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eleições 2018

Dilma diz que segundo golpe seria impedir Lula de se eleger

 
Jornal GGN - "Atividade política eu nunca vou deixar de fazer", disse a ex-presidente Dilma Rousseff, que completa: "eu não afasto a possibilidade de eu me candidatar para esse tipo de cargo: senadora, deputada...".
 
A declaração foi dada em entrevista exclusiva à agência francesa AFP, nesta sexta-feira (17), em Brasília, onde participou de uma mesa redonda sobre o papel da mulher na política. À plateia, disse: "o golpe ainda não acabou". 
 
"O segundo golpe que esse País pode sofrer é que impeçam Lula de ser candidato (à Presidência da República em 2018)", completou a frase no Encontro Nacional de Mulheres Eleitas pelo PT, na capital.
 
Mas na entrevista exclusiva, quando foi questionada, Dilma Rousseff foi direta: "Eu não serei candidata a presidente da República, se é essa a sua pergunta. Agora, atividade política, nunca vou deixar de fazer (...) Eu não afasto a possibilidade de eu me candidatar para esse tipo de cargo: senadora, deputada, esses cargos".
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Xadrez da contagem regressiva para 2018

Peça 1 – o jogo das expectativas sucessivas

Uma das retóricas recorrentes dos “cabeças de planilha” é a criação das expectativas sucessivas. Monta-se uma política monetária e fiscal que mata qualquer possibilidade de recuperação da economia e vende-se o mito da “lição de casa”. Ou seja, se cortar o leite da merenda escolar, a aposentadoria dos velhinhos, as políticas de renda mínima, se atingirá a prosperidade eterna, na qual todos ganharão.

Aplica-se o arrocho, e nada. Alega-se então que a lição de casa não foi suficientemente radical. Aplica-se nova rodada de cortes em cima dos direitos dos mais fracos, e nada. Até o momento em que o tecido social se esgarça, a paciência geral se esgota, as distorções econômicas se avolumam e o plano vai por água abaixo – por uma crise cambial, por uma crise fiscal, por terremotos sociais, por uma reação política.

Consumado o fracasso, a culpa é atribuía à falta de vontade dos pecadores, que não ousaram cumprir a penitência até o final.

Já se chegou a esse estágio.

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Saudade do Lula é a memória do desenvolvimento, por Lindbergh Farias

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Saudade do Lula é a memória do desenvolvimento
 
por Lindbergh Farias
 
Da semana passada para cá vem surgindo na imprensa, nas redes sociais e no parlamento, da parte de apoiadores do governo Temer, uma avaliação de que o pior da recessão já passou e alguns indicadores econômicos, embora tenuemente, começam a reagir.
 
Como a avaliação de retomada da economia é insustentável, e no medo de queimar a língua, os analistas a soldo de Temer logo tratam de arrumar um bode expiatório para a hora na qual a realidade desmoralizar o diagnóstico: nós, da oposição, por fazermos oposição.
 
Não é sério. Esses analistas esqueceram de dizer que o tênue movimento de arrefecimento da inflação e dos juros básicos, na conjuntura de hoje, em vez de sinalizar a retomada, é muito mais indicador da profunda recessão que a política econômica do governo fez o Brasil mergulhar.
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Sobre moral, ética e sentimento nacional, por Mogisenio

Por Mogisenio

Comentário ao post "Xadrez das eleições de 2018"

Caro Nassif, acho que compreendi bem o seu texto.

Estou de acordo com ele, mesmo sabendo das infinitas possíbilidades de interpretá-lo.

Em suma, pode-se perceber que o foco do texto  foi fazer um diagnóstico do Brasil e, ato contínuo,  apontar os desafios para o próximo presidente.  

Mais ou menos por aí. ( É claro que  há críticas da atual gestão, mazelas aqui, ali e acolá. Mas o foco, como dito, foi diagnosticar e apontar os desafios para o futuro presidente).

Por isso, farei um comentário sintético sem diagnóstico da situação do país, vez que o seu, a meu juízo, bem elaborado, já está de bom tamanho.  

Meu negócio ou minha negação do ócio, focará na IMPLEMENTAÇÃO  do seu diagnóstico.

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Xadrez das eleições de 2018

Peça 1 – os condicionantes dos novos tempos

O governo Temer é de demolição. Há uma incerteza sobre o seu tempo de permanência. Por isso, o grupo ataca o poder com a gana de uma harpia faminta. Criou-se um taxímetro nesse jogo. A cada entrega da mercadoria – desmonte do estado social – ganha-se mais algum tempo de vida e fecham-se os olhos para os assaltos do poder. Tudo a conta-gotas em cima de um presidente água, moldável como qualquer corpo líquido.

Pela absoluta impossibilidade de acenar com qualquer expectativa de futuro, em breve vai começar a disputa pela construção da próxima utopia, como pré-condição para as eleições de 2018.

Há um conjunto de enormes desafios a serem enfrentados e mudanças radicais no pensamento econômico e político estabelecido nos últimos anos.

Essas variáveis condicionarão o jogo político daqui para frente.

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Lula defende que Moro e força-tarefa da Lava Jato sejam investigados por relações com EUA

Lula voltou a dizer que espera receber um pedido de desculpas quando os procuradores da República reconhecerem que não há como provar as acusações contra ele

Jornal GGN - O ex-presidente Lula disse que o golpe na presidente Dilma Rousseff teve como finalidade quebrar empresas brasileiras e entregar as riquezas sob tutela da Petrobras a multinacionais, com ajuda do desgaste imposto ao antigo governo e ao PT pela Lava Jato.

Ele afirmou, nesta quarta (11), que as denúncias de que os Estados Unidos estão interferindo na política nacional e têm relações não transparentes com a força-tarefa do Ministério Público Federal que investiga a estatal de petróleo deveriam ser investigadas pela bancada do PT no Congresso. Lula citou o juiz Sergio Moro, que vem impedindo que os elos entre a Lava Jato e agentes estadunidenses sejam abordados no julgamento do caso triplex.

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Presidente do PCdoB quer candidato próprio na eleição de 2018

Jornal GGN - Frente de esquerda? Depois de o presidente do PT colocar Lula como único candidato possível para 2018, é a vez de Luciana Santos, presidente do PCdoB, falar em nome próprio na próxima disputa pelo Palácio do Planalto. Segundo reportagem do El País, o presidenciável comunista seria o governador Flávio Dino, que nada em Uma onda de popularidade oposta ao que ocorre em outros Estados. Para Santos, Dino é um nome que pode fazer a esquerda contornar a crise política e encerrar o ciclo do PT.

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2018 e as estratégias da ilusão, por Aldo Fornazieri

2018 e as estratégias da ilusão

por Aldo Fornazieri

Num uso indébito e livre do título do brilhante livro de Paulo Sérgio Pinheiro quer-se aqui apenas levantar algumas reflexões acerca das estratégias de partidos e atores tendo como perspectiva as eleições de 2018 e em face do colapsado governo Temer. As estratégias da ilusão se desenvolvem em meio às enormes incertezas acerca do cenário político e econômica, sobre os escombros de um sistema político deslegitimado, sobre os sobressaltos e as imponderabilidades da Lava Jato e sobre um quase total desencanto da sociedade com os partidos e os políticos. A imponderabilidade da Lava Jato tem duas dimensões: não se sabe tudo os que os procuradores, policiais federais e juízes sabem e não se sabe o que eles irão fazer com aquilo que eles sabem. O fato é que os operadores da Lava Jato vêm manipulando as informações, ampliando o seu poder, agindo orientados por determinados interesses políticos e corporativos que não se fazem claros nem na luz do dia e menos nas sombras da noite.

Há que se reconhecer que não é fácil construir estratégias quando se está com a corda no pescoço, quando não está em jogo apenas a sobrevivência política, mas a continuidade da vida fora das cadeias. Mas esse ambiente de escombros e de erosões não justifica a persistência em erros das forças progressistas, as estratégias da ilusão, o autoengano, a caminhada para o matadouro. Para a análise política não é tarefa fácil divisar quais atores estão construindo quais estratégias. Desta forma, as análises assumem um caráter mais exploratório, prospectivo e até mesmo especulativo.

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Lula: Porque muita gente ainda precisa melhorar de vida, por Raposo e Moreira

Por  Erivan da Silva Raposo e Luiz Moreira

Quero fazer um governo que amplie nossos compromissos com os mais pobres, pois o melhor caminho de servir melhor a todos é atender primeiro os que mais necessitam
(Lula, na convenção do PT em Brasília, 24/06/2006)

Luiz Inácio Lula da Silva é um fenômeno que assusta ainda hoje seus adversários políticos. Aos 71 anos, duas vezes presidente da República, cargo para o qual concorreu e foi derrotado outras 3 vezes, elegeu sua sucessora, Dilma Rousseff, assim como ajudou a eleger outros ‘postes’ Brasil afora. Terminou seu mandato com 87% de popularidade.

Hoje, mesmo depois de o seu Partido dos Trabalhadores (PT) atravessar três grandes tempestades: 1) a AP 470 (popularizada pela mídia como “Mensalão”), com grandes lideranças do partido sendo inclusive presas; 2) a operação Lava Jato, que já lhe rendeu transformar-se em réu em 3 (três) ações, de ter levado à prisão o tesoureiro do PT, João Vaccari, e outras figuras importantes do partido - além do marqueteiro João Santana e esposa; e 3) o impeachment de Dilma Rousseff, vítima de uma conspiração midiático-jurídico-parlamentar que teve como um de seus maiores impactos lançar sobre o partido do ex-presidente Lula um sinal negativo, suspeitas de corrupção e de má gestão, Lula teria, segundo as duas últimas pesquisas Vox Populi, entre 41 e 42% dos brasileiros que ainda o consideram o melhor presidente que o país já teve.

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Não há possibilidade de resolver a crise só falando em corte, diz Lula

Jornal GGN - O ex-presidente Lula publicou um vídeo nas redes sociais, na quinta (22), sugerindo que o governo de Michel Temer deveria reciclar a fórmula usada por ele quando da crise internacional de 2008 e discutir financiamentos públicos, crédito para a população e outras formas de fazer a economia girar. Ao invés disso, disse Lula, Temer só fala em corte e mais corte para cima do trabalhador. "Não há a menor possibilidade de a gente superar a crise falando em corte", disse o ex-presidente.

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Juízes apostam corrida para ver quem pega Lula primeiro, por Helena Chagas

Jornal GGN - Os juízes Sergio Moro, de Curitiba, e Vallisney Oliveira, de Brasília, parecem apostar uma corrida para ver quem condena o ex-presidente Lula primeiro. Em artigo publicado na noite de segunda (19), Helena Chagas avaliou que, coincidentemente, Moro aceitou a segunda sua denúncia contra Lula (a terceira na Lava Jato e a quinta do petista neste ano) dias após o Datafolha mostrar que o ex-presidente é o favorito para 2018. 

Lula é réu três vezes na Lava Jato, uma em Brasília, por obstrução de Justiça envolvendo Nestor Cerveró e Delcídio do Amaral, e dua em Curitiba, pelo caso triplex e, agora, por propina da Odebrecht. Além disso, é acusado de tráfico de influência nas operações Janus e Zelotes.

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Convulsão social pode não esperar até 2018, por Marcos Nobre

Jornal GGN - Em sua coluna no Valor Econômico, o professor Marcos Nobre analisa o agravamento da crise política, afirmando que a única saída é a realização de eleições presidenciais e para o Congresso. O problema é que não para saber se “a convulsão social que está à espreita” vai esperar até 2018.  

Para o professor, a prisão de Delcídio do Amaral, senado no exercício de seu mandato, foi uma barbaridade jurídica cometida pelo Supremo Tribunal Federal que permitiu a abertura da “caixa de Pandora das atrocidades jurisdicionais”.

O embate entre Renan Calheiros e o STF foi resolvido com o enquadramento do ministro Marco Aurélio e pago com a humilhação pública da Suprema Corte, diz Nobre. Agora, o país saiu da lógica binária contra o antipetismo para uma mais ampla, um ódio generalizado contra a política oficial.

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Mesmo cercado pela Lava Jato e Zelotes, Lula é o único que cresce no Datafolha

 
Jornal GGN - Denunciado na Zelotes e na Lava Jato por supostos crimes que vão desde tráfico de influência, passando por recebimento de vantagens indevidas na forma de um sítio e um triplex no Guarujá, até uma mal explicada tentativa de obstruir as investigações, o ex-presidente Lula foi o único entre os principais presidenciáveis que cresceu no Datafolha nos último cinco meses.
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Rui Falcão defende candidatura de Lula em 2018

“Nenhuma política econômica é bem sucedida se não tem legitimidade das urnas”
 
 
Jornal GGN - O presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, afirma à Folha que a defesa de Lula como candidato a presidente em 2018 "é uma exigência nacional, não só do PT, mas daqueles que veem nele um líder". 
 
Quando perguntado se o PT apoiaria Ciro Gomes, Falcão respondeu que defender a candidatura de Lula não significa que o PT não tenha diálogo com outros partidos, mas frisou que a preferência é focar as forças em uma possível candidatura do ex-presidente que poderá assumir a direção do próprio partido após o afastamento de Rui, previsto para abril do ano que vem.
 
Atacado pelas perguntas do jornalista quanto à queda de credibilidade do PT e de que a recessão econômica foi provocada pelas administrações Dilma e Lula, Falcão rebateu alegando que o PT tem sido criticado mais pelos acertos do que pelos erros. "Temos um legado de transformações no país, de ascensão de 40 milhões de pessoas", destacando, ainda que a recessão econômica enfrentada hoje é fruto da instabilidade política provocada mais pela deposição de Dilma, tanto que no novo governo o país vive uma depressão. 
 
“[Se Dilma estivesse no poder] pelo menos você não teria essa instabilidade política brutal que resulta de um governo ilegítimo e usurpador. Nenhuma política econômica é bem sucedida se não tem legitimidade das urnas”, completou. 
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Presidente do PSDB apresenta Alexandre de Moraes como sucessor de Alckmin

Jornal GGN - É destaque no Painel da Folha desta terça (22) que o presidente estadual do PSDB Pedro Tobias apresentou, durante um evento do partido, o ministro da Justiça Alexandre de Moraes como "sucessor" do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

Moraes foi secretário de segurança de Alckmin e atuou em outras gestões em São Paulo, antes de ser alçado a ministro do governo Temer. Ele é filiado ao PSDB desde o ano passado, quando começaram a ventilar que ele entraria na lista de potenciais candidatos do partido à disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.

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