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Raquel Dodge

Raquel Dodge é distração articulada na suspensão do acordo de Cunha

Há sentido na responsabilização da futura procuradora-geral pelo fracasso do acordo de Eduardo Cunha, sendo este gesto proposital ou não, articulado com os donos do poder ou não?
 
 
Jornal GGN - Mesmo sem ter assumido ou tomado qualquer decisão no posto maior do Ministério Público Federal (MPF), membros da Operação Lava Jato responsabilizam a futura procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pelo fracasso da delação premiada do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e pela atual suspensão do acordo. E grandes jornais que os têm como fontes endossam o coro.
 
Eduardo Cunha estava negociando há quase dois meses o acordo de delação premiada com os procuradores da República da Lava Jato em Brasília. A força-tarefa acabou perdendo a paciência com o peemedebista, pelas informações "inconsistentes e omissas" que o político entregou.
 
O ex-parlamentar teria feito, até agora, acusações genéricas e entregado poucos documentos que sustentassem suas declarações. Diante disso, os investigadores decidiram suspender o acordo. A informação foi divulgada nesta terça-feira (15) pelo Valor.
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Força-tarefa fortalece estratégia de Temer para tentar se salvar

Procurador cobra "consequências" de visita de futura PGR à Temer e dá recado à Raquel Dodge por não interferência em Curitiba
 
 
Jornal GGN - Se a divulgação do encontro da futura procuradora-geral da República, Raquel Dodge, com Michel Temer fora da agenda oficial do presidente foi uma estratégia articulada pelo próprio mandatário para endossar a tese de que seu encontro com o empresário Joesley Batista é da natureza de suas funções, a imprensa e a própria equipe de procuradores da Lava Jato vêm fortalecendo a teoria.
 
Desta vez, um dos líderes da força-tarefa do Paraná, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, afirmou publicamente que a subprocuradora-geral da República que assumirá em setembro o posto de Rodrigo Janot deve ser cobrada pelas consequências da visita a Temer no Palácio do Jaburu, no dia 8 de agosto.
 
"Nós temos agora que avaliar as consequências dentro da política que o Ministério Público vai ter a partir da gestão dela", afirmou.
 
"É claro que ela tem que se explicar, ela deu uma explicação, ela que deve, então, ser cobrada das consequências desse ato. Infelizmente, não há como fugir da responsabilização das pessoas perante a sociedade", disse Carlos Fernando, completando: "Todo funcionário público é responsável pelos atos que têm".
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Após confusão, Raquel Dodge quer dissociar imagem à de Temer

 
Jornal GGN - A nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, nem assumiu e já vem sendo alvo de críticas da frente que apoia Rodrigo Janot, incluindo os procuradores da força-tarefa da Lava Jato e, consequentemente, a imprensa. Após se reunir com o presidente Michel Temer, no dia 8 de agosto, às 22h, Dodge agora tenta romper a imagem construída de que teria algum tipo de relação amigável com o peemedebista.
 
O encontro estava fora da agenda do mandatário. Entretanto, estava prevista na programação da atual subprocuradora-geral da República e teria sido solicitada por ela para acertar detalhes de sua posse à PGR. Entretanto, Michel Temer não incluiu o encontro na publicação diária de sua agenda oficial, levantando o tom de que a reunião poderia incluir temas de interesse do presidente da República, que hoje é alvo de inquéritos da Procuradoria-Geral, com base nas delações e provas da JBS.
 
A medida está sendo vista por alguns procuradores como uma armadilha criada pelo próprio peemedebista, que futuramente pode alegar que o encontro que teve com Joesley Batista, dono da JBS e autor das principais acusações contra o presidente, ocorreu nos mesmos parâmetros de diálogo com a própria futura procuradora-geral da República.
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Juízes e procuradores agem como "casta privilegiada", por Kennedy Alencar

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - "Receber acima do teto também é uma forma de corrupção", diz o jornalista Kennedy Alencar a procuradores e juízes que insistem em receber reajuste salarial acima de 16% em meio a uma crise econômica que elevou o desemprego no Brasil e acentuou a desigualdade social.
 
Em artigo publicado nesta sexta (11), Kennedy comenta a reação de entidades que defendem juízes e procuradores à decisão do Supremo Tribunal Federal, de não conceder o reajuste. O jornalista afirmou que é "inacreditável" que as categorias tenham usado um argumento tão esdrúxulo para justificar o sentimento de que estão sendo prejudicadas. Elas afirmaram que estão sofrendo retaliação por combaterem a corrupção com independência.
 
Na visão de Kennedy, o que juízes e procuradores fazem é criar o "patrimonialismo moral." "Essa elite, desde o colonialismo português, gosta de se apropriar de fatias do Estado em benefício próprio, vivendo como uma casta privilegiada em meio a uma enorme desigualdade social", disparou.
 
O jornalista ainda endossou que os procuradores e juízes deveriam contrariar a ilegalidade de receber acima do teto constitucional em vez de agirem como se o teto fosse um piso.
 
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A injusta avaliação de Raquel Dodge pelos irmãos Marinho, por Eugênio Aragão

A injusta avaliação de Raquel Dodge pelos irmãos Marinho

por Eugênio José Guilherme de Aragão

O site de O Globo sugeriu, na data de ontem, que a ida de Raquel Dodge, futura Procuradora-geral da República ao Palácio do Jaburu, fora da agenda de Michel Temer, teria algo de anti-republicano e que a chefe do parquet federal in spe teria sido feita ou se deixou ser feita de menina de recado, para sinalizar à classe política a reaproximação do MP com o executivo golpista. Houve até quem, como voz de oposição, de boa fé, na inocência da ignorância, exigisse que renunciasse antes mesmo de assumir o cargo.

Estamos diante de noticiário interesseiro e manipulador. Não me considero suspeito para falar sobre qualidades da Sra. Dodge, a quem conheço desde nossos estudos de graduação em Direito na Universidade de Brasília. Estivemos quase sempre em lados diferentes, para não dizer opostos, na carreira e antes dela. Não lhe nutro afeição e não faço parte de seu fã-clube. Nem quero fazer parte dele. Pelo contrário, tenho a percebido como pessoa excessivamente ambiciosa, a atropelar tudo e todos quando se trata de realizar seu projeto pessoal. Mas nisso, lamentavelmente, não difere do atual chefe do Ministério Público Federal, que foi desleal, enganou amigos e parceiros e descumpriu reiteradamente sua palavra para se fazer Procurador-geral e querido pela corporação, objetivo, este último, que não conseguiu realizar por completo. Esta, porém, é outra estória e não vem ao caso aqui.

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Temer espera que Dodge faça auditoria nas ações de Janot, por Kennedy Alencar

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O encontro com Raquel Dodge e Michel Temer às 22h de terça-feira (8) pode ter tido como uma das pautas uma eventual auditoria informal nas ações de Rodrigo Janot. Segundo Kennedy Alencar, o presidente espera que Dodge reveja as ações do antecessor, mas ainda não há previsão de como ela deve reagir no cargo. Nesta quarta, a procuradora disse que a agenda com o peemedebista tinha como objeto a posse na Procuradoria Geral da República.
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Janot contraria Raquel Dodge sobre aumento do salário dos procuradores

Foto: Agência Brasil
 
 
 
Jornal GGN - Prestes a sair do cargo, o procurador geral da República Rodrigo Janot contrariou sua sucessora, a procuradora Raquel Dodge, em relação ao reajuste salarial de 16,7% para a categoria, que vai custar cerca de R$ 116 milhões só em 2018.
 
Raquel esperava transferir para Janot a responsabilidade de indicar quais seriam os cortes necessários no orçamento do Ministério Público Federal para cobrir o aumento do salário dos procuradores. A solicitação foi feita por ela em um ofício, já que ela não compareceu à reunião no Conselho Superior do MPF que discutiu a questão, nesta terça (1).
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Eugênia Gonzaga: Dodge deve apoiar revisão da Lei da Anistia

 
Jornal GGN - Presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos da Presidência da República, a procuradora Eugênia Gonzaga defendeu, em entrevista à Folha, nesta terça (1º), que a nova comandante do Ministério Público Federal, Raquel Dodge, posicione-se a favor da revisão da Lei da Anistia diante do Supremo Tribunal Federal.
 
A Lei, de 1979, concedeu perdão para crimes cometidos por membros do Estado e militantes que lutavam contra o regime e, em 2010, o Supremo reafirmou sua validade. 
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Em Washington, Janot afirma que Lava Jato não tem partido

Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil

Jornal GGN – Rodrigo Janot, procurador-geral da República, disse ontem (19), em Washington, que a Lava Jato “não tem cor, a nossa investigação não tem partido, não tem alvo pré-definido”. Ele fez a declaração durante a palestra “Luta contra a corrupção na América Latina”, na Universidade George Mason.

Ele também defendeu o uso da colaboração premiada que, conforme afirmou, ajudou muito na investigação. “Sem isso, não teríamos chegado onde chegamos”, disse ele e comentou a dificuldade de cooperação entre os órgãos públicos quando do início da Lava Jato, o que hoje mudou, sendo que instituições colaboram mais e trocam informações.

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Senado aprova Raquel Dodge para comando da PGR

Foto EBC

Jornal GGN – A sabatina de Raquel Dodge, subprocuradora-geral da República, para que ocupe o lugar de Rodrigo Janot como Procuradora-geral, teve como resultado sua aprovação. Por 74 votos a 1, e uma abstenção, sua indicação feita pelo presidente Michel Temer foi confirmada. A aprovação de Dodge em plenário se deu após ter passado, por unanimidade, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Raquel Dodge assumirá em setembro, no lugar de Rodrigo Janot e carrega consigo o fato de ser a primeira mulher a comandar o Ministério Público Federal. A subprocuradora foi a segunda mais votada na eleição promovida pela ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República) e fazia parte da lista tríplice enviada a Temer.

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Ao vivo: Senado sabatina Raquel Dodge

Jornal GGN - A indicada pelo presidente Michel Temer para substituir Rodrigo Janot na Procuradoria-Geral da República, Raquel Dodge está sendo sabatinada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, nesta quarta-feira (12).
 
Neste momento, cada senador usa a palavra por 10 minutos para fazer perguntas e questionamentos à futura procuradora-geral, que tem o mesmo tempo limite para responder. Outros cinco minutos são concedidos para réplica e tréplica. 
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A gincana aloprada do MPF x PF, por Fernando J.

Por Fernando J.

Comentário referente ao post A procuradora Raquel Dodge e os aloprados da Polícia Federal, por Luís Nassif

A pirotecnia aloprada verificada notadamente nos últimos três anos, levam a concluir que tudo não passa de uma grande e alucinada gincana envolvendo o MPF X PF. A cada tarefa/desafios cumpridos, uma pontuação correspondente:

PF/PR - Eu tenho uma escuta ilegal nas celas! 50 pontos

PF/SP - grande coisa, nós levamos o Lula sob condução coercitiva, merecemos ao menos 1000 pontos.

PGR/Janot (arbitragem) - Perde 70% dos pontos, não levaram o Lula pra Curitiba

MP/SP - Mas nós que pedimos a prisão. (leva 80 pontos)

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A procuradora Raquel Dodge e os aloprados da Polícia Federal, por Luís Nassif

Um dos grandes dilemas dos modernos sistemas de controle do crime organizado, é a estrutura de comando, as maneiras de coordenar uma corrente que tem como elos principais o Judiciário, o Ministério Público Federal e a Polícia e na qual as relações hierárquicas não são suficientemente claras.

São conhecidos os arrufos periódicos entre MPF e PF acerca das atribuições de cada um. O MP questiona o monopólio da investigação pela PF que, por sua vez, rebela-se contra o controle externo da PF, a ser exercido pelo MP. É um conflito que se estende também aos MPs estaduais.

Trata-se de convivência complicada, cheia de resistências de lado a lado.

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Sabatina de Raquel Dodge é marcada para o dia 12

Foto ANPR

da Agência Brasil

Mariana Jungmann - Repórter da Agência Brasil

O senador Roberto Rocha (PSB-MA) considerou ontem (5), ao ler seu parecer na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que a procuradora da República Raquel Dodge está apta para o cargo de procuradora-geral da República.

Após a leitura do parecer, o presidente da comissão, senador Edison Lobão (PMDB-MA), concedeu vista coletiva e marcou a sabatina da procuradora para a próxima quarta-feira (12). No mesmo dia, logo após a sabatina, será votada a indicação. Aprovada, a previsão é que a nomeação siga para votação em plenário no mesmo dia, em regime de urgência.

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Procuradores da Lava Jato tentam chantagear Raquel Dodge

 
Jornal GGN - Por um resultado acirrado entre os 578 votos dos procuradores da República que garantiram a Raquel Dodge o segundo posto na lista tríplice e os 621 do sucessor de Rodrigo Janot, Nicolao Dino, os seguidores de Janot na Lava Jato, existente graças ao corporativismo estabelecido pelo então procurador-geral, ameaçam agora abondonar a força-tarefa com a nomeação de Dodge ao comando do Ministério Público Federal (MPF).
 
E o movimento foi liderado por Janot, segundo reportagem da revista Época. O procurador-geral estaria debelando o esvaziamento da Lava Jato, com o anúncio do presidente Michel Temer de nomear sua concorrência ao posto. Sendo verdade ou não, o texto assinado por Diego Escosteguy publiciza uma suposta indicação de que a nova procuradora da República seria contra as investigações da força-tarefa. 
 
Um dos gestos explícitos da publicação foi repetir o que os jornais venderam nas últimas semanas, de que a atual subprocuradora teria relações de proximidade com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, de Torquato Jardim, de peemedebistas como Renan Calheiros, José Sarney e Osmar Serraglio. E que, portanto, poderia blindar o avanço das apurações da Justiça.
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