10 de junho de 2026

Trump vê derrota ao não conquistar, até agora, a maioria do Congresso dos EUA

Segundo jornais dos EUA, Trump está "pálido" e "gritando com todos" pela decepção nas eleições do Congresso
Foto: Evan Vucci/AP

A disputa pelo Congresso dos Estados Unidos está sendo computada e, até esta quarta-feira (09), mostrava um resultado apertado entre Democratas e Republicanos, com maioria para estes últimos, mas contrariando a esperada corrente “vermelha” que dominaria o Legislativo do país.

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As chamadas “eleições de meio de mandato” renovam os deputados e parte dos senadores dos Estados Unidos na metade do governo de Joe Biden. O partido Republicanos, de Donald Trump, esperava uma grande maioria em ambas as casas, mas não é o que vem acontecendo.

Apesar de ainda faltar a contagem de muitos votos, a Câmara já conta com a vitória de 199 deputados Republicanos contra 178 do partido de Biden, o Democratas. Ainda faltam 58 nomes a serem definidos. Mas, até o momento, só há uma diferença de 21 deputados para o partido de Trump.

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Já no Senado, onde se renova apenas um terço das vagas, as cadeiras estão exatamente equiparadas, com 48 senadores para cada partido e faltando definir somente 4.

Os resultados não deixaram Trump contente. Segundo jornais dos Estados Unidos, o ex-presidente está “pálido” e “gritando com todos” pela decepção das vagas conquistadas no Congresso norte-americano. O ex-presidente foi o responsável por escolher, a dedo, os candidatos que disputaram as eleições nos principais estados do país.

Uma das vagas mais caras ao país, o senador da Pensilvânia eleito foi o democrata John Fetterman que derrotou o republicano Mehmet Oz. O partido de Trump conquistou a vitória em estados republicanos importantes, mas menores, como Carolina do Norte e Ohio.

Com o resultado que vem se desenhando, o partido de Donald Trump não conquistou a maioria significativa no Legislativo – o correspondente a 218 cadeiras na Câmara e 51 no Senado, necessária para importantes votações.

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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1 Comentário
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  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    9 de novembro de 2022 7:25 pm

    A derrota parlamentar do trumpismo será sentida no Brasil como uma missa de sétimo dia do bolsonarismo. Sem o apoio do papai e do titio postiço gringo Eduardo Bolsonaro provavelmente ficará longe dos EUA. Se cometer o erro de viajar para a gringolândia o bananinha corre o risco de ser enjaulado.

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