefeito de São Paulo refuta não só a hipótese de disputar a presidência como também a possibilidade de não disputar a presidência no ano que vem.
 
Em entrevista para a Folha de S. Paulo, Haddad afirma que tanto Lula quanto o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso erraram ao não ter conseguido criar bases para convivência entre PSDB e PT, o que fez os partidos se tornarem “reféns do atraso. 
 
Ao comentar a Operação Lava Jato, Haddad critica o uso das delações premiadas. “Aqui introduzimos uma novidade sem as cautelas regulamentares. Qual o protocolo para delação com trecho falso?”, questiona. 

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Lula diz que não desistirá de eleições em 2018


Foto: Nacho Lemus

Jornal GGN - "Não sei se é para o bem ou para o mal, mas você vai ter um pré-candidato com problema jurídico nas costas e eu tenho que fazer várias brigas, primeiro brigar juridicamente para ganhar o direito de ser candidato. Segundo, brigar dentro do PT para ganhar o apoio do PT. Terceiro, brigar a boa briga, a luta democrática, nas ruas, para convencer a sociedade", disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, usando o espaço para se manifestar contra a sentença para também reivindicar oficialmente ao partido o desejo de se candidatar à Presidência em 2018.

Mostrando-se tranquilo com o resultado do despacho de Sérgio Moro, Lula escancarou as mesmas críticas que ele e sua defesa vem apontando contra a investigação que mira não somente o ex-presidente, mas a sua candidatura ao governo. "Eu não sei como alguém consegue escrever quase 300 paginas para não dizer absolutamente nada de prova. Vocês vão ouvir muito de processos igualzinho a esse", disse.
 
Diante de uma grande plateia na sede nacional do PT em São Paulo, Lula mostrou-se esperançoso, já calejado dos desgastes que vem sofrendo desde o início da mira da Lava Jato em seu nome. "Os tucanos não aguentaram um capa da Veja, que já caiu todo mundo. A próxima [capa da revista] deve ser minha também, com mais 5 horas de Jornal Nacional. Só da Globo foram 20 horas, eu disse a eles, vocês já me condenaram, a imprensa já me condenou. (...) Estão condenados a me condenar, porque se não me prenderem serão desmoralizados diante da opinião pública", disse.
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Lula será julgado pelo TRF-4 antes das eleições 2018, confirma desembargador

 

Desembargadores Gebran, Paulsen e Muniz do TRF-4 - Foto: Justiça Federal
 
Jornal GGN - O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), o desembargador Carlos Eduardo Thompson, confirmou que a Corte julgará o processo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva antes das eleições de 2018, conforme divulgou o GGN.
 
"Posso afirmar com quase absoluta certeza que antes da eleição esse processo já estará pautado e julgado no tribunal", disse em entrevista à Rádio BandNews FM. 
 
Condenado a nove anos e seis meses de prisão e 19 anos de inelegibilidade pelo juiz Sérgio Moro, da Vara Federal de Curitiba, a sentença contra o ex-presidente precisaria ser confirmada pela segunda instância para passar a valer.
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Opinião do Nassif: avanço da direita contra mídia, PT, PSDB e instituições

Como os conspiradores do golpe conseguiram colocar petistas, tucanos e mídia em um mesmo lado e aglutinar extremistas pró Bolsonaro de outro 
 
 
Os conspiradores do golpe acabaram colocando o país e eles mesmos em uma armadilha. Por questões políticas e ideológicas deram corda para que a Lava Jato atropelasse princípios legais e constitucionais, com o endosso de Ministros do Supremo, como o Luis Roberto Barroso, achando que conseguiriam varrer o PT e o Lula do mapa e impor goela abaixo uma reforma trabalhista e uma reforma previdenciária contra a opinião massacrante da população.
 
As legislações trabalhistas e previdenciárias precisam, de fato, serem adaptadas, mas de uma forma negociada, como vinha sendo feito através de conselhos. Mas os conspiradores do golpe acharam que iriam conseguir impor essas reformas sem a necessidade de passar pela aprovação do voto. Mas, o que acontece, é que essa possibilidade acabou com a desmoralização do Temer que, mundialmente, é reconhecido como um presidente envolvido em falcatruas, corrupção comandando por um fio. Ou seja, a tentativa de dar alguma legalidade ao golpe que tirou Dilma Rousseff da presidência morreu. 
 
Mas, nesse ínterim, eles tentaram também trazer de volta à Lava Jato o mesmo poder que foi dado à operação anteriormente, que criou toda a estrutura de combate à corrupção e insuflou a população, alimentando uma massa crítica de público em favor do penalismo e da própria Lava Jato. Gradativamente, à medida que a Lava Jato começou a crescer a avançar sobre Aécio Neves, José Serra, os aliados dos grupos que apoiaram o golpe, houve um refluxo da exposição dos feitos da operação. O Estadão, por exemplo, tentou criar aquela lógica do caixa dois do bem, e caixa dois do mal , e o jornal O Globo entrou nessa também. Como recuar agora? 
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"2018 está chegando", diz procurador de Curitiba

Jornal GGN - O procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos membros da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, coordenada por Deltan Dallagnol, tem usado as redes sociais para demonstrar preocupação e tentar influenciar a opinião pública sobre a eleição de 2018.

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Em meio à articulação pró-Maia, Aldo Rebelo (PCdoB) lança manifesto pela união

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Aldo Rebelo, uma das maiores lideranças do PCdoB, acaba de lançar um manifesto suprapartidário que visa minimizar a polarização entre direita e esquerda e unir o País em torno de um projeto. A ideia ocorre no momento em que cresce a articulação para que Michel Temer seja afastado e Rodrigo Maia - amigo de Aldo - seja alçado à presidência da República, para aprovar as reformas impopulares.
 
Em artigo publicado nesta sexta (7), Helena Chagas chamou atenção para o timing da iniciativa de Aldo.
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Está pintando um acerto para Maia ser Presidente, por Kennedy Alencar

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Uma movimentação em Brasília pode acabar na derrota de Michel Temer no plenário da Câmara e na alçada de Rodrigo Maia à presidência da República. A articulação foi impulsionada pela declaração do presidente do PSDB, Tasso Jereissati, defendendo Maia no Planalto para minimizar a crise instaurada pela delação da JBS e dar ao governo condições de concluir a aprovação das reformas impopulares, antes da eleição de 2018.

Para que o plano dê certo, é preciso angariar contra Temer 2/3 dos votos da Câmara. Com isso, o Supremo Tribunal Federal ganha autorização para decidir se vai processar o peemedebista por corrupção passiva. Temer, então, seria afastado por até 6 meses. Na visão de Kennedy Alencar, mesmo que o STF se esforce para decidir o destino dele em menos tempo, a Procuradoria Geral da República ainda poderá sacar mais denúncias e aumentar a crise.

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Temer e Aécio colhem tempestade porque plantaram vento, diz Lula

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Jornal GGN - Em entrevista a uma rádio da Paraíba, o ex-presidente Lula disse na manhã desta quarta (5) que Aécio Neves, Michel Temer e seus respectivos partidos colhem tempestade porque plantaram vento, ou seja, são alvos de ataques da mídia a reboque da Lava Jato porque incentivaram isso no passado, contra o PT.

Segundo Lula, Temer e Aécio estão provando do próprio "veneno". "Estão colhendo tempestade porque plantaram vento. Eles plantaram isso. Esse País vive clima de ódio e intolerância porque desde 2013 eles vendem facilidades e culpam o PT", disparou.

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