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eleições 2018

Lula defende que Moro e força-tarefa da Lava Jato sejam investigados por relações com EUA

Lula voltou a dizer que espera receber um pedido de desculpas quando os procuradores da República reconhecerem que não há como provar as acusações contra ele

Jornal GGN - O ex-presidente Lula disse que o golpe na presidente Dilma Rousseff teve como finalidade quebrar empresas brasileiras e entregar as riquezas sob tutela da Petrobras a multinacionais, com ajuda do desgaste imposto ao antigo governo e ao PT pela Lava Jato.

Ele afirmou, nesta quarta (11), que as denúncias de que os Estados Unidos estão interferindo na política nacional e têm relações não transparentes com a força-tarefa do Ministério Público Federal que investiga a estatal de petróleo deveriam ser investigadas pela bancada do PT no Congresso. Lula citou o juiz Sergio Moro, que vem impedindo que os elos entre a Lava Jato e agentes estadunidenses sejam abordados no julgamento do caso triplex.

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Presidente do PCdoB quer candidato próprio na eleição de 2018

Jornal GGN - Frente de esquerda? Depois de o presidente do PT colocar Lula como único candidato possível para 2018, é a vez de Luciana Santos, presidente do PCdoB, falar em nome próprio na próxima disputa pelo Palácio do Planalto. Segundo reportagem do El País, o presidenciável comunista seria o governador Flávio Dino, que nada em Uma onda de popularidade oposta ao que ocorre em outros Estados. Para Santos, Dino é um nome que pode fazer a esquerda contornar a crise política e encerrar o ciclo do PT.

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2018 e as estratégias da ilusão, por Aldo Fornazieri

2018 e as estratégias da ilusão

por Aldo Fornazieri

Num uso indébito e livre do título do brilhante livro de Paulo Sérgio Pinheiro quer-se aqui apenas levantar algumas reflexões acerca das estratégias de partidos e atores tendo como perspectiva as eleições de 2018 e em face do colapsado governo Temer. As estratégias da ilusão se desenvolvem em meio às enormes incertezas acerca do cenário político e econômica, sobre os escombros de um sistema político deslegitimado, sobre os sobressaltos e as imponderabilidades da Lava Jato e sobre um quase total desencanto da sociedade com os partidos e os políticos. A imponderabilidade da Lava Jato tem duas dimensões: não se sabe tudo os que os procuradores, policiais federais e juízes sabem e não se sabe o que eles irão fazer com aquilo que eles sabem. O fato é que os operadores da Lava Jato vêm manipulando as informações, ampliando o seu poder, agindo orientados por determinados interesses políticos e corporativos que não se fazem claros nem na luz do dia e menos nas sombras da noite.

Há que se reconhecer que não é fácil construir estratégias quando se está com a corda no pescoço, quando não está em jogo apenas a sobrevivência política, mas a continuidade da vida fora das cadeias. Mas esse ambiente de escombros e de erosões não justifica a persistência em erros das forças progressistas, as estratégias da ilusão, o autoengano, a caminhada para o matadouro. Para a análise política não é tarefa fácil divisar quais atores estão construindo quais estratégias. Desta forma, as análises assumem um caráter mais exploratório, prospectivo e até mesmo especulativo.

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Lula: Porque muita gente ainda precisa melhorar de vida, por Raposo e Moreira

Por  Erivan da Silva Raposo e Luiz Moreira

Quero fazer um governo que amplie nossos compromissos com os mais pobres, pois o melhor caminho de servir melhor a todos é atender primeiro os que mais necessitam
(Lula, na convenção do PT em Brasília, 24/06/2006)

Luiz Inácio Lula da Silva é um fenômeno que assusta ainda hoje seus adversários políticos. Aos 71 anos, duas vezes presidente da República, cargo para o qual concorreu e foi derrotado outras 3 vezes, elegeu sua sucessora, Dilma Rousseff, assim como ajudou a eleger outros ‘postes’ Brasil afora. Terminou seu mandato com 87% de popularidade.

Hoje, mesmo depois de o seu Partido dos Trabalhadores (PT) atravessar três grandes tempestades: 1) a AP 470 (popularizada pela mídia como “Mensalão”), com grandes lideranças do partido sendo inclusive presas; 2) a operação Lava Jato, que já lhe rendeu transformar-se em réu em 3 (três) ações, de ter levado à prisão o tesoureiro do PT, João Vaccari, e outras figuras importantes do partido - além do marqueteiro João Santana e esposa; e 3) o impeachment de Dilma Rousseff, vítima de uma conspiração midiático-jurídico-parlamentar que teve como um de seus maiores impactos lançar sobre o partido do ex-presidente Lula um sinal negativo, suspeitas de corrupção e de má gestão, Lula teria, segundo as duas últimas pesquisas Vox Populi, entre 41 e 42% dos brasileiros que ainda o consideram o melhor presidente que o país já teve.

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Não há possibilidade de resolver a crise só falando em corte, diz Lula

Jornal GGN - O ex-presidente Lula publicou um vídeo nas redes sociais, na quinta (22), sugerindo que o governo de Michel Temer deveria reciclar a fórmula usada por ele quando da crise internacional de 2008 e discutir financiamentos públicos, crédito para a população e outras formas de fazer a economia girar. Ao invés disso, disse Lula, Temer só fala em corte e mais corte para cima do trabalhador. "Não há a menor possibilidade de a gente superar a crise falando em corte", disse o ex-presidente.

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Juízes apostam corrida para ver quem pega Lula primeiro, por Helena Chagas

Jornal GGN - Os juízes Sergio Moro, de Curitiba, e Vallisney Oliveira, de Brasília, parecem apostar uma corrida para ver quem condena o ex-presidente Lula primeiro. Em artigo publicado na noite de segunda (19), Helena Chagas avaliou que, coincidentemente, Moro aceitou a segunda sua denúncia contra Lula (a terceira na Lava Jato e a quinta do petista neste ano) dias após o Datafolha mostrar que o ex-presidente é o favorito para 2018. 

Lula é réu três vezes na Lava Jato, uma em Brasília, por obstrução de Justiça envolvendo Nestor Cerveró e Delcídio do Amaral, e dua em Curitiba, pelo caso triplex e, agora, por propina da Odebrecht. Além disso, é acusado de tráfico de influência nas operações Janus e Zelotes.

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Convulsão social pode não esperar até 2018, por Marcos Nobre

Jornal GGN - Em sua coluna no Valor Econômico, o professor Marcos Nobre analisa o agravamento da crise política, afirmando que a única saída é a realização de eleições presidenciais e para o Congresso. O problema é que não para saber se “a convulsão social que está à espreita” vai esperar até 2018.  

Para o professor, a prisão de Delcídio do Amaral, senado no exercício de seu mandato, foi uma barbaridade jurídica cometida pelo Supremo Tribunal Federal que permitiu a abertura da “caixa de Pandora das atrocidades jurisdicionais”.

O embate entre Renan Calheiros e o STF foi resolvido com o enquadramento do ministro Marco Aurélio e pago com a humilhação pública da Suprema Corte, diz Nobre. Agora, o país saiu da lógica binária contra o antipetismo para uma mais ampla, um ódio generalizado contra a política oficial.

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Mesmo cercado pela Lava Jato e Zelotes, Lula é o único que cresce no Datafolha

 
Jornal GGN - Denunciado na Zelotes e na Lava Jato por supostos crimes que vão desde tráfico de influência, passando por recebimento de vantagens indevidas na forma de um sítio e um triplex no Guarujá, até uma mal explicada tentativa de obstruir as investigações, o ex-presidente Lula foi o único entre os principais presidenciáveis que cresceu no Datafolha nos último cinco meses.
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Rui Falcão defende candidatura de Lula em 2018

“Nenhuma política econômica é bem sucedida se não tem legitimidade das urnas”
 
 
Jornal GGN - O presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, afirma à Folha que a defesa de Lula como candidato a presidente em 2018 "é uma exigência nacional, não só do PT, mas daqueles que veem nele um líder". 
 
Quando perguntado se o PT apoiaria Ciro Gomes, Falcão respondeu que defender a candidatura de Lula não significa que o PT não tenha diálogo com outros partidos, mas frisou que a preferência é focar as forças em uma possível candidatura do ex-presidente que poderá assumir a direção do próprio partido após o afastamento de Rui, previsto para abril do ano que vem.
 
Atacado pelas perguntas do jornalista quanto à queda de credibilidade do PT e de que a recessão econômica foi provocada pelas administrações Dilma e Lula, Falcão rebateu alegando que o PT tem sido criticado mais pelos acertos do que pelos erros. "Temos um legado de transformações no país, de ascensão de 40 milhões de pessoas", destacando, ainda que a recessão econômica enfrentada hoje é fruto da instabilidade política provocada mais pela deposição de Dilma, tanto que no novo governo o país vive uma depressão. 
 
“[Se Dilma estivesse no poder] pelo menos você não teria essa instabilidade política brutal que resulta de um governo ilegítimo e usurpador. Nenhuma política econômica é bem sucedida se não tem legitimidade das urnas”, completou. 
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Presidente do PSDB apresenta Alexandre de Moraes como sucessor de Alckmin

Jornal GGN - É destaque no Painel da Folha desta terça (22) que o presidente estadual do PSDB Pedro Tobias apresentou, durante um evento do partido, o ministro da Justiça Alexandre de Moraes como "sucessor" do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

Moraes foi secretário de segurança de Alckmin e atuou em outras gestões em São Paulo, antes de ser alçado a ministro do governo Temer. Ele é filiado ao PSDB desde o ano passado, quando começaram a ventilar que ele entraria na lista de potenciais candidatos do partido à disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.

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Lula concede entrevista exclusiva ao cineasta Oliver Stone

Ex-presidente reconhece que crise política busca inviabilizar sua participação nas eleições de 2018
 
 
Jornal GGN - Em visita ao Brasil para o lançamento do seu novo filme "Snowden", o cineasta norte-americano Oliver Stone foi convidado pelo portal Nocaute para entrevistar o ex-presidente Lula.
 
O ganhador de três Oscar iniciou a entrevista desejando ver novamente Lula como presidente. Em seguida, o petista iniciou analisando o momento político brasileiro como "um processo de violência contra a democracia". Para o ex-presidente há grandes chances de não haver eleições em 2018. "Não teria sentido eles darem o golpe parlamentar que deram e dois anos depois me devolverem a Presidência!", ponderou. Em, seguida, reconhecendo que o atentado contra a democracia no país tem como proposta evitar sua participação nas eleições de 2018. 
 
"E eu não sei como é que vai terminar, porque eu tenho desafiado eles a provar que algum empresário tenha me dado dinheiro. Eu vou até pedir ajuda pra CIA, para ver se conseguem descobrir uma conta minha no exterior. (risos)", seguiu Lula sem nunca perder seu tom irônico. Veja a seguir a entrevista completa.
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Quem votará em um candidato colocado na condição de réu?

Jornal GGN - O blog do Ilimar Franco (O Globo) levantou, essa semana, dúvidas sobre como a decisão do Supremo Tribunal Federal de impedir que réus estejam na linha de sucessão presidencial pode impactar em algumas candidaturas.

Sem citar nominalmente o ex-presidente Lula, que é réu na Lava Jato e potencial candidato em 2018, Ilimar escreveu que a decisão do Supremo deu margem à seguinte dúvida: "Um réu pode concorrer à Presidência?"

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Evangélicos querem Crivella presidente e bancada de um terço da Câmara em 2018

Jornal GGN - Depois de chegar ao poder numa cidade do porte do Rio de Janeiro com Marcelo Crivella, os evangélicos agora se unem para emplacar um candidato a presidente em 2018 e eleger, no mínimo, uma bancada do tamanho de um terço da Câmara, com 150 deputados federais.

Segundo informações do Painel da Folha desta terça (1/11), "Crivella pode ser a aposta de líderes evangélicos para a disputa presidencial de 2018, nem que seja para testar seu nome no eleitorado nacional."

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Com delações da Odebrecht fechadas, Lava Jato terá como interferir na eleição de 2018

Jornal GGN - "Não vai ser o fim do mundo, mas são informações suficientes para colocar o sistema político em xeque — resume um dos envolvidos nas tratativas entre investigados, advogados e força-tarefa", diz reportagem de O Globo, desta terça (25), sobre a Lava Jato ter fechado, há duas semanas, o acordo de delação premiada de Marcelo Odebrecht e mais 50 executivos da maior empreiteira do País, após oito meses de negociações.

Segundo o jornal, os procuradores da Lava Jato não ficaram "satisfeitos" com os depoimentos de Marcelo Odebrecht, mas acreditam que conseguiram, ao menos, "ampliar democraticamente" o leque de atingidos pelos depoimentos. Há algumas semanas, a imprensa tem noticiado que o ex-presidente da companhia vinha sendo pressionado para citar Lula e ex-ministros petistas em seu depoimento.

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Lula cresceu em pesquisa com ajuda de eleitorado de Marina e saída de Dilma

Jornal GGN - Além da força da imagem, que faz Lula resistir e liderar pesquisas de opinião sobre a eleição presidencial de 2018 em meio ao tiroteio da Lava Jato, o petista conta com o "desempenho fraco" dos adversários para explicar sua manutenção em primeiro lugar na última Vox Populi. "Pessoas que antes pensavam em Marina Silva voltaram a pensar em Lula. (...) Esse eleitorado mais proguressista, que está mais desencatado com ela, [também] faz com que Lula cresça", diz Marcos Coimbra, presidente do Vox Populi.

Na visão do sociológo, Geraldo Alckmin (PSDB) tem demonstrado mais condições de ser o candidato tucano na corrida de 2018 do que Aécio Neves, que vem caindo nas últimas pesquisas, apesar do recall de 2014.

Em entrevista à RBA, Coimbra ainda disse que a saída de Dilma Rousseff, que amargava uma impopularidade grande também aferida em pesquisas de opinião, mudou o cenário em favor de Lula. O eleitoral que fez uma avaliação retrospectiva positiva sobre como sua vida mudou nos anos de PT no governo federal cresceu.

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