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Fernando Haddad

Para Haddad, não há possibilidade de Lula ficar inelegível

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Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - Após a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz Sérgio Moro, os analistas políticos começaram a levantar a hipótese de outra candidato do PT em 2018, caso Lula se torne inelegível.
 
Um dos nomes lembrados é o de Fernando Haddad, mas o ex-prefeito de São Paulo refuta não só a hipótese de disputar a presidência como também a possibilidade de não disputar a presidência no ano que vem.
 
Em entrevista para a Folha de S. Paulo, Haddad afirma que tanto Lula quanto o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso erraram ao não ter conseguido criar bases para convivência entre PSDB e PT, o que fez os partidos se tornarem “reféns do atraso. 
 
Ao comentar a Operação Lava Jato, Haddad critica o uso das delações premiadas. “Aqui introduzimos uma novidade sem as cautelas regulamentares. Qual o protocolo para delação com trecho falso?”, questiona. 

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O embate entre Haddad e Dilma que levou ao fracasso do plano petista em SP

Neste artigo à Piauí, professor da USP explica em detalhes como sua intenção de ficar oito anos à frente da prefeitura de São Paulo foi naufragada pela colega de partido
 
Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
 

Eu já havia trabalhado com Dilma Rousseff por um ano, ao longo da transição do Ministério da Educação para Aloizio Mercadante. Conhecia seu estilo tanto como ministra-chefe da Casa Civil quanto como presidenta da República. E, ao contrário do que se diz dela, que é “democrática” no tratamento duro que dedica aos subordinados, eu diria até que sempre me tratou com consideração. Em dezembro de 2012, ainda antes de minha posse no Edifício Matarazzo, fui a Brasília para aquela que seria a nossa primeira audiência de trabalho após minha eleição como prefeito de São Paulo.

Em um contato rápido que havíamos tido na manhã seguinte ao segundo turno, eu já havia insinuado à presidenta que entendia que o governo federal deveria tratar São Paulo de maneira singular, em função de sua importância. Ela então me olhou com um sorriso irônico, como quem diz “Não me venha querer levar vantagem”. Pensando em retrospecto, creio que a relação de Dilma com São Paulo nunca se resolveu completamente.
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Fernando Haddad disseca o arco do atraso em depoimento histórico

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, publicou um depoimento histórico na revista Piauí, sobre sua experiência com o poder desde os tempos de Ministro da Educação.

No artigo, fala dos problemas de Dilma Rousseff, do papel deletério da mídia, aponta o promotor suspeito de receber propina, e que passou a persegui-lo, mostra que José Serra foi o principal mentor do golpe, entre outras re

O fator Dilma e São Paulo

Fernando Haddad descreve sua ida a Brasília, ainda antes da posse na prefeitura, para se encontrar com a presidente Dilma Rousseff. Na manhã seguinte ao segundo turno, Haddad já havia insinuado que  governo federal deveria tratar São Paulo de maneira especial, por sua importância. Dilma respondeu com um olhar zombeteiro, tipo “não me venha querer levar vantagem”.

O encontro foi no seu gabinete, no 3o andar do Palácio do Planalto, ao lado dos Ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Miriam Belchior, do Planejamento, Orçamento e Gestão. Haddad levou seu Secretário das Finanças. Marcos Cruz. O ambiente foi se tornando gradativamente mais tenso. E veio a cobrança sobre or reajuste da tarifa de ônibus no município.

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PF queria condução coercitiva de Haddad, mas Justiça negou

Em outros depoimentos, a Andrade Gutierrez e a Odebrecht já apontaram que dívidas das campanhas do PT transitavam em outro diretório, o nacional, não o municipal
 

Foto: Fernando Pereira/ Secom/ PMSP
 
Jornal GGN - Na Operação Cifra Oculta, desdobramento da Lava Jato com mira no ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, a Polícia Federal havia solicitado a condução coercitiva do político e de sua ex-vice, Nádia Campeão. O apelo dos delegados, que movimentaram de forma exacerbada 30 policiais às ruas de São Paulo, São Caetano e Praia Grande, teve que ser brecado pelo juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Márcio Antônio Boscaro.
 
Isso porque a ação ostensiva, já cumprindo nove mandados de busca e apreensão no inquérito policial com base nas delações premiadas de executivos da UTC, chegou a tentar obrigar Haddad a prestar depoimento, de forma inesperada.
 
Com o juiz Boscaro negando o pedido, a Polícia Federal adiantou que Fernando Haddad será, então, intimado a prestar o depoimento. A informação foi dada pelo delegado da PF, Rodrigo Costa, após as medidas contra o ex-prefeito serem cumpridas na manhã desta quinta-feira (01).
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Nova operação da PF pode ser retaliação da UTC contra Fernando Haddad

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - Em meio a uma crise política que pode culminar na eleição de um novo presidente, a Polícia Federal deflagrou, nesta sexta (1), uma operação que atinge o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) com base em delações colhidas pela Lava Jato. Por meio de nota à imprensa, Haddad sinalizou que a investigação pode ter sido movida por retaliação do Ricardo Pessoa, da UTC, que teve seus interesses contrariados pelo petista. Pessoa disse à Lava Jato que pagou R$ 2,6 milhões por meio de caixa 2.
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HOJE: Haddad, Avritzer e Singer discutem democracia e Estado de Direito no Brasil

Os professores Leonardo Avritzer, André Singer e o ex-prefeito Fernando Haddad se reúnem no primeiro encontro do ciclo Pensando a Democracia a ser realizado em São Paulo.

A crise por que passam o Brasil e o mundo em termos políticos e de valores republicanos exige um esforço extra de cientistas políticos no sentido de repensar as formas democráticas. Com isso em mente, o coordenador do Projeto Democracia da Fafich-UFMG, prof. dr. Leonardo Avritzer, com apoio do BDMG e com parceria do Cenedic-USP e do Cedec-USP, idealizou o ciclo Pensando a Democracia. Serão encontros mensais em Belo Horizonte e em São Paulo, que reunirão intelectuais renomados para debater o tema, democratizando a discussão para fora dos muros da universidade. Leia mais »

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Haddad, Avritzer e Singer discutem democracia e Estado de Direito no Brasil

Os professores Leonardo Avritzer, André Singer e o ex-prefeito Fernando Haddad se reúnem no primeiro encontro do ciclo Pensando a Democracia a ser realizado em São Paulo.

A crise por que passam o Brasil e o mundo em termos políticos e de valores republicanos exige um esforço extra de cientistas políticos no sentido de repensar as formas democráticas. Com isso em mente, o coordenador do Projeto Democracia da Fafich-UFMG, prof. dr. Leonardo Avritzer, com apoio do BDMG e com parceria do Cenedic-USP e do Cedec-USP, idealizou o ciclo Pensando a Democracia. Serão encontros mensais em Belo Horizonte e em São Paulo, que reunirão intelectuais renomados para debater o tema, democratizando a discussão para fora dos muros da universidade. Leia mais »

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Haddad, Avritzer e Singer discutem democracia e Estado de Direito no Brasil

Os professores Leonardo Avritzer, André Singer e o ex-prefeito Fernando Haddad se reúnem no primeiro encontro do ciclo Pensando a Democracia a ser realizado em São Paulo.

A crise por que passam o Brasil e o mundo em termos políticos e de valores republicanos exige um esforço extra de cientistas políticos no sentido de repensar as formas democráticas. Com isso em mente, o coordenador do Projeto Democracia da Fafich-UFMG, prof. dr. Leonardo Avritzer, com apoio do BDMG e com parceria do Cenedic-USP e do Cedec-USP, idealizou o ciclo Pensando a Democracia. Serão encontros mensais em Belo Horizonte e em São Paulo, que reunirão intelectuais renomados para debater o tema, democratizando a discussão para fora dos muros da universidade. Leia mais »

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Haddad, Avritzer e Singer discutem democracia e Estado de Direito no Brasil

Os professores Leonardo Avritzer, André Singer e o ex-prefeito Fernando Haddad se reúnem no primeiro encontro do ciclo Pensando a Democracia a ser realizado em São Paulo.

A crise por que passam o Brasil e o mundo em termos políticos e de valores republicanos exige um esforço extra de cientistas políticos no sentido de repensar as formas democráticas. Com isso em mente, o coordenador do Projeto Democracia da Fafich-UFMG, prof. dr. Leonardo Avritzer, com apoio do BDMG e com parceria do Cenedic-USP e do Cedec-USP, idealizou o ciclo Pensando a Democracia. Serão encontros mensais em Belo Horizonte e em São Paulo, que reunirão intelectuais renomados para debater o tema, democratizando a discussão para fora dos muros da universidade. Leia mais »

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Haddad, Avritzer e Singer discutem democracia e Estado de Direito no Brasil

Os professores Leonardo Avritzer, André Singer e o ex-prefeito Fernando Haddad se reúnem no primeiro encontro do ciclo Pensando a Democracia a ser realizado em São Paulo.

A crise por que passam o Brasil e o mundo em termos políticos e de valores republicanos exige um esforço extra de cientistas políticos no sentido de repensar as formas democráticas. Com isso em mente, o coordenador do Projeto Democracia da Fafich-UFMG, prof. dr. Leonardo Avritzer, com apoio do BDMG e com parceria do Cenedic-USP e do Cedec-USP, idealizou o ciclo Pensando a Democracia. Serão encontros mensais em Belo Horizonte e em São Paulo, que reunirão intelectuais renomados para debater o tema, democratizando a discussão para fora dos muros da universidade. Leia mais »

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Desacelera, São Paulo, por Milly Lacombe

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Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas

Do blog da Milly

 
Milly Lacombe

Nenhuma outra arena paulistana representa tão bem a mistura de arrogância e despreparo do prefeito João Doria como as Marginais, essas enormes e selvagens avenidas que costeiam os rios da cidade.

Ainda durante a campanha ele avisava que, vencendo, iria retomar os limites de velocidade originais, ou aqueles de antes da gestão de Fernando Haddad. Por que? Porque assim desejava. Ele seria, afinal, o CEO da cidade, e um CEO age como quer.

Retomar os limites antigos de velocidade era coisa tão importante para ele que o slogan escolhido para iluminar sua gestão é “Acelera, São Paulo”.

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Haddad critica aumento das velocidades em SP: "a verdade é filha do tempo"

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Foto: Heloisa Ballarini

Jornal GGN - Em postagem nas redes sociais, Fernando Haddad (PT), ex-prefeito de São Paulo, comentou as estatísticas que mostram um aumento nos acidentes de trânsito nas Marginais Tietê e Pinheiros em 2017, afirmando que não pretende que “argumentos racionais façam diferença para aqueles que optaram pelo obscurantismo”.

Segundo dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET,) ocorreram 17 acidentes com vítimas nas marginais Tietê e Pinheiros no segundo mês após o aumento do limite das velocidades nas vias deste ano.  O resultado é 10,4% maior do que o registrado nos primeiros 30 dias mudanças das velocidades permitidas realizadas pela gestão de João Doria (PSDB).

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Doria e os coxinhas à paulista, por Maria Cristina Fernandes

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Jornal GGN - Em sua coluna no Valor Econômico, Maria Cristina Fernandes fala sobre o jantar ofercido para João Doria. na casa de Lucília Diniz, irmão do empresário Abílio Diniz. Lá, o prefeito paulistano foi tratado como “a esperança do Brasil” pela anfitriã, jurando que seu candidato para a presidência da República é seu padrinho político Geraldo Alckmin, governador do Estado de São Paulo.
 
Entretanto, Fernandes diz que a candidatura de Doria ao Planalto é imbatível, pelo menos no Jardim Europa. A jornalista argumenta que Alckmin não pode mais ignorar a viabilidade da candidatura de seu aliado, correndo o risco de ser alijado do jogo.

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ONU premia Plano Diretor de São Paulo da gestão Haddad

 
Jornal GGN - O Plano Diretor da cidade de São Paulo foi eleito um dos quatro ganhadores do mundo das Melhores Práticas Inovadoras da Nova Agenda Urbana da ONU Habitat. O novo desenho urbano foi aprovado na gestão de Fernando Haddad no município.
 
Entre mais de 140 candidaturas de 16 países, os quatro vencedores foram os projetos do Brasil, da Costa Rica, do Equator e de Porto Rico. "Foi complexo avaliar os projetos de acordo com todos os indicadores. Alguns tinham grande destaque em legislação urbana, mas não incluíam temas transversais como gênero e jovens, e por isso acabaram obtendo uma nota menor", disse o coordenador da campanha Cidades Seguras para as Mulheres da ActionAid, Marcelo Montenegro.
 
Ainda dentro do Brasil, não foi apenas a prefeitura de São Paulo que concorreu ao reconhecimento. O país foi um dos que mais enviou projetos para serem analisados pela ONU Habitat. O comitê técnico foi formado por membros de diversas organizações e especialistas em diversos temas.
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Haddad defende a formação de um polo progressista em torno de um projeto nacional

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Em sua primeira disputa, Haddad venceu José Serra na capital paulista. E tornou-se referência para a renovação do PT

da Rede Brasil Atual

‘É preciso um projeto que dialogue com os que sentirão os danos do golpe’

Haddad defende a formação de um polo progressista em torno de um projeto nacional. “Temos de adensar os setores democráticos da sociedade, e desafiar o desmonte do pacto Constitucional de 1988”

por Paulo Donizetti de Souza e Rodrigo Gomes
 
São Paulo – A partir deste janeiro, o cientista político Fernando Haddad se apresenta à Universidade de São Paulo para reassumir sua cadeira de professor. Mas já não é mais o mesmo depois de uma profunda imersão no mundo da política. Trabalhou na gestão da ex-petista Marta Suplicy (2001-2004) na prefeitura de São Paulo, na qual participou da elaboração de um Plano Diretor Estratégico, que seria depois abandonado pelos sucessores José Serra (PSDB) e Gilberto Kassab (então no DEM). Por isso, afirma ter tomado precauções para que o novo PDE, elaborado no meio de sua gestão na prefeitura e com diretrizes de planejamento até 1930, ficasse bem “amarrado” e difícil de ser desmontado. “Podem querer ajustar, mas desmontar será difícil.”
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