A atuação política do promotor promotor Nelson de Barros O´Reilly Filho começou em 2010, adotando pautas conservadoras. Naquele ano foi promulgada a Lei Fecha Bar, determinando quie bares e restaurantes só poderiam ficar abertos até às 24 horas.
O O`Reilly passou gradativamente a dominar o Conseg (Conselho Comunitário de Segurança) criado no governo Montoro, em apoio às forças policiais. Eles têm como objetivo fortalecer a parceria entre a comunidade e as autoridades policiais, para promover uma maior segurança pública.
O´Really passou a controlar o Conseg, incluindo o controle do portal. Agradeceu a uma homenagem pessoal usando o login do próprio Conseg.
A partir do Conseg, passou a ter ampla influência sobre a Polícia Militar e Civil.
Para aprovar a Lei Fecha Bar, O`Really levantou um conjunto de estatísticas, de possível redução da criminalidade, que não se concretizou.
A segunda discussão foi em torno da redução do perímetro urbano. Parte da Câmara defendia a ampliação, para impedir que parte da população transbordasse para a zona rural, sem acesso a benefícios. Parte pretendia reduzir o perímetro urbano a pretexto de impedir o crescimento da cidade e, com isso, da criminalidade.
Foi um jogo pesado, no qual os promotores estaduais jogaram com todo seu poder de coerção. Antes da votação na Câmara Municipal, o presidente Luis Carlos Domiciano recebeu um ofício do MP, com ameaças proferidas por outro procurador criminal, Ernâni Vilhena, ameaçando de improbidade administrativa quem não votasse pela diminuição do perímetro urbano e não se justificasse tecnicamente.
Gradativamente, suas alianças políticas e seu ativismo, foram se ampliando. E passou a utilizar as redes sociais para ataques pesados contra os que ele considerava adversários.





Tornou-se amigo próximo do presidente da Câmara Municipal, Gabriel….., intimidou prefeitos, conseguiu a cassação de vereadores oposicionistas e, finalmente, caiu de cabeça na militância bolsonarista, atacando Ministros do Supremo e defendendo teses terraplanistas.
Passou a atuar em um grupo de nome CEPM – Unidos, Focados e Fortes -, pregando golpe militar, afrontando o Poder Judiciário e levantando teses terraplanistas.

Mais tarde, o grupo mudou o nome para Tenente Torres, mas mantendo a mesma linha.





Durante todo o ano passado, a militância digital de O`Reilly passou por ataques a Ministros do STF, ao proprio STF, espalhando fakenews, fazendo campanha explícita por Bolsonaro, questionando as urnas eletrônicas.
















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