5 de junho de 2026

Alckmin é indiciado na Lava Jato Eleitoral por corrupção e lavagem

O Ministério Público de São Paulo decidirá, agora, se apresentará denúncia contra os indiciados, pedir novas diligências ou o arquivamento do caso
Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) foi indiciado nesta quinta (16), pela Polícia Federal, sob suspeita da prática dos crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro. A investigação é no bojo da chamada Lava Jato Eleitoral. Também foram indiciados o ex-tesoureiro do PSDB Marcos Monteiro e o ex-assessor de Alckmin, Sebastião Eduardo Alves de Castro.

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O Ministério Público de São Paulo decidirá, agora, se apresentará denúncia contra os indiciados, pedir novas diligências ou o arquivamento do caso.

O indiciamento foi baseado em delações da Odebrecht, além de análises periciais no sistema de informática da empreiteira, extratos telefônicos, conversas do Skype, documentos, ligações telefônicas e e outras delações, diz a Folha de S. Paulo.

A investigação contra Alckmin foi enviada para a Justiça Eleitoral em abril de 2018, pela ministra do Superior Tribunal de Justiça, Nancy Andrighi.

A apuração começou em novembro de 2017, a pedido da Procuradoria-Geral da República, por causa das delações da Odebrecht. Alckmin foi acusado de ter acertado o repasse de mais de R$ 10 milhões para suas campanhas, por meio de caixa 2, em 2010 e 2014.

O tucano era investigado no STJ enquanto era governador. Ao ser derrotado na disputa presidencial de 2018, perdeu o foro especial.

Alckmin disse à CNN Brasil que não foi ouvido na ação, mas irá prestar contas. Ele antecipou que todas as suas campanha se deram “rigorosamente dentro da lei”.

O presidente do diretório do PSDB em São Paulo, Marco Vinholi, disse em nota que “tem absoluta confiança na idoneidade do ex-governador Geraldo Alckmin”.

Leia também:

O caminho da suposta propina da Odebrecht até a offshore de Verônica Serra

Com informações da Folha de S. Paulo

 

 

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8 Comentários
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  1. Lúcio Vieira

    16 de julho de 2020 6:51 pm

    O PSDB tem muitos protetores, seja na “jusissa” engavetadora ou na imprensa omissa e parceira. Mas santo mesmo, não tem um.

  2. fel

    16 de julho de 2020 7:18 pm

    tropa de desgraçados. Depois que a tucanada tá toda morta, eles vem tentar demonstrar isençaõ. Queria ver fazer isso a uns três, quatro anos atrás quando o tucaníssomo moro estava arrebentando com o Pt.

  3. jcordeiro

    16 de julho de 2020 7:51 pm

    Nassif: essa direita corrupta e safada (inclusive e especialmente no Judiciário), agora que os crimes estão prescritos, vão denunciar os feitos, só para se vangloriarem que foram mais espertos que os Kummunistas, pois roubaram à vontade mas seus sócios e parceiros (na Elite e nos VerdeSauvas) seguraram as pontas até o caso só dar publicidade na grandemídia (e só), nunca jamais uma caninha sequer. Só PauloMoreninho (preto ali, nem café) pagou o pato. A História (que é o grau normal dos acontecimentos) vai registrar. Mas, é dai? Estão se lixando pra História. Só interessa dindim nas Cahimãs, palacete em Paris, títulos no TriânguloDasBermudas, verbas em Barcelona. Lembra um deles que pegou uma montanha de dólares pra despoluir o Tietê? É dai prá frente. E olhe que nem falei das façanhas do PlayBoyDasAlterosas e do CarcamanoDaMoóca (e seu ProfetaMaldito, pegando verbas pro Céu). E Aluisin5mi, por onde anda? Alguns bagrinhos serão punidos. Aqui e ali um comparsa que caiu em desgraça com o bando vai pro xelindró, com alarde da grandemídia. Porém, a reserva humana dessas escórias é desmedida. Outros virão, pra ocupar o “glorioso” lugar. E o governo dos milicos estará sempre de braços abertos para colegas de trabalho…

  4. Não é o cidadão de Masschutsetz

    16 de julho de 2020 8:48 pm

    É daquela lista que o Não Vem ao Caso não ia investigar?
    Seja ela ou não, bem, recordar é viver (ou quase).
    Se for, está bem aqui https://limpinhoecheiroso.com/2016/03/27/nao-vem-ao-caso-sergio-moro-nao-vai-investigar-o-listao-da-odebrecht/.
    E a lista, dividida em pdf, é link para o caríssimo GGN.

  5. Renato Lazzari

    16 de julho de 2020 9:23 pm

    Crime eleitoral?! Ora, que tal procurarem suborno, corrupção, destruição de documento público, mal-versação de dinheiro público, obras (alô, Paulo Preto! Alê, José Serra!), Sabesp, Fundação Pe. Anchieta, Metrô…

    Crime eleitoral, oras…

  6. Edson J

    17 de julho de 2020 8:34 am

    Assim como o de Serra, bem atrasado, este é outro caso só para constar. Ao longo do caminho do processo, os encarregados de dar-lhe andamento farão de tudo para chegar à bendita prescrição. Como parece que já houve com Aécio. Com FHC, então, nem se fala. Esse jamais pode ser constrangido.

  7. Vladimir

    17 de julho de 2020 9:09 am

    Ele deve estar morrendo de medo. Agora é o ministério público de São Paulo que irá decidir se dará prosseguimento ou arquivará a denúncia.
    Ganha um doce quem advinhar a decisão.

  8. peregrino

    17 de julho de 2020 4:17 pm

    Apenas um incômodo passageiro depois de uma troca de emoções intensas entre corruptos…
    mais poderosos e protegidos do que tucanos, só banqueiros

    E já fizeram tantas, a ponto de não ser preciso responde por nenhuma, que já cheguei a conclusão de que tucanos não são de carne e osso. De qualquer lei, são o espírito comprado ou roubado

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