21 de maio de 2026

STF fecha maioria para retirar penduricalho pago no MP

Corte vai derrubar possibilidade de incorporação ao salário de parcelas pagas por exercício de função de direção ou chefia
Photo by Tingey Injury Law Firm on Unsplash

O Supremo Tribunal Federal (STF) possui maioria de votos pela inconstitucionalidade da adição de vantagens pessoais ao salário pago a promotores e procuradores no exercício de funções de direção, chefia ou assessoramento na estrutura do Ministério Público.

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A regra também permitiu o pagamento de um adicional de 20% nos casos em que o integrante do MP se aposentar no último nível da carreira. Esse acréscimo foi permitido em 2006, por meio de uma resolução do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

A Corte julga uma ação proposta pela Advocacia-geral da União (AGU) em 2006, e a análise é feita no plenário virtual. Até o momento, há seis votos para derrubar a aplicação dos dispositivos.

O voto do relator, ministro Luís Roberto Barroso, foi seguido pelos ministros Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Edson Fachin e Dias Toffoli.

O julgamento se encerra em 7 de agosto. Até lá, os ministros podem pedir vista – o que suspende a análise por até 90 dias – ou destaque – que remete o caso para ser julgado no plenário físico da Corte.

Com informações da CNN Brasil

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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  1. AMBAR

    9 de julho de 2023 7:35 pm

    Esperemos que seja só o começo do enquadramento do MP. Essa instituição deverá perder a sua autonomia e prerrogativas. Até mesmo a sua isonomia com o judiciário deve ser perdida, eis que não faz parte do poder judiciário. Simples assim.

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