quem se rendeu à sólida manhã?
perdeu-se pela carne e pelo rito
todo que viu a luz ser habitante
da sua pele escassa e já dormida.
perdeu-se pelo olho, pelo trato
perdeu-se pela mão e pelo fôlego
quem só ardeu no escuro da cidade.
quantos vilões me habitam se sou podre
e a equação que faço é desalento?
romério rômulo

Mário Mendonça
17 de maio de 2017 11:23 amPrezado Romério
Bom
Prezado Romério
Bom dia
“somos o que somos” !!!
Abração
Schell
17 de maio de 2017 12:10 pmPoeta Romério Rômulo, sempre
Poeta Romério Rômulo, sempre perfeito em palavras. Admiro sua capacidade de tanto dizer ante o limite quantitativo a que se impõe pela qualidade concretizada. Abraço, Poeta.