9 de agosto de 2026

13 filmes que discutem racismo na educação

Consciência Negra. Dia em que se relembra a morte de Zumbi dos Palmares, líder de um quilombo, que lutou incessantemente pela libertação de escravos e por uma sociedade digna. Na perspectiva de discutir como ainda hoje o racismo está presente e como a luta do movimento negro permanece necessária na sociedade brasileira, o Centro de Referências escolheu 13 filmes que tratam da temática no ambiente escolar ou na educação de forma geral. São histórias presentes que nos auxiliam a desvendar a origem dos preconceitos e dar mais passos para que o país como um todo possa vencê-los.

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1. Escritores da Liberdade, Richard LaGravenese – EUA/ 2007/Comédia Dramática

https://www.youtube.com/watch?v=JhXMJlm852A height:480 align:center]

Uma nova professora chega a escola tentando mostrar aos estudantes que aquilo que trazem de casa os das ruas faz sentido também dentro da sala de aula. Problemáticas como racismo, desigualdade social e exclusão social dão o mote do filme. Baseado em fatos reais, o longa mostra como a professora Erin Grunwell transformou a relação de aprendizagem  em uma escola dividida por tribos. Escola marcada pela resistência dos estudantes em lidar com as diferenças, é por meio da professora que a discussão de cor/raça é trazida para as atividades, que incluem escrever sobre a história de vida de cada um.

2. Vista a minha pele, Joel Zito Araújo & Dandara – BRA/2004/ Comédia

https://www.youtube.com/watch?v=LWBodKwuHCM height:480 align:center]

 O vídeo ficcional-educativo traz em menos de 30 minutos uma paródia sobre como o racismo e o preconceito ainda são encontrados nas salas de aula do Brasil. Invertendo a ordem da história, o vídeo utiliza a ironia para trabalhar o assunto de forma educativa. Nele, negros aparecem como classe dominante e brancos como escravizados e a mídia só apresenta modelos negros como exemplo de beleza.

3. Cultura Negra – Resistência e identidade, Ricardo Malta – BRA/2009 /Documentário

https://www.youtube.com/watch?v=-X6XE2oJ5bs height:480 align:center]

O documentário, produzido pela da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) e do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP), organizações sociais que combatem a intolerância religiosa e buscam por maior visibilidade da cultura negra. Um dos objetivos do vídeo é contribuir com o debate entorno da Lei nº10639/03, que torna obrigatório a inclusão do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e inclusão, no calendário escolar, do dia 20 de novembro como “Dia da Consciência Negra”.

4. Olhos azuis, Jane Elliot- 1968/EUA/Documentário

https://www.youtube.com/watch?v=9lSXyg0dnfU height:480 align:center]

O documentário mostra como foi o trabalho desenvolvido pela educadora norte-americana Jane Elliot, que realizou atividades de conscientização tanto com crianças quanto com adultos brancos, em 1968. O vídeo mostra o processo de conscientização realizado durante as oficinas, no qual os brancos poderiam sentir a discriminação sofrida por negros.

5. Ao mestre com carinho, James Clavell, 1967/ EUA

https://www.youtube.com/watch?v=2U-nM8Tp78Q height:480 align:center]

Um engenheiro desempregado começa a lecionar em uma escola pública da periferia de Londres, formada por estudantes rebeldes e também racistas. Aos poucos, ganha a confiança, amizade e respeito dos alunos.

6. Mãos talentosas, Thomas Carter-2009/EUA/Drama

https://www.youtube.com/watch?v=8MnI1_kxGqo height:480 align:center]

O filme conta a história de um menino pobre do Detroit. Desmotivado por tirar baixas notas na escola, era motivo de bullying de forma frequente. Incentivado a estudar pela mãe, que voltou a estudar já adulta, Ben Carson torna-se diretor do Centro de Neurologia Pediátrica do Hospital Universitário Johns Hopkins aos 33 anos, em Baltimore, EUA.

7. Encontrando Forrester, Gus Van Sant – 2000/ EUA

https://www.youtube.com/watch?v=0Hd6CZG-Vos height:480 align:center

O filme trata sobre a história  de Jamal, um adolescente do Bronx que vai estudar em uma escola de elite de Manhattan (EUA).  Mas continua sofrendo discriminação e preconceito por conta de sua cor. Com a ida, conhece o talentoso escritor William Forrester , que percebe seu talento para a escrita e o incentiva a prosseguir nessa área.

8. Mentes Perigosas, John N. Smith -1995/EUA/ Drama

[video:https://www.youtube.com/watch?v=gA-5nLQCmW8 height:480 align:center

A professora Louanne Johnsonganhar dinheiro com artesanato entra em uma escola da periferia norte-americana e é hostilizada pelos alunos. Percebendo que seu método de ensino não está funcionando Louanne passa a se envolver mais com a diversidade cultural de seus estudantes e, assim, percebe melhor as dificuldades que passam.

9. Entre os muros da escola, Laurent Cantet – 2008/ França/ Drama

[video:https://www.youtube.com/watch?v=9EAdkrVbzjU height:480 align:center

François Marin  atua como professor de língua francesa em uma escola de ensino médio, na periferia de Paris, composta por estudantes de diversos países da África, do Oriente Médio e da Ásia. Ele e seus colegas docentes tentam buscar diversas ações para ensinar os estudantes, mas ainda assim encontram dificuldades, dada as condições socioeconômicas em volta da unidade escolar.

10. Separados mas iguais, George Stevens Jr – 1991/ EUA/ Drama

[video:https://www.youtube.com/watch?v=lwS-mjLkq3k height:480 align:center

Baseado em fatos reais, “Separados, mas iguais” narra a disputa entre pais de alunos negros  e juízes do Condado de Claredon, na Carolina do Sul, no início dos anos 50. Na época, as escolas separavam os alunos brancos, que claramente tinham acesso à educação de maior qualidade acesso à verba para manter a estrutura das escolas.Um diretor da escola , tem o pedido de um ônibus escolar negado, com o apoio do pai de um de seus alunos, entra com processo contra o estado, alegando a inconstitucionalidade do país ao promover escolas diferenciadas para negros e brancos.

11. Sarafina – o som da liberdade, Darrell Roodt – 1992/África do Sul/Musical

[video:https://www.youtube.com/watch?v=fZoPaj9QTzE height:480 align:center

Com Whoopi Goldberg no papel principal, o filme conta a história de uma professora sul-africana que não aceita ver seus estudantes se sentindo diminuídos. Em um processo educativo permanente, ela ensina seus alunos negros a lutarem por seus direitos e compreenderem a sociedade em que vivem, não esquecendo que podem diariamente transformá-la.

12. Preciosa, Lee Daniels – 2009/EUA/ Drama

[video:https://www.youtube.com/watch?v=AnrxEqzI81g height:480 align:center

O filme conta a trajetória de Claireece “Preciosa” Jones, uma garota negra que sofre diversas dificuldades. Quando criança, é abusada e violentada pelos pais. Cresce pobre e passa por uma série de discriminações por ser analfabeta e acima do peso. Após muita insistência pessoal e com a ajuda de uma educadora que muito acredita na sua possibilidade de mudança, Preciosa dá a volta por cima.

13. Alguém falou de racismo, Daniel Caetano – 2002/Brasil/Drama

[video:https://www.youtube.com/watch?v=-B8thUIH20s height:480 align:center

O filme mistura trechos documentais e ficcionais para contar a história de um professor que decide provocar seus alunos a pensarem sobre o preconceito racial e a construção da sociedade brasileira que sistematicamente segregou negros e brancos.

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Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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  1. Alexandre Weber - Santos -SP

    21 de novembro de 2013 7:09 pm

    A barreira da língua sendo quebrada

    Study finds potential key to learning a new language
    November 20th, 2013 in Psychology & Psychiatry

    A new study by University of Houston (UH) researchers may lead to dramatic changes in the way language is taught and learned – especially a second language. These findings are important because statistics show 60 percent of the children in the Houston Independent School District are non-native English speakers, a category on the rise across the United States.

    Arturo Hernandez, director of the developmental graduate program in psychology at UH, used neuroimaging methods, as well as behavior techniques, to investigate language acquisition in the bilingual brain, mapping how the bilingual brain processes language acquisition and observing how it changes over time.

    “There is a lot of interest in the brain and interest in bilingualism, but few people put those two together,” Hernandez said. “People used to think of the mind as separate from the brain. Now, they understand that what happens in the mind is the product of what the brain does.”

    Hernandez, who also serves as director of the Laboratory for the Neural Bases of Bilingualism at UH and is the author of a new book, “The Bilingual Brain,” said recent research explores whether bilinguals have more plasticity and adaptability because they have learned two sounds systems and can learn vocabulary words better than monolinguals. He wondered whether could they learn a third sound system better.

    To find out, a UH post-doctoral researcher Pilar Archila-Suerte teamed up with Hernandez and Ferenc Bunta, assistant professor in communication sciences & disorders who specializes in bilingual phonological acquisition. The research team selected Hungarian sounds the participants had never heard before, and that neither resembled Spanish nor sounded like English, to establish a level playing field for monolinguals and bilinguals.

    The researchers found that half the bilinguals and monolinguals could learn the sounds and half the bilinguals and monolinguals could not. When the researchers looked at the “good perceivers” (those people who could learn the sound the first time they heard it), they discovered that they used speech areas of the brain to process sounds. And, those who were “bad receivers” did not. This suggested that “good perceivers” are better at perceiving speech, even speech they’ve never heard before.

    “In our study, we found people that seem to be intuitive about the sounds, independently of how many languages they speak,” Hernandez said. “That could serve as a predictor of whether someone could learn another language more easily or not. That was an eye opener for me because I feel like now we are starting to find different factors that predict the ability to learn different things. Now, the question is how we put this together.”

    Hernandez said the long-term goal is an educational outcome that would help change the way to teach language to people, specifically a second language.

    “I would hope the results of this research would allow us to dramatically change the time at which we introduce a second language and the method that we use, such as a stronger emphasis on learning the sounds of a language rather than learning vocabulary and memorizing it for a test.”

    Provided by University of Houston

    “Study finds potential key to learning a new language.” November 20th, 2013. http://medicalxpress.com/news/2013-11-potential-key-language.html

  2. Mauro Segundo 2

    21 de novembro de 2013 9:44 pm

    O melhor filme para entender

    O melhor filme para entender racismo, na minha opinião é o “White mans’s burder”, com John Travolta, lançado no Brasil com o nome ” a cor da fúria”.

    É um mundo “invertido”, os negros são ricos e chiques,  a elite; os brancos, os proletários que sofrem discriminação, moram em guetos e são a base da pirâmide.

    Assisti há muuito teempo mas não me esqueço de umas cenas:

    O filho do travolta querendo um brinquedo de super-herói, ele é Branco, e a maioria (ou todos, não me lembro) dos brinquedos  são de super-heróis negros. O garoto quer o negro, porque tudo que passa na TV refere-se a super heróis negros, enquanto travolta tenta convencê-lo a levar outro.

    Um jantar ” beneficente” em que estão todos os negros chiques e há um desfile de crianças brancas pobres ( os que se “beneficiariam” do jantar).

    Os telejornais, com apresentadores todos negros.

    É uma porrada na cara, uma obra de arte…é como veríamos o mundo se realmente fosse o contrário.

    Recomendo muito. Comprem o DVD, se não acharem, baixem e assistam.

    Impressionante como foi quase ignorado. 

     

  3. Makulele

    22 de novembro de 2013 4:53 am

    Os antissemitas do blog,

    Os antissemitas do blog, existe aos borbulhoes, em especial o tal de Paulo Henrique, devem odiar o filme 1 da lista, Escritores da Liberdade, cujo mote agregador e’ o “Diario de Anne Frank”. Inclusive no final do filme os garotos do Colegio trazem a senhorinha  alema que escondeu e abrigou a familia Frank, ate serem capturados, para uma palestra emocionante.

     

     

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