4 de junho de 2026

Viva a Legião Urbana!

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

https://www.youtube.com/watch?v=LJ6ELW8mde4]

[video:https://www.youtube.com/watch?v=IP3NU5iy3M8

Luciano Hortencio

Música e literatura fazem parte do meu dia a dia.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

47 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. AnnaDutra

    2 de agosto de 2015 11:17 am

    Danado!
    Amigo Luciano,
    Você é danado! Postou antes …
    Adoro Legião!
    ☆☆☆☆☆

    Esta é linda também!

    [video:https://youtu.be/nM_gEzvhsM0%5D

  2. Odonir Oliveira

    2 de agosto de 2015 11:19 am

    E que os cavaleiros andantes viessem com seus cavalos , em

    capa e espada, e salvassem todas as mocinhas dos castelos assombrados por terríveis ou doces fantasmas !

    MONTE CASTELO

     

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=U7p4QbqCmhc%5D

     

    Amor é fogo que arde sem se ver;
    É ferida que dói, e não se sente;
    É um contentamento descontente;
    É dor que desatina sem doer.

    É um não querer mais que bem querer;
    É um andar solitário entre a gente;
    É nunca contentar-se de contente;
    É um cuidar que se ganha em se perder.

    É querer estar preso por vontade;
    É servir a quem vence, o vencedor;
    É ter com quem nos mata, lealdade.

    Mas como causar pode seu favor
    Nos corações humanos amizade,
    Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

    Luís de Camões

    1. Odonir Oliveira

      2 de agosto de 2015 5:59 pm

      Dado Villa Lobos

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=hOKHkXAIVA0%5D

  3. lucianohortencio

    2 de agosto de 2015 11:27 am

    Saudade das cadeiras na calçada

    Bom domingo, amiga Odonir!

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=sp2nkNNAc4I%5D

  4. jns

    2 de agosto de 2015 12:41 pm

    Capital Inicial

    [video:https://youtu.be/9-n-lJcbI_c width:600]

  5. jns

    2 de agosto de 2015 12:54 pm

    Que país é este?

    …………………………É A PORRA DO BRASIL!

    [video:https://youtu.be/admQ7OwOCfw width:600]

    1. lucianohortencio

      2 de agosto de 2015 2:47 pm

      Dom JNS!!!

      Tem um lugar diferente…

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=kiziOLs__b0%5D

  6. Anna Dutra

    2 de agosto de 2015 1:10 pm

    Esta também é ótima …

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=ZBZ2rJuB0RU%5D

     

  7. jns

    2 de agosto de 2015 1:13 pm

    Sagarana

    Quando vim, nessa viagem, ficar uns tempos na fazenda do meu tio Emilio, não era a primeira vez. Já sabia que das moitas de beira de estrada (…)

    Cavalgamos. Subimos. Subir mais. Agora, um lançante contínuo, serra avante em lombo longo, escalando o espigão. E, pronto, o mundo ficou ainda mais claro: a subida tinha terminado, e estávamos em notáveis altitudes.

    Estalava em redor de nós uma brisa fria, sem direção e muito barulhenta, mas que era uma delícia deixar vir aos pulmões.

    E a vista se dilatara: léguas e léguas batidas, de todos os lado colinas redondas, circinadas, contornadas por fitas de caminho e serpentinas de trilhas de gado; convales tufados de mato musgoso; cotilédones de outeiros verde-crisoberilo; casas de arraiais igrejinhas branquejando; desbarrancados vermelhos; restingas de córregos; píncaros azuis, marcando no horizonte uma rosa-dos-ventos, e mais pedreiras, tabuleiros, canhões, canhadas, tremembés e itambés, chãs e rechãs.

    Ali, até uma criança, só de olhar ficava sabendo que a Terra é redonda. E eu, que gosto de entusiasmar-me, proclamei:

    — Minas Gerais… Minas principia de dentro para fora e do céu para o chão…

    Santana ouviu, e corrigiu:

    — Por que você não diz: o Brasil?

    E era mesmo. Concordei.

    GUIMARÃES ROSA

    1. Odonir Oliveira

      2 de agosto de 2015 2:49 pm

      Sagarana II (o duelo… ou não)

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=pMGaIQiB4wg%5D

       

       

      A ver, no em-sido                                                                                                                                           Pelos campos-claro: estórias

      Se deu passado esse caso
      Vivência é memória
      Nos Gerais
      A honra é-que-é-que se apraz
      Cada quão
      Sabia sua distinção
      Vai que foi sobre
      Esse era-uma-vez, ‘sas passagens
      Em beira-riacho
      Morava o casal: personagens
      Personagens, personagens
      A mulher
      Tinha o morenês que se quer
      Verdeolhar
      Dos verdes do verde invejar
      Dentro lá deles
      Diz-que existia outro gerais
      Quem o qual, dono seu
      Esse era erroso, no à-ponto-de ser feliz demais
      Ao que a vida, no bem e no mal dividida
      Um dia ela dá o que faltou… ô, ô, ô…
      É buriti, buritizais
      É o batuque corrido dos gerais
      O que aprendi, o que aprenderás
      Que nas veredas por em-redor sagarana
      Uma coisa e o alto bom-buriti
      Outra coisa é o buritirana…
      A pois que houve
      No tempo das luas bonitas
      Um moço êveio:
      – Viola enfeitada de fitas
      Vinha atrás
      De uns dias para descanso e paz
      Galardão:
      – Mississo-redó: Falanfão
      No-que: “-se abanque…”
      Que ele deu nos óio o verdêjo
      Foi se afogando
      Pensou que foi mar, foi desejo…
      Era ardor
      Doidava de verde o verdor
      E o rapaz quis logo querer os gerais
      E a dona deles:
      “-Que sim”, que ela disse verdeal
      Quem o qual, dono seu
      Vendo as olhâncias, no avôo virou bicho-animal:
      Cresceu nas facas:
      O moço ficou sem ser macho
      E a moça ser verde ficou… ô, ô, ô…
      É buriti, buritizais
      É o batuque corrido dos gerais
      O que aprendi, o que aprenderás
      Que nas veredas por em-redor sagarana
      Uma coisa e o alto bom-buriti
      Outra coisa é o buritirana…
      Quem quiser que cante outra
      Mas à-moda dos gerais
      Buriti: rei das veredas
      Guimarães: buritizais!

    2. lucianohortencio

      2 de agosto de 2015 3:01 pm

      Guimarães Rosa

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=MofSwfzq8YA%5D

      O galo cantou na serra

      Da meia noite pro dia

      O touro berrou na vargem

      No meio da vacaria

      Coração, se amanheceu

      De saudade que doía

       As Lages vale um conto

      Cordisburgo um e cem

      Mas Curvelo não tem preço

      Por que lá mora meu bem

      As ruas de Curvelo

      São todas feitas de chão

      Quando passa um automóvel

      Alevanta um poeirão

      A poeira de Curvelo

      Não faz mal pra ninguém, não

      Do pulmão, lá ninguém morre

      O que mata é o coração

      Quero poeira de Curvelo

      Com lama

      Pirapora Aqui é que mais num fico

      Amanhã eu vou-me embora

      Minha gente vou-me embora

      Mineiro tá me chamando

      Mineiro tem esse jeito:

      Chama a gente vai andando

      1. jns

        2 de agosto de 2015 4:27 pm

        Parafraseando o erudismo Rosa

                          “O Curvelo vale um conto,   

                            Cordisburgo um conto e cem.       

                            Mas Ipatinga não têm preço,       

                            Porque lá mora o meu bem…”

                           

                            DIANINIE NUNES, DE IPATINGA, É A MISS BRASIL LATINA 2015

  8. jns

    2 de agosto de 2015 1:15 pm

    o ã mago do ô mega

    Ocupação Haroldo de Campos

    [video:https://youtu.be/lI15oVs2NCs width:600]

  9. Anna Dutra

    2 de agosto de 2015 1:28 pm

    Épica!

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=5_5-qSa_2iM%5D

    Canal Youtube Luciano Hortêncio

     

     

    1. lucianohortencio

      2 de agosto de 2015 1:32 pm

      Épica!

      Não tinha medo o tal João de Santo Cristo

      Era o que todos diziam quando ele se perdeu

      Deixou pra trás todo o marasmo da fazenda

      Só pra sentir no seu sangue o ódio que Jesus lhe deu

      Quando criança só pensava em ser bandido

      Ainda mais quando com um tiro de soldado o pai morreu

      Era o terror da sertania onde morava

      E na escola até o professor com ele aprendeu

      Ia pra igreja só prá roubar o dinheiro

      Que as velhinhas colocavam na caixinha do altar

      Sentia mesmo que era mesmo diferente

      Sentia que aquilo ali não era o seu lugar

      Ele queria sair para ver o mar

      E as coisas que ele via na televisão

      Juntou dinheiro para poder viajar

      De escolha própria, escolheu a solidão

      Comia todas as menininhas da cidade

      De tanto brincar de médico, aos doze era professor.

      Aos quinze, foi mandado pro o reformatório

      Onde aumentou seu ódio diante de tanto terror.

      Não entendia como a vida funcionava

      Discriminação por causa da sua classe e sua cor

      Ficou cansado de tentar achar resposta

      E comprou uma passagem, foi direto a Salvador.

      E lá chegando foi tomar um cafezinho

      E encontrou um boiadeiro com quem foi falar

      E o boiadeiro tinha uma passagem e ia perder a viagem

      Mas João foi lhe salvar

      Dizia ele: “Estou indo pra Brasília

      Neste país lugar melhor não há

      Tô precisando visitar a minha filha

      Eu fico aqui e você vai no meu lugar”

      E João aceitou sua proposta

      E num ônibus entrou no Planalto Central

      Ele ficou bestificado com a cidade

      Saindo da rodoviária, viu as luzes de Natal

      “Meu Deus, mas que cidade linda,

      No Ano-Novo eu começo a trabalhar”

      Cortar madeira, aprendiz de carpinteiro

      Ganhava cem mil por mês em Taguatinga

      Na sexta-feira ia pra zona da cidade

      Gastar todo o seu dinheiro de rapaz trabalhador

      E conhecia muita gente interessante

      Até um neto bastardo do seu bisavô

      Um peruano que vivia na Bolívia

      E muitas coisas trazia de lá

      Seu nome era Pablo e ele dizia

      Que um negócio ele ia começar

      E o Santo Cristo até a morte trabalhava

      Mas o dinheiro não dava pra ele se alimentar

      E ouvia às sete horas o noticiário

      Que sempre dizia que o seu ministro ia ajudar

      Mas ele não queria mais conversa

      E decidiu que, como Pablo, ele ia se virar

      Elaborou mais uma vez seu plano santo

      E sem ser crucificado, a plantação foi começar.

      Logo logo os maluco da cidade souberam da novidade:

      “Tem bagulho bom ai!”

      E João de Santo Cristo ficou rico

      E acabou com todos os traficantes dali.

      Fez amigos, freqüentava a Asa Norte

      E ia pra festa de rock, pra se libertar

      Mas de repente

      Sob uma má influência dos boyzinho da cidade

      Começou a roubar.

      Já no primeiro roubo ele dançou

      E pro inferno ele foi pela primeira vez

      Violência e estupro do seu corpo

      “Vocês vão ver, eu vou pegar vocês”

      Agora o Santo Cristo era bandido

      Destemido e temido no Distrito Federal

      Não tinha nenhum medo de polícia

      Capitão ou traficante, playboy ou general

      Foi quando conheceu uma menina

      E de todos os seus pecados ele se arrependeu

      Maria Lúcia era uma menina linda

      E o coração dele pra ela o Santo Cristo prometeu

      Ele dizia que queria se casar

      E carpinteiro ele voltou a ser

      “Maria Lúcia pra sempre vou te amar

      E um filho com você eu quero ter”

      O tempo passa e um dia vem na porta

      Um senhor de alta classe com dinheiro na mão

      E ele faz uma proposta indecorosa

      E diz que espera uma resposta, uma resposta do João

      “Não boto bomba em banca de jornal

      Nem em colégio de criança isso eu não faço não

      E não protejo general de dez estrelas

      Que fica atrás da mesa com o cú na mão

      E é melhor senhor sair da minha casa

      Nunca brinque com um Peixes de ascendente Escorpião”

      Mas antes de sair, com ódio no olhar, o velho disse:

      “Você perdeu sua vida, meu irmão”

      “Você perdeu a sua vida meu irmão

      Você perdeu a sua vida meu irmão

      Essas palavras vão entrar no coração

      Eu vou sofrer as conseqüências como um cão”

      Não é que o Santo Cristo estava certo

      Seu futuro era incerto e ele não foi trabalhar

      Se embebedou e no meio da bebedeira

      Descobriu que tinha outro trabalhando em seu lugar

      Falou com Pablo que queria um parceiro

      E também tinha dinheiro e queria se armar

      Pablo trazia o contrabando da Bolívia

      E Santo Cristo revendia em Planaltina

      Mas acontece que um tal de Jeremias,

      Traficante de renome, apareceu por lá

      Ficou sabendo dos planos de Santo Cristo

      E decidiu que, com João ele ia acabar

      Mas Pablo trouxe uma Winchester-22

      E Santo Cristo já sabia atirar

      E decidiu usar a arma só depois

      Que Jeremias começasse a brigar

      Jeremias, maconheiro sem-vergonha

      Organizou a Rockonha e fez todo mundo dançar

      Desvirginava mocinhas inocentes

      Se dizia que era crente mas não sabia rezar

      E Santo Cristo há muito não ia pra casa

      E a saudade começou a apertar

      “Eu vou me embora, eu vou ver Maria Lúcia

      Já tá em tempo de a gente se casar”

      Chegando em casa então ele chorou

      E pro inferno ele foi pela segunda vez

      Com Maria Lúcia Jeremias se casou

      E um filho nela ele fez

      Santo Cristo era só ódio por dentro

      E então o Jeremias pra um duelo ele chamou

      Amanhã às duas horas na Ceilândia

      Em frente ao lote 14, é pra lá que eu vou

      E você pode escolher as suas armas

      Que eu acabo mesmo com você, seu porco traidor

      E mato também Maria Lúcia

      Aquela menina falsa pra quem jurei o meu amor

      E o Santo Cristo não sabia o que fazer

      Quando viu o repórter da televisão

      Que deu notícia do duelo na TV

      Dizendo a hora e o local e a razão

      No sábado então, às duas horas,

      Todo o povo sem demora foi lá só para assistir

      Um homem que atirava pelas costas

      E acertou o Santo Cristo, começou a sorrir

      Sentindo o sangue na garganta,

      João olhou pras bandeirinhas e pro povo a aplaudir

      E olhou pro sorveteiro e pras câmeras e

      A gente da TV que filmava tudo ali

      E se lembrou de quando era uma criança

      E de tudo o que vivera até ali

      E decidiu entrar de vez naquela dança

      “Se a via-crucis virou circo, estou aqui”

      E nisso o sol cegou seus olhos

      E então Maria Lúcia ele reconheceu

      Ela trazia a Winchester-22

      A arma que seu primo Pablo lhe deu

      “Jeremias, eu sou homem. coisa que você não é

      E não atiro pelas costas não

      Olha pra cá filha-da-puta, sem-vergonha

      Dá uma olhada no meu sangue e vem sentir o teu perdão”

      E Santo Cristo com a Winchester-22

      Deu cinco tiros no bandido traidor

      Maria Lúcia se arrependeu depois

      E morreu junto com João, seu protetor

      E o povo declarava que João de Santo Cristo

      Era santo porque sabia morrer

      E a alta burguesia da cidade

      Não acreditou na história que eles viram na TV

      E João não conseguiu o que queria

      Quando veio pra Brasília, com o diabo ter

      Ele queria era falar pro presidente

      Pra ajudar toda essa gente que só faz…

      Sofrer…

      1. Odonir Oliveira

        2 de agosto de 2015 1:36 pm

        O filme

        [video:https://www.youtube.com/watch?v=qtmwQsiDIQw%5D

        1. lucianohortencio

          2 de agosto de 2015 1:50 pm

          Mais do Mesmo!!!

          1. Odonir Oliveira

            2 de agosto de 2015 2:30 pm

            O italiano como tradução desse Renato

            [video:https://www.youtube.com/watch?v=36_MvTQVTJM%5D

          2. Odonir Oliveira

            2 de agosto de 2015 2:37 pm

            “La Solitudine”

            [video:https://www.youtube.com/watch?v=27aKpufYKoA%5D

        2. Odonir Oliveira

          2 de agosto de 2015 3:34 pm

          E para gregos e troianos, Anacreonte

          ” Quero, quero, eu quero amar.
          Eis que o Amor mandou amar,
          Mas eu tive um pensamento
          Tolo e desobedeci.
          Ele então ergueu o arco
          E as douradas flechas suas
          E chamou-me para a  briga.
          E eu tomando sobre os ombros
          A armadura, como Aquiles,
          Minha lança e meu escudo,
          Com o Amor pus-me a lutar.
          Ele vinha, eu fugia,
          Logo lhe faltaram flechas
          E ele se prostrou. Então
          Atirou-se como um dardo,
          E no meio do meu peito
          Mergulhou e me desfez.
          De que me serviu o escudo?
          Que vou eu fazer por fora
          Quando a luta é por dentro? “

          Anacreonte,nasceu por volta de 560 a.C.  Quando os persas sitiaram as cidades gregas da Ásia Menor, os habitantes de Teos deslocaram-se em massa para Abdera, na Trácia, e é possível que o Poeta haja participado dessa migração. 

          (Poesia grega e latina, Cultrix, p. 84)

           

          1. Odonir Oliveira

            2 de agosto de 2015 4:32 pm

            Um tantinho anormais

            ANORMAIS

             

            Norma

            Para acordar

            Norma para dormir

            Norma para falar

            Norma para lembrar

            Norma para esquecer

             

            Norma

            Régua compasso transferidor

            De cima pra baixo

            De baixo pra cima

            Da esquerda pra direita

            Da direta pra esquerda

             

            Norma para chegar

            Norma para conhecer

            Norma para falar

            Norma para tocar

            Norma para beijar

            Norma para estar em

            Norma para sair de

             

            Norma para busca

            Norma para entrega

             

            Norma para ler

            Norma para ouvir

            Norma para comer

            Norma para degustar

             

            Norma para olhar a estrada

            O  lago

            A  mata

            A  lua

             

            A vida anormal.

             

            Odonir Oliveira

          2. Odonir Oliveira

            2 de agosto de 2015 5:23 pm

            ROAD MOVIE

            [video:https://www.youtube.com/watch?v=6MF9b8UaElA%5D

             

            ROAD MOVIE

             

            Roda olho

            Move olho

            Para olho

            Passa boi passa boiada

            Quem moraria naquela casinha

            Quem cuidaria daquela vaquinha

            Quem levarias as crianças pra escolinha

             

            Passa boi passa boiada

            Passa eucalipto ingazeiro indaiá figueira

             

            Roda olho

            Move olho

            Para olho

             

            Passa boi passa boiada

            Quem moraria naquela cabaninha

            Quem cuidaria daquela mocinha

            Quem revelaria suas dores e seus encantos

             

            Passa pedra pedregulho rocha

            Velocidade

            a estrada ferve

            longa

            corre contra o tempo

             

            Roda olho

            Move olho

            Para olho

             

            Passa boi passa boiada

            Quem moraria ali atrás daquela cerca

            Quem cuidaria daquele touceiral

            Quem levaria a estrada consigo

            Para bem mais longe

            Bem mais longe

            Arlequinal !

             

            Odonir Oliveira

          3. jns

            2 de agosto de 2015 7:30 pm

            um

                                beijo rimado

                                abraço remado

                               

          4. Odonir Oliveira

            3 de agosto de 2015 1:37 am

            Espero que tenhas gostado dos dois poemas

            Se quiseres, coloca-os em teus vídeos no canal, ok.

            A Norma e a Bel … interessantes pessoas.

          5. jns

            3 de agosto de 2015 2:54 am

            Poetisa Mineira

                                  Agora eu digo como diz o dito ditado

            Tenho inserido os seus belos poemas para dar um up singular aos meus vídeos amadores, muito, muito, muito despretensiosos.

            Me enriquece interagir e me enche de orgulho despertar a sua honrosa e poética atenção em relação aos meus vídeos, que não passam de registros pueris das minhas andanças por aí; pelo sertão, que não é tão sertão como eu gostaria.

            Por um lado já lamentei não ter gravado outros vídeos no passado – quando visitei a Casa Branca internamente, por exemplo -, mas receio que isto poderia ser percebido como uma exibição gratuita ou uma ostentação desnecessária, que, de qualquer modo, para mim, foram extraordinariamente importantes.

            Quero, neste momento, pedir o seu perdão pelas provocações obtusas, que o Meu Parceirinho Maior já tá acostumado. Quando eu cutuco “as véinhas do Lulu”, penso, por caminhos inusuais, destacar este aspecto singular, que ninguém busca cumprir e tem a árdua tarefa de realizar. Ele, o nosso herói, é o Hércules do Ceará, que ainda não realizou os seus doze trabalhos de despoluição do Cocó, mas já sofreu mais de doze dúzias de porretadas carinhosas que dou nele.

            O Lulu sabe que as nossas lorotas fluem como um papo de butiquim, onde vale tudo, desde sacanagens fajutas, resvalando pro machismo incorreto politicamente – tô nem aí – até alcançar algo especial da nossa rica cultura popular; área que o Lulu é craque.

            Você também tá ficando boa nisso.

            [video:https://youtu.be/zVa_jm60KlA width:600]

            A Isabel é minha amiga e me protege das investidas de algumas madames potencialmente perigosas e mais atiradinhas e só faz me elogiar pra todo mundo – eu gosto muito dela.

            A Norma mora em uma quitinete no mesmo prédio onde o bar esta localizado e cuida de uma garotinha extraordinária, a Maria Júlia, de seis aninhos, que é minha amiguinha e dança pra mim, quando é levada ao bar da Isabel.

            A garotinha sempre pergunta por mim, quando fica muito tempo sem ir ao bar, e, quando vai, fica ansiosa me esperando para me abraçar.

            Ela é super, super esperta e é muito bem informada para a sua idade, tornando-se mais interessante por isso.

            Ela faz dança e qualquer tipo de música é fichinha pra ela rebolar até o chão, mas eu falo que no balé eu sou melhor e dou alguns passinhos dentro do bar. Ela fica excitada e passa a noite mostrando tudo que sabe e nunca se cansa de dançar, sujando a roupa e o próprio corpo no piso empoeirado do local.

            Há pouco tempo ela foi revisitar Morro de São Paulo e me contou como o lugar é fascinante. Eu disse pra ela que  conhecia o Morro de longe – desde Valença – e que iria comprá-lo só pra mim.

            Ela ficou tão contrariada que chegou a chorar, contrapondo uma severa argumentação contrária à minha intenção de tomar conta daquele paraíso e ser o único dono de lá.

            A Norma, voltando a falar dela, é uma pessoa simples, que dá uma mãozinha pra Isabel, quando o bar tá muito cheio, sem exigir nenhuma compensação financeira.

            Quando apareço no bar, vou logo dizendo pra ela:

            – E aí, tá tudo dentro da norma?

            Ela sempre me diz que não e revela o largo sorriso de quem não teme e não deve nada a “Seu Ninguém”.

            Já contei pra ela que criei um personagem chamado Norma, que é uma vizinha morna e ruim de cama, e que eu detesto todas as normas e regulamentos.

            Eu sei que ela rí de tudo, por reconhecer que a nossa amizade é mais sincera, pois foi feita na porta de um butiquim.

            Quer coisa melhor?

            Estava esquecendo de contar que encontro no bar, pessoas que representam o amplo espectro do rico nosso tecido social, passando por delegados (entre eles o chefão atual da PC mineira), prostitutas, estudantes, operários sem nenhuma qualificação profissional, mas cheios de estórias pra contar, gente que vem da Rússia, da Ucrânia, de Moçambique (fiz algumas amizades com alguns moçambicanos), gays, empresários, alguns políticos, principalmente, em época de campanha, policiais militares (um deles, que está na Bolívia, agora, apesar de não beber me deu um litro de cachaça “so pra diretoria”), policiais civis, mendigos, gatas maravilhosamente lindas que trabalham na concessionária de véiculos localizada na frente do bar, engenheiros (um deles me contou que já viu o Nassif no Bar do Alemão e que conhecia o Paulo Vanzolini), butequeiros juramentados e… a lista é longa.

            E a Isabel em rabada é uma beleza… ela é super elogiada pelo papá gostoso que sai do seu enjambrado fogãozinho de quatro bocas.

            Aproveite a ociosidade criativa e confira a épica obra do nosso Homero de Iracema, em

            https://jornalggn.com.br/noticia/agora-eu-digo-como-foi-dito-o-dito-ditado-por-luciano-hortencio

            Abs!

          6. Odonir Oliveira

            3 de agosto de 2015 2:11 pm

            Obrigada

            Bacana ter amigos.

            Não ligo para tomadas de muitíssimos volts. Tranquilidade. Sou de baixa amperagem.

            Os botequins  são celeiros… o Bar do Alemão fica bem perto de onde eu morava; ia a pé. Às 2ªs feiras sempre tem choro. Seu Nassif passa lá, quase sempre.

            Conheci o anarquista sério lá, embora não se recorde de mim, talvez.

            É um lugar adorável

  10. Anna Dutra

    2 de agosto de 2015 1:46 pm

    O SOL: Tempos idos …

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=IqCHnWadODk%5D

     

     

     

  11. Anna Dutra

    2 de agosto de 2015 1:52 pm

    Maestro, olha essa !!

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=5TE-2tjbiA4%5D

     

    Diamantes, de pedaços de vidro …

     

  12. Laura Macedo

    2 de agosto de 2015 2:02 pm

    Bela homenagem!

    Bela homenagem, amigo Luciano!

    Gosto muito dessa:

    “Vento no litoral” (Renato Russo/Dado Villa-Lobos/Marcelo Bonfá) # Legião Urbana.

    Grande abraço.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=AIu_PpvSweQ%5D

    1. lucianohortencio

      2 de agosto de 2015 2:50 pm

      Para a amiga Laura!

      Com um caloroso abraço de parabéns pelo excelente 1000º Post com a griffe  LAURA MACEDO!

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=a-zzKZfTVYE%5D

  13. Anna Dutra

    2 de agosto de 2015 2:16 pm

    Metal !

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=IDTs12pcvOM%5D

    Não sou escravo de ninguém
    Ninguém é senhor do meu domínio
    Sei o que devo defender
    E por valor eu tenho
    E temo o que agora se desfaz

    Viajamos sete léguas
    Por entre abismos e florestas
    Por Deus nunca me vi tão só
    É a própria fé o que destrói
    Estes são dias desleais

    Eu sou metal
    Raio, relâmpago e trovão
    Eu sou metal
    Eu sou o ouro em seu brasão
    Eu sou metal
    Sabe-me o sopro do dragão

    Reconheço meu pesar
    Quando tudo é traição
    O que venho encontrar
    É a virtude em outras mãos.

    Minha terra é a terra que é minha
    E sempre será
    Minha terra
    Tem a lua, tem estrelas
    E sempre terá

    Quase acreditei na tua promessa
    E o que vejo é fome e destruição
    Perdi a minha sela e a minha espada
    Perdi o meu castelo e minha princesa

    Quase acreditei, quase acreditei
    E, por honra, se existir verdade
    Existem os tolos e existe o ladrão
    E há quem se alimente do que é roubo.
    Mas vou guardar o meu tesouro
    Caso você esteja mentindo.

    Olha o sopro do dragão (4x)

    É a verdade o que assombra
    O descaso que condena
    A estupidez o que destrói
    Eu vejo tudo que se foi
    E o que não existe mais

    Tenho os sentidos já dormentes
    O corpo quer, a alma entende
    Esta é a terra-de-ninguém
    Sei que devo resistir
    Eu quero a espada em minhas mãos

    Eu sou metal – raio, relâmpago e trovão
    Eu sou metal: eu sou o ouro em seu brasão
    Eu sou metal: me sabe o sopro do dragão

    Não me entrego sem lutar
    Tenho ainda coração
    Não aprendi a me render
    Que caia o inimigo então

    Tudo passa
    Tudo passará (3x)

    E nossa história
    Não estará
    Pelo avesso assim
    Sem final feliz
    Teremos coisas bonitas pra contar
    E até lá
    Vamos viver
    Temos muito ainda por fazer
    Não olhe pra trás
    Apenas começamos
    O mundo começa agora, ahh!
    Apenas começamos.

  14. jns

    2 de agosto de 2015 3:48 pm

    Sônia Tavares

    Tiro o meu chapéu e até a minha cueca pra Soninha, se ela cantar pro índio Mineiro, bem nos zovidinhos, pra ele esquecer  – pelamor! – das véinhas do Comandante, pelo menos uma vez na vida.

    Será que Deus vai atender esta súplica e vai livrar o Mineirinho do terrível desengano, que é acompanhar o Mestre Lulu em tosos os “postinhos” dele?

    [video:https://youtu.be/LvNwG-Un0Uw width:600]

    1. lucianohortencio

      2 de agosto de 2015 7:10 pm

      Ingrato Comandante

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=yHsRf-8y1MQ%5D

      OU… OU…

      (ou calça de veludo ou (.) de fora?)

      1. jns

        2 de agosto de 2015 7:36 pm

        E COMEÇO AQUÍ

        Augusto de Campos lê Haroldo de Campos

        “… a n­­ão est­­ória me desconta ou me descanta o avesso da est­­ória que pode ser esc­­ória que pode ser c­­árie que pode ser est­­ória tudo depende da hora tudo depende da gl­­ória tudo depende de embora…”

        [video:https://youtu.be/-l9wqjlrhFA width:500]

        e começo aqui e meço aqui este começo e recomeço e remeço o arremesso e aqui me meço quando se vive sob a espécie da viagem o que importa n­ão é a viagem mas o começo da por isso meço por isso começo escrever mil p­­áginas escrever milumap­­áginas para acabar com a escritura para começar com a escritura para acabarcomeçar com a escritura por isso recomeço por isso arremeço por isso teço escrever sobre escrever é o futuro do escrever sobrescrevo sobrescravo em milumanoites milumap­­áginas ou uma p­­ágina em uma noite que é o mesmo noites e p­­áginas mesmam ensimesmam onde o fim é o com­­êço onde escrever sobre o escrever é n­­ão escrever sobre não escrever e por isso começo descomeço pelo descom­­êço desconheço e me teço um livro onde tudo seja fortuito e forçoso um livro onde tudo seja n­­ão esteja seja um umbigodomundolivro um umbigodolivromundo um livro de viagem onde a viagem seja o livro o ser do livro é a viagem por isso começo pois a viagem é o começo e volto e revolto pois na volta recomeço reconheço remeço um livro é o conte­údo do livro e cada p­­ágina de um livro é o conte­údo do livro e cada linha de una p­­ágina e cada palavra de uma linha é o conte­údo da palavra da linha da p­­ágina do livro um livro ensaia o livro todo livro é um livro de ensaio de ensaios do livro por isso o fimcom­­êço começa e fina recomeça e refina se afina o fim no funil do com­­êço afunila o começo no fuzil do fim no fim do fim recomeça o recom­­êço refina o refino do fim e onde fina começa e se apressa e regressa e retece h­­á milumaest­­órias na m­­ínima unha de est­­ória por isso n­­ão conto por isso não canto por isso a n­­ãoest­­ória me desconta ou me descanta o avesso da est­­ória que pode ser esc­­ória que pode ser c­­árie que pode ser est­­ória tudo depende da hora tudo depende da gl­­ória tudo depende de embora e nada e néris e reles e nemnada de nada e nures de néris de reles de ralo de raro e nacos de necas e nanjas de nullus e nures de nenhures e nesgas de nulla res e nenhumzinho de nemnada nunca pode ser tudo pode ser todo pode ser total tudossomado todo somassuma de tudo suma somat­ória do assomo do assombro e aqui me meço e começo e me projeto eco do com­­êço eco do eco de um com­­êço em eco no soco de um com­­êço em eco no oco eco de um soco no osso e aqui ou além ou aquém ou l­­áacolá ou em toda parte ou em nenhuma parte ou mais além ou menos aquém ou mais adiante ou menos atrás ou avante ou paravante ou à ré ou a raso ou a rés começo re começo rés começo raso começo que a unha-de-fome da est­ória n­­ão me come n­­ão me consome n­­ão me doma n­­ão me redoma pois no osso do com­­êço s­­ó conheço o osso o osso buco do comêço a bossa do comêço onde é viagem onde a viagem é maravilha de tornaviagem é tornassol viagem de maravilha onde a migalha a maravalha a apara é maravilha é vanilla é vig­­ília é cintila de centelha é favila de f­­ábula é lum­­ínula de nada e descanto a f­­ábula e desconto as fadas e conto as favas pois começo a fala

        1963 | http://www.massimorizzante.com/album/e-inizio-qui.html

        Haroldo Eurico Browne de Campos (São Paulo, 19 de agosto de 1929 — 16 de agosto de 2003) foi um poeta e tradutor brasileiro

      2. jns

        2 de agosto de 2015 7:54 pm

        Meu Rei

                            Bem, meu querido amigo
                            O seu conselho é muito bom

        [video:https://youtu.be/tDNbLksghx8 width:500]

      3. Mordred

        2 de agosto de 2015 11:34 pm

        Ingratidão?
        Luciano, peço vênia para discordar de sua avaliação.

        Ingratidão? Hum, ponta do iceberg. Esse é o menor problema do seu “amigo”. Sadismo, inveja, maldadezinha, vitória sem louro e glória, amarga. E continua expondo vísceras, avessos, …. Sade e Salieri querendo aprender e morrendo de inveja dssa historinha bacana… Exibição e afronta que diz muito sobre os personagens.

        Sabe aqueles filmes bíblicos ? A esposa sibilante e o César cego de vaidade, cruel? Salomé e a cabeça do Batista? Sussurros, um elogio vagabundo nos ouvidos, bingo!, César uma marionete. Romanos…

        Vi por aí tbm os gregos. Não podem faltar quando há podridão e miséria humana, intriga pusilânime e covarde. Rasteiro.

        Se vc não mente, não consegue acompanhar. Dizem, são as “redes”. Não sei não, para mim o problema é outro. Vc não está conseguindo avaliar corretamente, parece ser uma boa pessoa.

        Comandante? Está mais para marujo lavando o convés. Triste figura.

        Não tenha pena. Quem tem pena, morre depenado.

        1. lucianohortencio

          3 de agosto de 2015 12:45 am

          Mordred!

          Discordo frontal e veementemente de seu comentário, que sequer será avaliado.

          luciano

  15. Cláudio José

    2 de agosto de 2015 4:38 pm

    Valeu Luciano,  a minha

    Valeu Luciano,  a minha saudosa e preferida banda! 

  16. Alessandre de Argolo

    2 de agosto de 2015 4:41 pm

    Aí é som

    Uma das canções mais poderosas do rock mundial de todos os tempos:

    [video:https://youtu.be/GFrwU4Iz_ys%5D

    1. lucianohortencio

      2 de agosto de 2015 6:12 pm

      Titãs – POLÍCIA

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=Z1hITQSOcn0%5D

  17. Alessandre de Argolo

    2 de agosto de 2015 4:45 pm

    O Brasil é o país do futuro!

    [video:https://youtu.be/IzZtlo3P9t4%5D

  18. Jair Fonseca

    2 de agosto de 2015 5:04 pm

    A ironia de “Baader-Meinhof

    A ironia de “Baader-Meinhof Blues”: “Tudo parece ser tão real, mas você viu esse filme também…”

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=_EXzfYJXYv0%5D

    1. lucianohortencio

      2 de agosto de 2015 6:19 pm

      Segurança

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=_U_aDAQjV7g%5D

      Ao Jair Fonseca!

  19. will

    2 de agosto de 2015 5:10 pm

    meus destaques

    Minha homenagem ao Renato Rocha

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=shnW2xBRbJE%5D

    tranquilão

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=SO8h0B9tnH4 align:right]

  20. Alessandre de Argolo

    2 de agosto de 2015 5:52 pm

    Entrevista de Renato Russo dada à MTV Brasil

    Quem entrevistou, ao que parece, foi a Soninha (acho que a entrevista foi em 1994):

    [video:https://youtu.be/FynndgtRBL0%5D

     

  21. jns

    2 de agosto de 2015 7:45 pm

    helenabela

                        Ilíada , Homero , poeta grego do século VIII a.C.

                        Tradução do poeta Manoel Odorico Mendes

                        Brando se escusa Páris: “Doce Helena,
                        Com essas lancetadas não me punjas:
                        Venceu-me o Atrida por favor de Palas;
                        Deuses mais faustos me farão vencê-lo.
                        Vamos em nossa cama congraçar-nos:
                        Tal ardor nunca tive e tais desejos;
                        Nem quando, arrebatada à meiga Esparta,
                        Velejava contigo, e a vez primeira
                        Na ilha Cranaé do amor gozamos;
                        Hoje mais te apeteço e mais te anelo.”
                        Então sobe adiante, e o segue a esposa;
                        No entalhado seu leito adormeceram.

                        Páris e Helena | Jacques-Louis David (França, 1748 – 1825)

    Capturando a visão da lenda grega de Páris, filho do rei de Tróia, como a perfeição da masculinidade, e Helena, filha do rei de Esparta, que possuía a reputação de mulher mais bela do mundo,  como o símbolo de beleza feminina e a atração sexual, Jacques-Louis David pintou os lendários amantes em seu ninho de amor. O assunto é amor, expressa pela presença de Cupido e a sensualidade do desenho, ao invés do rapto de Helena por Páris ou a Guerra de Tróia que se seguiu como resultado.

    Já em 1786, o conde d’Artois, irmão dos reis Luís XVI e Luís XVIII, encomendou uma pintura sobre este tema e David trabalhou nela durante pelo menos dois anos, concluindo a sua obra em 1788. Neste desenho e outros, ele desenvolveu uma composição serena, com gestos afetuosos e um ambiente antigo luxuosamente decorado, mantendo a composição e o tom emocional na pintura final.

    http://www.getty.edu/art/collection/objects/17/jacques-louis-david-paris

  22. jns

    2 de agosto de 2015 8:12 pm

    O amor é assim

    “Qualquer minuto perto, o tesão só aumenta”

    Ninguém duvida que o Mineirinho tá mandando um beijaço pra Sarah Vieira.

    [video:https://youtu.be/Cun8lfVS-5o width:600]

    [video:https://youtu.be/MTGqtujZWzE width:600]

    [video:https://youtu.be/CkJ4KMacMgg width:600]

     

Recomendados para você

Recomendados