
Jornal GGN – A notícia de que parlamentares pretendem “afrouxar” o projeto de 10 Medidas Contra a Corrupção preocupou integrantes do Ministério Público Federal (MPF) e da força-tarefa da Operação Lava Jato. Em resposta, o relator do pacote, Onys Lorenzoni (DEM-RS) amenizou as suspeitas, afirmando que irá defender a criminalização do caixa dois, “nos termo da Procuradoria”.
Parlamentares da Comissão Especial, que até agora defendiam o andamento do pacote, sentiram que os impactos das 10 Medidas pode prejudicar financiamentos de campanhas e decidiram que tentarão promover mudanças em, pelo menos, quatro pontos centrais do projeto.
Publicamente, por outro lado, a intenção é de manter o discurso de confiança dos políticos, com uma movimentação oposta nos bastidores. A informação foi divulgada pelo Estado de S. Paulo, que acompanhou um alerta vermelho nos procuradores da Lava Jato.
Não à toa, o relator do DEM adiantou-se em defender a criminalização de caixa dois no projeto, conforme a proposta dos procuradores, assim como acabar com a prescrição de crimes de corrupção, informou o Painel.
Junto com o MPF, a equipe de Sérgio Moro apoia-se no clamor da população, causado pelas fases a Lava Jato, e no trabalho da imprensa para pressionar o Congresso, admitiu em reportagem o próprio Estadão.
Mas o jornal foi além: adiantou que “não está descartado, em caso de mudanças que desfigurem as medidas, uma posição mais incisiva da Lava Jato e do Ministério Público Federal”.
Autores do projeto, a manifestação e interferência do MPF e de setores da Justiça no andamento do projeto será mais presente, indica a imprensa. “Estamos, sim, atentos para que possíveis modificações não extravasem o espirito e a finalidade das leis propostas”, disse o procurador Diogo Castor de Mattos, um dos integrantes da força-tarefa.
Pinheiro
16 de agosto de 2016 9:19 pmEssas “10 medidas” não são do
Essas “10 medidas” não são do MPF. É cópia fiel do Direito Americano repassada a Moro. Alguém tem dúvida?
robertopivante
17 de agosto de 2016 3:56 amolha o moro
olha o moro falando
https://www.youtube.com/watch?v=fd3XSJrlcQc
André Oliveira
16 de agosto de 2016 9:30 pmA função do congresso é essa
A função do congresso é essa mesmo. Alterar proposta de lei faz parte das funcoes parlamentares. O que a República de Curitiba quis dizer com posição mais incisiva. Vao dar um golpe explícito e eliminar o congresso, criando sua versão de democracia só com mpf.
Vagalume do Brejo
16 de agosto de 2016 9:50 pmUè?
Vocês continuam lendo o
Uè?
Vocês continuam lendo o estadinho. Tanto faz como tanto fez, eles querem é lucrar.
Eles estão de olho e vão fazer o que?
Bando de playboy.
JB Costa
16 de agosto de 2016 10:55 pmGoste-se ou não, o Poder
Goste-se ou não, o Poder Legislativo é a única instância responsável pela aprovação de Leis. Propostas são só isso: propostas. Se de iniciativa popular ou de qualquer outro agente previsto na CF, isso é de menos; não subtrai do Congresso a última palavra.
Se os rapazes do MP querem fazer valer sua visões, que então trabalhem! Gestionem junto aos parlamentares para convencê-los da justeza do arrolado no ante-projeto.
Ainda somos a República Federativa do Brasil, e não a República da Lava a Jato, de Curiitiba, do Ministério Público, ou do que diabo for.
Pedro Carlos Penido Veloso dos Anjos
16 de agosto de 2016 11:11 pmABAIXO DA CINTURA
Quer dizer que o Aloysio bate na própria mulher?
Alguém já pensou em DELAÇÃO ESPONTÂNEA?
Quem vai fechar os arquivos?
rl
17 de agosto de 2016 11:23 amEmenda
Algum parlamentar honesto poderia apresentar uma emenda ao projeto, classificando como crime de corrupção o uso de cargo público – e dinheiro público – para a obtenção de objetivos pessoais, políticos ou não. Não incluiria entre as penas o fuzilamento, porque sou contra o derramamento de sangue. Mas pensaria em enforcar certos justiceiros que, na verdade, não passam de quadrilheiros.