5 de junho de 2026

Indicação de Moro ao Supremo deve enfrentar resistência no Congresso

Parlamentares se movimentam para colocar em discussão a PEC da Bengala, que altera a idade de aposentadoria de ministros do STF. Se aprovada, não haverá vaga aberta para Moro no mandato de Bolsonaro
Foto: Agência Câmara

Jornal GGN – A nomeação de Sergio Moro para uma vaga no Supremo Tribunal Federal deve enfrentar a resistência do Congresso. Segundo informações do Painel da Folha de S. Paulo desta segunda (13), atuais ministros da Corte já ficaram sabendo de movimentação da Câmara aprova a chamada PEC da Bengala, que adia a aposentadoria dos magistrados dos 75 para os 80 anos.

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Se essa PEC for aprovada, não haverá vaga no STF disponível para Moro durante o mandato de Jair Bolsonaro. Pelas regras atuais, o decano Celso de Mello se aposenta em 2020, e Marco Aurélio Mello, em 2021.

“A medida está sendo rascunhada por caciques do Congresso há algumas semanas. A fala do presidente [Bolsonaro prometeu colocar à disposição de Moro a “primeira vaga” que abrir] em entrevista ao programa do jornalista Milton Neves, da rádio Bandeirantes, neste domingo, tende a dar gás ao movimento”, assinalou Painel.

Mesmo que a PEC não tenha andamento, a indicação de Moro também depende de aprovação do Senado, onde o ex-juiz da Lava Jato terá de passar por uma sabatina.

Leia mais: A barganha em que Bolsonaro prometeu o mesmo cargo no STF a Moro e Gebran

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6 Comentários
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  1. RESISTÊNCIA DIGITAL CONTRA A OPRESSÃO

    13 de maio de 2019 2:05 pm

    Que o congresso se una pra que esse ex-juiz injusto nunca mais ocupe uma vaga de juiz na vida, ele já demonstrou sua parcialidade em julgar e condenar. MORO NUNCA MAIS

  2. Cézar

    13 de maio de 2019 2:21 pm

    SUPRÊMIO BOZOMORISMO
    Dentre as Escolas do Direito há o positivismo, egologismo e aqui Bozo acaba de criar o BOZOMORISMO.
    BOZOMORISMO é o Toma Lá Dá Cá desta pindorama desvairada, que consiste em presidência da republica pra cá e Suprêmio pra lá em 2020 (republica com p minúsculo mesmo).
    Na pratica fica combinado: prende o Lula para tirá-lo do páreo, que depois te recompenso com uma vaga no Suprêmio.
    O Suprêmio consegue superar-se todos os dias, pous já foi Suprimo por ameaça de general em julgamento específico e durante um bom período foi tutelado pir um general na direção da presidência do Suprimido.
    O Suprêmio está em todas, inclusive no golpe de 2016 como profetizava o ínclito Romero Jucá: ccom supremo contudo”
    Viva paneleiros/boçalnalistas

  3. José Ribeiro Jr

    13 de maio de 2019 3:34 pm

    Esse desqualificado, quando deixou a Justiça Federal, não lamentou a carreira nobre que estava deixando, mas o “ótimo salário” e a garantia de uma “confortável aposentadoria”. Por aí se vê o quadro de valores desse sujeito. Se os senadores não rejeitarem uma eventual indicação do “juiz conje” para o STF, depois de constatarem o ódio que o justiceiro têm da classe política (e a proteção que dá aos corruptos do rosto colado, como Aécio Neves), se não rejeitarem a indicação, bem merecem se ferrar mesmo!! Que Sergio Moro seja o primeiro indicado a vaga em corte superior a levar um pé na bunda do Congresso.

  4. Lúcio Vieira

    13 de maio de 2019 3:52 pm

    Só vai ter vaga no STF em 2020, caso não aconteça algum incidente ainda este (milici)ano.

  5. Fabio Cesar

    13 de maio de 2019 9:26 pm

    Tomara que a resistência vença a barganha.

  6. Lot B. DE sena

    17 de maio de 2019 8:31 am

    Os senadoreseus devem fazer um projeto de leu para só ser ministro do STF. ATRAVÉS DE CONCURSO PÚBLICO. DESSA FORMA SÓ ENTRA FERA

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