4 de junho de 2026

Provocações no Mar da China, por Gustavo Gollo

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Provocações no Mar da China, por Gustavo Gollo

Duas fragatas chinesas afastaram um contratorpedeiro americano que arriscava iniciar uma provocação FONOP próxima a uma ilha chinesa no Mar da China, foi a primeira provocação desse tipo realizada contra os chineses pelo atual governo americano. Provocações FONOPs costumam ser executadas corriqueiramente pelos americanos por todo o mundo, incluindo o Brasil. A novidade é que os chineses, agora, tornaram-se capazes de confrontar a armada americana, passando a exigir respeito à soberania de seu país.

Dias atrás os americanos anunciaram o envio de mais um porta-aviões ao Mar da China com a supostao finalidade de aumentar as pressões sobre a Coreia do Norte, tal reforço fortalecerá a presença americana naqueles confins, ajudando também a ampliar as provocações aos chineses. A ação tem o propósito de manter a tensão, colocar lenha na fogueira e reavivar questões quase encerradas sobre questões territoriais envolvendo a China e diversos países componentes do ASEAN, que anunciaram recentemente a consecução do esboço de um documento que selará um acordo definindo e pacificando as fronteiras territoriais na região.

Convém ficarmos atentos e denunciar esse tipo de ação com propósitos claramente afrontosos que podem acabar resultando em uma guerra mundial.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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  1. Gilmar Francisco

    25 de maio de 2017 2:25 pm

    A Rota da Seda III Milênio

    Gustavo, você deve ter visto a China lanças recentemente o plano em escala mundial de transporte, com obras monumentais de estrutura rodoviária, ferroviária e portuária não só na China, como em vários países na África, àsia e América, com efeitos na Europa. Quando tal mega sistema mundial de transporte estiver cocluído, os produtos chineses terão aceso em escala inimaginável e rápida em toda parte. E a China tomará dso estaduninses o protagonismo mundial.

    Há algum movimentação ou sinal de qeu o Imperio estadunidense pretende fazer algo a respeito desta mega plano, talvez sabotá-lo?

  2. emerson57

    25 de maio de 2017 2:42 pm

    FONOP

    O Governo do Brasil NÃO mais está sujeito à provocações FONOP.

    Esse goverrno sob a doutrina emanada do outróra sábio da Republica, Dom fegacê (futuro vice de ÇERRA45 na eleição de 2038),

    hoje entrega a própria cama para o repouso de visita tão ilustre.  

  3. Renato Lazzari

    25 de maio de 2017 3:13 pm

    EUA, tocando terror no mundo

    EUA, tocando terror no mundo para vender promessa de paz há 240 anos…

    Essa maníaca dependência do capital na prática, aplicado, de manter a turma sob estresse beira o vício, hein? “Nenhuma lei vale para quem usa a pólvora. Ou a fissão nuclear.”

    A propósito, a pólvora foi inventada na China, é isso? Pois é, a questão não é ter, é usar inconsequentemente.

  4. zepelim

    25 de maio de 2017 3:36 pm

    GUSTAVOP GOLLOP

    Seu GUSTAVOP GOLLOP, o que é FONOP ?

    1. Calebe

      25 de maio de 2017 4:14 pm

      FONOP = Freedom of Navigation

      FONOP = Freedom of Navigation Operation

  5. aureliojunior50

    26 de maio de 2017 4:07 am

    Aconteceu o que ? Nada

         O USS Dewey trafegou por um estreito no limite de 12 milhas nauticas ( até 23 Km da linha de maré baixa ), com referencia aos parceis das Sprately , portanto pela Convenção dos Estreitos na qual esta distancia não é reconhecida como “mar territorial”, aplicavel somente em mares abertos, as fragatas chinesas cumpriram exatamente o que preconiza-se nestas ocorrencias, ou seja : 

          O DDG USS Dewey trafegou emitindo seu AIS ( identitficação por transponder , o “call sign ” ), e as fragatas o interrogaram por radio ( frequencia aberta ) por 3 vezes neste trafego, respondendo sobre rumo/rota, até ela sair da zona contigua para o oceano adjacente, ou seja nada ocorreu, a não ser nas cabecinhas pequenas de jornalistas, analistas e politiqueiros, que adoram imaginar cenários, como o corrido semana passada, aliás muito mais interessante, quando um elemento ( dois caças ) de SU-30 MKK, evoluiram e “asaram”*, na mesma região, sobre um WC-135 Constant Phoenix operando pela USAF, a menos de 100 pés de distanciamento.

           * “asar um intruso” :  Trata-se de aproximar em alta velocidade um caça de uma aeronave “grande” ( uma de recon por exemplo ), dizendo a ela : “estou aqui “, no normal aproximando-se de baixo pela esquerda, cortando a progressão do “alvo”, e ficando após esta “asada”, acima dela a estibordo ( vem por bombordo, passa por cima e mantem-se a direita ) e com seu ala aproximando-se por trás, mas abaixo ( os caças com radar em modo de busca, sem pulsos ) , tipo assim que após estas “demonstrações”, o elemento fica  de escolta próxima, até o intruso sair da area.

            Com navios se faz algo semelhante, primeiramente com a encheção de saco por radio aberto, mas interrogando os sistemas do “intruso” em modos passivos ( é normal fazer isto ), e o intruso no normal respondera ao radio, e ficara “apagado” eletronicamente ,só com o radar em frequencia de navegação, mostrando que não é ameaça.

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