Jornal GGN – O número de microempresas e dos chamados MEI (microempreendedores individuais) disparou por conta da pandemia do coronavírus, puxado pela necessidade: a maioria dos empreendedores buscou novas alternativas para lidar com o desemprego ou aumentar a renda.
De acordo com o Mapa de Empresas divulgado pelo Ministério da Economia, o país contabilizou 782,6 mil novas empresas apenas no segundo quadrimestre deste ano, resultado da abertura de 1,114 milhão de CNPJs e de baixas de 331,5 mil.
O total de aberturas (MEI em grande parte) é considerado o maior para o período desde 2010, e ficou 2% acima do visto no ano passado, enquanto o encerramento de atividades é o menor em quatro anos, chegando a cair 17% ante o mesmo período de 2019. Tudo indica que tal movimento deve seguir em alta, principalmente devido ao fim ou redução do pagamento do auxílio emergencial pelo governo federal. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.
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