A embaixada brasileira no Bahrein só foi aberta no final de 2021 por pressão da família Bolsonaro, com especial interesse do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL). O então presidente Jair Bolsonaro, inclusive, foi o primeiro chefe de Estado brasileiro a visitar o país.
A embaixada foi aberta mesmo com o governo Bolsonaro deixando de pagar agências da ONU e recomendando que os embaixadores cortem gastos por conta da falta de verbas.
Contudo, fontes ouvidas pelo jornalista Jamil Chade tanto no Planalto como no Itamaraty lembram que as suspeitas em torno das ligações do governo com o Bahrein aumentaram por conta da não designação de um embaixador para o posto.
Em seu lugar, foi enviado um encarregado de negócios, um dos níveis diplomáticos mais modestos dentro da hierarquia do Itamaraty.
Tal gesto foi entendido por diplomatas que a operação foi uma manobra para impedir que o órgão de Estado fosse informado sobre as relações mantidas entre o Bahrein e o governo Bolsonaro.
Para contornar a situação, o Itamaraty sob a administração Lula manteve a embaixada aberta e designou um diplomata, Adriano Pucci, para ocupar o posto.
Pedro Bala
10 de março de 2023 4:06 pmDesculpem-me, mas quem escreveu a matéria não tem ideia do assunto de que está tratando. Afirmar que um “encarregado de negócios” equivaleria a “um dos níveis diplomáticos mais modestos dentro da hierarquia do Itamaraty” revela absoluto desconhecimento sobre aspectos básicos do funcionamento do MRE.
AMBAR
10 de março de 2023 5:21 pmQuando olho a foto que ilustra o artigo e vejo o bolsonaro ao lado dessa mulher gorda, de grossos bigodes, vestida de noiva , me pergunto se ele não está com ela por interesse. Afinal ela pode tê-lo presenteado com um colar “diamantes”.