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eleições 2018

Doria e os coxinhas à paulista, por Maria Cristina Fernandes

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Jornal GGN - Em sua coluna no Valor Econômico, Maria Cristina Fernandes fala sobre o jantar ofercido para João Doria. na casa de Lucília Diniz, irmão do empresário Abílio Diniz. Lá, o prefeito paulistano foi tratado como “a esperança do Brasil” pela anfitriã, jurando que seu candidato para a presidência da República é seu padrinho político Geraldo Alckmin, governador do Estado de São Paulo.
 
Entretanto, Fernandes diz que a candidatura de Doria ao Planalto é imbatível, pelo menos no Jardim Europa. A jornalista argumenta que Alckmin não pode mais ignorar a viabilidade da candidatura de seu aliado, correndo o risco de ser alijado do jogo.

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Alckmin quer entregar mais metrô em dois anos do que PSDB fez na última década

 
Jornal GGN - Pré-candidato para as eleições presidenciais, Geraldo Alckmin (PSDB), governador do Estado de São Paulo, promete entregar mais quilômetros de metrô até 2018 do que toda expansão da rede nos últimos 12 anos, em sucessivas gestões estaduais do PSDB, sendo a maior parte deste período sob a batuta do próprio Alckmin.
 
O Metrô prevê a entrega de 23 quilômetros nos próximos 20 meses. Desde 2005, a malha metroviária na cidade de São Paulo cresceu 21 quilômetros, saindo de 57 km para 78 km. A última estação foi inaugurada em novembro de 2014.

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"Lula é um entre candidatos em 2018", afirma Dilma

Presidente discursou na inauguração popular da transposição do Rio São Francisco, alertando para um segundo golpe que é impedir a candidatura de Lula 

 
Jornal GGN - A presidente Dilma Rousseff fez um discurso emocionado, nesta tarde de domingo (19), durante a inauguração popular da transposição das águas do Rio São Francisco, realizada no município de Monteiro, no interior da Paraíba, reunindo milhares de pessoas. 
 
Ela aproveitou a ocasião para criticar a equipe de Michel Temer pela inauguração oficial, que aconteceu no dia 10 de março, pedindo para a população não esquecer que foi no governo Lula que a obra, há décadas no papel, foi finalmente colocada em ação. "Esta é uma obra que estava praticamente concluída quando eu saí do governo", pontuou. 
 
"Campina Grande vai, por essa chegada da transposição, abastecer uma população de um milhão, os primeiros um milhão dos 12 milhões de pessoas que ela vai beneficiar, geralmente as pessoas mais pobres, aquelas que mais precisam". 
 
Dilma também criticou a reforma da previdência, avaliando que, para conseguir se aposentar com o benefício integral, os jovens vão ter que iniciar a vida no trabalho aos 16 anos, ou, ainda na infância. 
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Lula deve convidar Ciro para vice ou apoiá-lo em 2018, aponta Kennedy Alencar

 
 
Jornal GGN - O ex-presidente Lula (PT) deve convidar Ciro Gomes (PDT) para ser seu parceiro numa chapa rumo ao Palácio do Planalto, em 2018. Ou, se inviabilizado pela Lava Jato, Lula deve apoiar o nome de Ciro como o candidato das esquerdas. É o que avalia o jornalista Kennedy Alencar diante da notícia de que os dois irão viajar ao Nordeste, nos próximos dias, em função da inauguração de obras da transposição do Rio São Francisco. A viagem é um sinal de aproximação e abertura para discutir a aliança.
 
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Para Pedro Rossi, eleições resgatarão debate sobre importância do Estado

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Da Rede Brasil Atual

 
Para Pedro Rossi, do Instituto de Economia da Unicamp, tendência já é clara no mundo: ideias neoliberais são desastrosas e serão enterradas, até mesmo pela própria direita. Risco é o nacionalismo extremo
 
por Eduardo Maretti

"Acredito que em 2018 as ideias neoliberais serão enterradas no debate público. Não sobrevivem diante do desastre que estão promovendo. Acho que em 2018 o debate vai ser anti-neoliberal. Seja pela esquerda, seja pela direita. Esse modelo que estão aplicando está fadado ao fracasso." A opinião é do professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Pedro Rossi.

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Alckmin falou em ser candidato a presidente para marcar território, por Helena Chagas

Jornal GGN - O "sempre ponderado" Geraldo Alckmin não deu ponto sem nó. Falou, pela primeira vez, em ser candidato a presidente em 2018 porque está marcando território quando setores da direita - e do próprio PSDB - que estão alimentando a possibilidade de lançar João Doria numa eventual disputa contra Lula. 

Segundo a colunista Helena Chagas, os políticos desesperados com a arrancada de Lula nas pesquisas de opinião, apesar das investidas da Lava Jato, não hesitariam em colocar Doria no páreo, passando por cima da tríade Alckmin, Serra e Aécio, para garantir uma vitória.

Na segunda (6), o GGN publicou artigo sobre a candidatura virtual de Doria ter emergido da prévia da lista da Odebrecht. Leia mais aqui.

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Entra em campo o fator João Dória, por Luís Nassif

Peça 1 – o desmonte global

A entrevista do filósofo francês Bernard Henri-Lévy ao Globo (https://goo.gl/nd52T8) reflete com algumas diferenças o que ocorre no Brasil de hoje.

Sua previsão é a de que os Estados democráticos rumam para o populismo e o niilismo, um clima similar ao da véspera da Primeira Guerra Mundial – não coincidentemente, período que testemunhou o fracasso da financeirização da economia global.

Em 1914, esse clima foi descrito como o “apocalipse alegre”, uma espécie de sonambulismo, a forma como as grandes democracias caminharam para sua destruição.

Hoje em dia, a esquerda francesa destruiu seus dois candidatos mais consistentes (Françoise Hollande e Manuel Valls”. A direita destruiu sucessivamente seus três candidatos: Nicolas Sarkozy, Alain Juppé e François Fillon.

Deixaram o campo aberto para a extrema direita. Leia mais »

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Aécio foi hipócrita e não deve ser candidato em 2018, diz Kennedy Alencar

Jornal GGN - O senador e líder nacional do PSDB Aécio Neves, candidato derrotado na disputa presidencial de 2014, cometeu uma atitude hipócrita ao mover ação contra a chapa Dilma-Temer, eleição naquele ano, sob acusação de abuso de poder econômico. Isso porque os vazamentos de trechos de delações e depoimentos de empreiteiros da Odebrecht mostram que o PSDB, assim como outros partidos, "bebem da mesma fonte", ou seja, praticaram caixa dois eleitoral. Com essas acusações, entre outras, Aécio não deve concorrer a presidente em 2018, perdendo a vaga provavelmente para Geraldo Alckmin. É o que avalia o jornalista Kennedy Alencar.

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Manifesto de artistas e intelectuais pede candidatura de Lula, por Paulo Moreira Leite

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Jornal GGN - Assinado por nomes como Leonardo Boff, Fernando de Morais, Eugênio Aragão e Chico Buarque, um manifesto pede que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva considera “a possibilidade de,desde já, lançar sua candidatura a Presidência da República”.
 
O documento diz que o país precisa de Lula para “garantir ao povo brasileiro a dignidade, o orgulho e a autonomia que perderam”. O manifesto afirma que ainda é necessário incluir e também reincluir muitos brasileiros, assegurar a soberania sobre o pré-sal e suas riquezas e retomar um papel ativo no cenário internacional. 
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O risco de Bolsonaro se tornar a zebra de 2018

Candidato é o único, entre os nomes conhecidos à direita, a crescer na pesquisa de intenção de votos


Jornal GGN - As série das últimas pesquisas de intenção de voto espontânea apontam para o risco da uma possível vitória inusitada nas eleições presidenciais de 2018, com a ascensão do deputado de extrema direita, Jair Bolsonaro que saiu de 3,3% para 6,5% das intenções de voto.

O alerta é do jornalista Maurício Dias, no artigo à seguir, para a Carta Capital. Saindo dos extremos, ele aponta que as pesquisas de opinião também apontam para dificuldades dos candidatos da direita, com Aécio Neves caindo de 3,1% para 2,2%; Temer de 3% para 1,1%; Alckmin de 1,9% para 0,7% e Marina Silva de 2,4% para 1,8%.

"Somente Bolsonaro está fortalecido. Ele passa a ser a expressão da direita com a qual, no entanto, tem divergências. Uma delas é sobre a venda da Petrobras. É a boa herança da caserna. Em contrapartida, tem posições insuportáveis à luz da democracia", pondera, como o apoio a tortura.  

Por outro lado, à esquerda, o nome de Lula liderou pulando de 11,4%, em outubro de 2016, para 16,6% agora, nas pesquisas espontâneas de intenções de voto.
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Por que é a hora de falarmos de Lula?, por Wadih Damous

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Do blog de Marcelo Auler

Por que é a hora de falarmos de Lula?

por Wadih Damous

O estado de degradação moral, de corrompimento institucional e de dissolução social do Brasil, com destruição de ativos estratégicos em escala nunca dantes vista, é consequência da ruptura do consenso político construído após a ditadura militar e consolidado com a Constituição de 1988.

A ruptura se deu num processo iniciado com o chamado caso do “mensalão” e se completou com a destituição da Presidenta Dilma Rousseff. Para rasgar o voto de 54 milhões de eleitores, recorreu-se fraudulentamente ao instituto constitucional do impedimento. Armaram-se os golpistas com uma maioria de ocasião no parlamento, cevada com recursos públicos desviados por Eduardo Cunha e sua organização de trombadinhas espalhados por partidos sem conteúdo programático nem militância espontânea. O impedimento foi dinamizado pelos perdedores das eleições de 2014 e só logrou ser bem-sucedido graças à omissão imprópria do Ministério Público e do Judiciário.

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Dilma diz que segundo golpe seria impedir Lula de se eleger

 
Jornal GGN - "Atividade política eu nunca vou deixar de fazer", disse a ex-presidente Dilma Rousseff, que completa: "eu não afasto a possibilidade de eu me candidatar para esse tipo de cargo: senadora, deputada...".
 
A declaração foi dada em entrevista exclusiva à agência francesa AFP, nesta sexta-feira (17), em Brasília, onde participou de uma mesa redonda sobre o papel da mulher na política. À plateia, disse: "o golpe ainda não acabou". 
 
"O segundo golpe que esse País pode sofrer é que impeçam Lula de ser candidato (à Presidência da República em 2018)", completou a frase no Encontro Nacional de Mulheres Eleitas pelo PT, na capital.
 
Mas na entrevista exclusiva, quando foi questionada, Dilma Rousseff foi direta: "Eu não serei candidata a presidente da República, se é essa a sua pergunta. Agora, atividade política, nunca vou deixar de fazer (...) Eu não afasto a possibilidade de eu me candidatar para esse tipo de cargo: senadora, deputada, esses cargos".
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Xadrez da contagem regressiva para 2018

Peça 1 – o jogo das expectativas sucessivas

Uma das retóricas recorrentes dos “cabeças de planilha” é a criação das expectativas sucessivas. Monta-se uma política monetária e fiscal que mata qualquer possibilidade de recuperação da economia e vende-se o mito da “lição de casa”. Ou seja, se cortar o leite da merenda escolar, a aposentadoria dos velhinhos, as políticas de renda mínima, se atingirá a prosperidade eterna, na qual todos ganharão.

Aplica-se o arrocho, e nada. Alega-se então que a lição de casa não foi suficientemente radical. Aplica-se nova rodada de cortes em cima dos direitos dos mais fracos, e nada. Até o momento em que o tecido social se esgarça, a paciência geral se esgota, as distorções econômicas se avolumam e o plano vai por água abaixo – por uma crise cambial, por uma crise fiscal, por terremotos sociais, por uma reação política.

Consumado o fracasso, a culpa é atribuía à falta de vontade dos pecadores, que não ousaram cumprir a penitência até o final.

Já se chegou a esse estágio.

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Saudade do Lula é a memória do desenvolvimento, por Lindbergh Farias

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Saudade do Lula é a memória do desenvolvimento
 
por Lindbergh Farias
 
Da semana passada para cá vem surgindo na imprensa, nas redes sociais e no parlamento, da parte de apoiadores do governo Temer, uma avaliação de que o pior da recessão já passou e alguns indicadores econômicos, embora tenuemente, começam a reagir.
 
Como a avaliação de retomada da economia é insustentável, e no medo de queimar a língua, os analistas a soldo de Temer logo tratam de arrumar um bode expiatório para a hora na qual a realidade desmoralizar o diagnóstico: nós, da oposição, por fazermos oposição.
 
Não é sério. Esses analistas esqueceram de dizer que o tênue movimento de arrefecimento da inflação e dos juros básicos, na conjuntura de hoje, em vez de sinalizar a retomada, é muito mais indicador da profunda recessão que a política econômica do governo fez o Brasil mergulhar.
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Sobre moral, ética e sentimento nacional, por Mogisenio

Por Mogisenio

Comentário ao post "Xadrez das eleições de 2018"

Caro Nassif, acho que compreendi bem o seu texto.

Estou de acordo com ele, mesmo sabendo das infinitas possíbilidades de interpretá-lo.

Em suma, pode-se perceber que o foco do texto  foi fazer um diagnóstico do Brasil e, ato contínuo,  apontar os desafios para o próximo presidente.  

Mais ou menos por aí. ( É claro que  há críticas da atual gestão, mazelas aqui, ali e acolá. Mas o foco, como dito, foi diagnosticar e apontar os desafios para o futuro presidente).

Por isso, farei um comentário sintético sem diagnóstico da situação do país, vez que o seu, a meu juízo, bem elaborado, já está de bom tamanho.  

Meu negócio ou minha negação do ócio, focará na IMPLEMENTAÇÃO  do seu diagnóstico.

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